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	<title>Revista Moviola - Revista de cinema e artes &#187; Juventude</title>
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	<description>Revista sobre cinema e artes</description>
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		<title>Inquietos</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 18:37:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cazes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Festival do Rio 2011]]></category>
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		<description><![CDATA[Inquietos, EUA, Gus Van Sant, 2011 A carreira de Gus Van Sant, nos últimos anos, vem se dividindo na realização  de duas espécies de filmes: em uns (Elefante, Last Days, Paranoid Park), ele adota narrativa e estilo bastante afastados do cinema clássico narrativo. Em outros (Milk, Encontrando Forrester), ele já está totalmente dentro do terreno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p id="internal-source-marker_0.9412372731603682" style="text-align: center;" dir="ltr"><em><strong>Inquietos, EUA, Gus Van Sant, 2011<br />
<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2011/10/inquietos1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4928" title="inquietos" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2011/10/inquietos1.jpg" alt="" width="479" height="260" /></a> </strong></em></p>
<p dir="ltr">A carreira de <strong>Gus Van Sant</strong>, nos últimos anos, vem se dividindo na realização  de duas espécies de filmes: em uns (<em>Elefante</em>,<em> Last Days</em>, <em>Paranoid Park</em>), ele adota narrativa e estilo bastante afastados do cinema clássico narrativo. Em outros (<em>Milk</em>, <em>Encontrando Forrester</em>), ele já está totalmente dentro do terreno das convenções estilísticas e narrativas que fazem parte do cinema clássico narrativo. <strong><em>Inquietos </em></strong>(<em>Restless</em>) está situado no meio do terreno entre as duas metades que vem formando o cinema de Van Sant nos últimos anos. Por um lado, o filme não apresenta a mesma estrutura narrativa bastante tradicional de <a href="http://www.revistamoviola.com/2009/03/25/milk/"><em>Milk</em> </a>e <em>Encontrando Forrester</em>. Por outro, não apresenta as aventuras estilísticas de <em>Paranoid Park</em> ou <em>Last Days</em>.</p>
<p dir="ltr">Esse meio do caminho me parece prejudicial. <em>Inquietos</em> não possui o vigor clássico de <em>Milk</em> e nem a força da aventura estética de<em> Elefante</em>. Como e por que filmar os últimos meses da morte de uma adolescente retoma a temática do mundo dos jovens solitários e confusos em um mundo que lhes é, basicamente, hostil. Tal temática vem norteando as narrativas de Van Sant desde <em>Gerry</em> (talvez mesmo desde <em>Drugstore Cowboy</em> ou <em>Garotos de Programa</em>, ou seja, durante toda sua obra), mas vinha se acentuando graças aos recursos estilísticos utilizados nos seus últimos filmes “alternativos”, como o uso do som e dos tempos mortos.</p>
<p dir="ltr">No entanto, neste seu último filme, a elogiável sobriedade e bom-humor ao narrar uma história trágica parece também estar ligada, muitas vezes, a uma preguiça estilística e um desejo de ser agradável ao espectador. Isso pode ser notado no uso medíocre de determinados campos/contracampos e na trilha sonora povoada de <em>folks</em> acústicos <em>indies</em> que buscam criar uma atmosfera simpática para os personagens, bem ao contrário da trilha sonora desafiadora de <em>Paranoid Park</em>. Mas, em se tratando de um diretor de imenso talento como Gus Van Sant, o filme também possui momentos de êxito. Um deles é o longo plano do casal de protagonistas a conversar diante do túmulo dos pais de Enoch. Outro são as cenas passadas no hospital, principalmente no contraponto do, aparentemente, frio médico, nas quais uma atmosfera de drama e mistério se faz muitas vezes presente.</p>
<p dir="ltr">Se a crítica até aqui vê mais defeitos do que qualidades em <em>Inquietos</em> talvez se deva ao enorme grau de expectativa que o cinema de Gus Van Sant provoca. Nos últimos anos, ele promoveu um mergulho radical em direção a novas formas narrativas e de estilo, que renderam um quarteto de filmes, sem paralelo no cinema americano dos anos 2000, por sua coragem em ser contemporâneo, buscando as formas adequadas para uas narrativas de personagens e tempos um tanto distópicos na América de George W. Bush. Se a chegada de Obama ao poder fez o cinema de Gus Van Sant ficar mais adocicado, é hora, haja vista o que ocorre na política e na economia americanas, do cineasta recuperar a força de suas imagens viscerais.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Veja o trailer:</strong></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/2011/10/16/inquietos/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/festival-do-rio-2011/">Veja a cobertura completa do Festival do Rio 2011</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Juventude</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 20:23:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aristeu Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Longas]]></category>
		<category><![CDATA[Domingos Oliveira]]></category>
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		<category><![CDATA[Todas as mulheres do mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[Juventude, de Domingos Oliveira, 2008, Brasil.   Em entrevista concedida ao Rolo 3 da Revista Moviola, o diretor, ator e dramaturgo Domingos Oliveira confessou que tinha o intuito de se renovar enquanto cineasta. O que ele não disse é que essa renovação surgiria já em seu novo longa-metragem, Juventude, estrelado por ele próprio, Paulo José [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Juventude, de Domingos Oliveira, 2008, Brasil.</strong></em></p>
<p> </p>
<p>Em <a href="http://www.revistamoviola.com/2008/06/02/domingos-oliveira-e-priscilla-rozenbaum/">entrevista concedida ao Rolo 3 da Revista Moviola</a>, o diretor, ator e dramaturgo <strong>Domingos Oliveira</strong> confessou que tinha o intuito de se renovar enquanto cineasta. O que ele não disse é que essa renovação surgiria já em seu novo longa-metragem, <em><strong>Juventude</strong></em>, estrelado por ele próprio, <strong>Paulo José</strong> e<strong> Aderbal Freire Filho</strong> (que pela primeira vez atua no cinema, embora tenha uma história sólida no teatro). </p>
<p>Com um cinema prolífico e voltado a questões que envolvem sobretudo relacionamentos amorosos, Domingos é um exemplo singular do que é fazer cinema no Brasil. Com uma carreira extremamente ativa, ele conseguiu realizar um grande número de filmes em um curto espaço de tempo. Nos últimos seis anos foram cinco filmes dirigidos, sendo que os dois últimos foram terminados mais ou menos ao mesmo tempo (<em><strong>Juventude</strong></em> e <em><strong>Todo mundo tem problemas sexuais</strong></em>). </p>
<p>Além disso, Domingos é um dos poucos cineastas brasileiros a trabalhar com um universo narrativo próprio. Seu cinema acaba se tornando uma espécie de crônica da boemia da zona Sul carioca, com seus uísques, artistas depressivos, bêbados do baixo Gávea e – invariavelmente – amores, amores, amores&#8230;</p>
<p>Nesse <em><strong>Juventude </strong></em>estão lá todos os mesmos elementos. A crônica, no entanto, parece olhar para um outro lado que os seus filmes ainda não tinham abordado de forma tão clara e honesta: a presença da morte. Domingos estréia o filme com 72 anos de idade.</p>
<p>O filme se dá durante um encontro entre os três personagens principais, David, Antônio e Ulisses. Amigos desde a infância, vão aproveitar o dia para rememorar suas experiências em comum e debater o sentimento que têm por aquele momento de suas vidas. </p>
<p>O encontro se dá na mansão que um deles reside, o personagem de Paulo José. Domingos, como sempre, vive o artista escritor. E Aderbal Freire Filho é o amigo médico que não tem um puto para segurar a vida sem o trabalho diário.</p>
<p>É curioso que num filme que trate justamente da finitude, Domingos tenha voltado a trabalhar com Paulo José, ator presente em uma infindável lista de longas e no seu de estréia, o clássico (e até hoje apontado por muitos como a sua melhor obra) <em><strong>Todas as mulheres do mundo</strong></em>, de 1967.</p>
<p>Além da morte, que é uma constante em <em><strong>Juventude</strong></em>, há um trato alegórico (ou simbólico) que o distancia de sua obra, ou, ao menos, dá um novo tom a ela. Os três amigos se conheceram na época em que encenavam na escola a peça <em><strong>A Ceia dos Cardeais</strong></em>, de <strong>Julio Dantas</strong>. Nostálgico, o filme irá trazer o texto e a encenação novamente à tona, cinqüenta anos após os três personagens, ainda jovens, o terem interpretado.</p>
<p>Assim, Domingos propõe um teatro dentro do filme. Diferente, no entanto, das experiências que ele já havia realizado em <em><strong>Separações</strong></em>, <em><strong>Amores</strong></em> ou em <strong>Carreiras</strong>. Porque desta vez os personagens dramatizam um texto que está presente na obra como um “objeto teatral”, mas, ao mesmo tempo, é filmado como o mais puro cinema. Em outras palavras, Domingos tem a grande sacada de experimentar mais uma vez o teatro no cinema, mas com o melhor tom cinematográfico possível.</p>
<p>O resultado é, ao que parece nos olhos do expectador, um dos filmes mais sinceros da carreira do cineasta. Uma obra que dialoga com obras-primas como o canadense <em><strong>Invasões Bárbaras</strong></em>, de <strong>Dennis Arcand</strong>. Dialoga não só na fronteira da morte, mas no modo de observar as transformações sociais, as crenças que cada um carrega em si por toda a vida.</p>
<p>Ao final, depois de uma noite em claro de brigas, risadas e porres, os três amigos vêm o nascer do sol. Nessa hora o personagem de Domingos resume bem o que é o viver e o morrer. Vendo o novo dia, ele exclama maravilhado, “meu Deus, o que é que é isso?”.  </p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/festival-do-rio-2008/">Veja a cobertura completa do Festival do Rio 2008</a></p>
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		<title>Lançamentos do Estação</title>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2008/09/25/lancamentos-do-estacao-no-festival-do-rio/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 17:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Moviola</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Apenas o fim]]></category>
		<category><![CDATA[Estação]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio]]></category>
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		<category><![CDATA[Palavra encantada]]></category>
		<category><![CDATA[Romance de Geração]]></category>

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		<description><![CDATA[O Amor chega tarde, 86min &#124; Panorama do Cinema Mundial Direção: Jan Schütte SAB (27/9) 14:00 Estação Botafogo 1 SAB (27/9) 20:00 Estação Botafogo 1 SEG (29/9) 16:00 Est Vivo Gávea 2 SEG (29/9) 22:30 Est Vivo Gávea 2 SEX (26/9) 18:00 Est Barra Point 1 Apenas o fim. 80min &#124; Première Brasil &#8211; – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Amor chega tarde, 86min | Panorama do Cinema Mundial</strong><br />
Direção: Jan Schütte</p>
<p>SAB (27/9) 14:00 Estação Botafogo 1<br />
SAB (27/9) 20:00 Estação Botafogo 1<br />
SEG (29/9) 16:00 Est Vivo Gávea 2<br />
SEG (29/9) 22:30 Est Vivo Gávea 2<br />
SEX (26/9) 18:00 Est Barra Point 1<br />
<strong><br />
Apenas o fim. 80min | Première Brasil &#8211; – Competitiva de Longas</strong><br />
Direção: Matheus Souza</p>
<p>DOM (5/10) 20:15 Odeon Petrobras<br />
SEG (6/10) 13:15 Odeon Petrobras<br />
TER (7/10) 15:40 Est Vivo Gávea 3<br />
TER (7/10) 22:10 Est Vivo Gávea 3</p>
<p><strong>Juventude, 725min | Première Brasil – Competitiva de Longas</strong><br />
Direção: Domingos de Oliveira</p>
<p>SEG (29/9) 22:30 Odeon Petrobras<br />
TER (30/9) 13:30 Odeon Petrobras<br />
QUA (1/10) 13:30 Est Vivo Gávea 3<br />
QUA (1/10) 20:20 Est Vivo Gávea 3</p>
<p><strong>Palavra (En)cantada, 84min | Première Brasil – Competitiva Documentários</strong><br />
Direção: Helena Soldberg</p>
<p>SAB (27/9) 20:00 Odeon Petrobras<br />
DOM (28/9) 13:00 Odeon Petrobras<br />
SEG (29/9) 15:40 Est Vivo Gávea 3<br />
SEG (29/9) 22:10 Est Vivo Gávea 3<br />
<strong><br />
Simonal – Ninguém sabe o duro que dei, 86min | Première Brasil – Hours Concours</strong><br />
Direção: Claudio Manoel, Micael Langer, Calvito Leal</p>
<p>QUA (1/10) 22:30 Odeon Petrobras<br />
QUI (2/10) 11:15 Odeon Petrobras<br />
SEX (3/10) 17:50 Est Vivo Gávea 3<br />
<strong><br />
Um romance de geração, 80min | Première Brasil – Hours Concours</strong><br />
Direção: David França</p>
<p>TER (30/9) 20:00 Odeon Petrobras<br />
QUA (1/10) 11:15 Odeon Petrobras<br />
QUI (2/10) 15:40 Est Vivo Gávea 3<br />
QUI (2/10) 22:10 Est Vivo Gávea 3<br />
<strong><br />
Todo mundo tem problemas sexuais, 80min | Première Brasil – Hours Concours</strong><br />
Direção: Domingos de Oliveira</p>
<p>QUA (8/10) 20:00 Odeon Petrobras<br />
QUI (9/10) 15:40 Est Vivo Gávea 3<br />
QUI (9/10) 22:10 Est Vivo Gávea 3</p>
<p><strong>Paulo Gracindo &#8211; O Bem Amado, 80min | Première Basil &#8211; Retratos</strong><br />
Direção: Gracindo Junior</p>
<p>TER (7/10) 22:30 Odeon Petrobras<br />
QUA (8/10) 10:30 Odeon Petrobras<br />
QUI (9/10) 13:30 Est Vivo Gávea 3<br />
QUI (9/10) 20:00 Est Vivo Gávea 3</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/festival-do-rio-2008/">Veja a cobertura completa do Festival do Rio 2008</a></p>
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		<title>Domingos em dose dupla</title>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2008/09/25/domingos-em-dose-dupla/</link>
		<comments>http://www.revistamoviola.com/2008/09/25/domingos-em-dose-dupla/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 14:22:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Galvão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Marcia Zanelatto]]></category>
		<category><![CDATA[Première Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Todo mundo tem problemas sexuais]]></category>

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		<description><![CDATA[O Festival do Rio, que começa oficialmente amanhã, 26, traz na programação dois filmes de Domingos de Oliveira: Juventude e Todo Mundo tem Problemas Sexuais. Ambos marcam a estréia de Marcia Zanelatto, que trabalha há três anos com o diretor, como colaboradora no roteiro do primeiro filme e assistente de direção no segundo. Marcia enviou, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.festivaldorio.com.br/site2008/" target="_blank"><em><strong>Festival do Rio</strong></em></a>, que começa oficialmente amanhã, 26, traz na programação dois filmes de <strong>Domingos de Oliveira</strong>: <strong><em>Juventude</em></strong> e <em><strong>Todo Mundo tem Problemas Sexuais</strong></em>. Ambos marcam a estréia de <strong>Marcia Zanelatto</strong>, que trabalha há três anos com o diretor, como colaboradora no roteiro do primeiro filme e assistente de direção no segundo.</p>
<p>Marcia enviou, com exclusividade para a <strong>Revista Moviola</strong>, sete motivos para assistir aos filmes &#8211; 14 se somados. Confira abaixo a lista e escolha um ou mais motivos para ir ao cinema.  Os argumentos de Marcia são convincentes. Veja ainda a <a href="http://www.revistamoviola.com/2008/06/02/domingos-oliveira-e-priscilla-rozenbaum/" target="_blank">entrevista</a> que realizamos com o casal <strong>D</strong><strong>omingos Oliveira</strong> e <strong>Priscilla Rozenbaum</strong>.</p>
<p><strong><br />
7 motivos para assistir <em>Juventude</em></strong></p>
<p>1. Dá vontade de viver.</p>
<p>2. O trio Paulo José, Domingos Oliveira e Aderbal Freire-Filho, mestres de quem faz cinema ou teatro, delícias para quem gosta de assistir um ou outro. É imperdível.</p>
<p>3. O roteiro é mais uma pérola semi-biográfica do Domingos. Quem passou por Todas as mulheres do mundo e Separações não pode deixar esse de fora. Domingos aos 70 é de uma beleza incrível.<br />
4. É um filme de médio orçamento e uma lição de como emocionar gastando pouco.</p>
<p>5. A direção de Domingos, filmando há 42 anos, é única. Filma com traços da nouvelle vague e se renova sem se perder nas firulas contemporâneas. Ele sabe filmar.</p>
<p>6. Natara Ney dá um show de bola no corte do filme. Ela trabalha com o conceito juventude e faz o filme ficar ágil como um Mercúrio.</p>
<p>7. A interação entre o roteiro e a produção &#8211; de Renata Paschoal &#8211; é igualmente uma aula. O filme toda rodado em uma única locação, uma mansão em Itaipava, onde a equipe ficou hospedada. E surgem pérolas: a cena sobre as mulheres é na mesa de jogo de dados; sobre virilidade diante do alvo de dardos; na sauna se fala dos sufocos inevitáveis da saúde; à ceia se dão as revelações dos segredos; sob a tempestade (verdadeira, diga-se de passagem) a grande briga; no jardim&#8230; só podia ser no jardim, fala-se sobre escrever.</p>
<p><strong>7 motivos para ver <em>Todo Mundo Tem Problemas Sexuais</em></strong></p>
<p>1. Dá tesão.</p>
<p>2. Pedro Cardoso está hilário, mas isso é redundância. O maior comediante do Brasil desfila sacadas que nos faziam sofrer no set, por não podermos nos derramar em sonoras gargalhadas. E o elenco todo dá show. Claudia Abreu de ninfomaníca, Orã Figueiredo de pervertido, Paloma Riani de cachorra, a dupla Kosovski e Rozenbaum numa tórrida fantasia sexual. Quer mais o que?</p>
<p>3. As histórias são ótimas e Domingos dá outra aula de roteirista, as short cuts.</p>
<p>4. É um enlace sexual do cinema com o teatro. A linguagem do filme só poderia sair da cabeça de um cara que tem tanta intimidade com a câmera quanto com o palco.</p>
<p>5. Vai adiantar muito o trabalho do seu analista. Da sua namorada então&#8230;</p>
<p>6. A arte do Ronald Teixeira é um tesão. Ele pegou o acabado Teatro Dulcina e deu um sacode! As locações são irrepreensíveis!</p>
<p>7. Por fim, porque você nunca viu nada igual. É totalmente diferente de tudo. Talvez seja mais um prenúncio da fusão das artes. Quem viver, verá.</p>
<p>Até lá! Um grande abraço da Marcia Zanelatto.</p>
<p><strong>Juventude, 72min | Première Brasil</strong><br />
Segunda, dia 29/9, às 22h30, no Cine Odeon Petrobras<br />
Terça, dia 30/9, às 13h30, no Cine Odeon Petrobras<br />
Quarta, dia 1/10, às 13h30, no Estação Vivo Gávea 3<br />
Quarta, dia 1/10, às 20h20, no Estação Vivo Gávea 3</p>
<p><strong>Todo mundo tem problemas sexuais, 80min |  Première Brasil</strong><br />
Quarta-feira, dia 8/10,às 20h, no Cine Odeon Petrobras<br />
Quinta-feira, dia 9/10, às 15h40, no Estação Vivo Gávea 3<br />
Quinta-feira, dia 9/10, às 22h10, no Estação Vivo Gávea 3</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/festival-do-rio-2008/">Veja a cobertura completa do Festival do Rio 2008</a></p>
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