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	<title>Revista Moviola - Revista de cinema e artes &#187; Fotografia</title>
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	<description>Revista sobre cinema e artes</description>
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		<title>As Imagens de Claudia Jaguaribe</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 13:04:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Galvão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<description><![CDATA[A fotógrafa carioca Claudia Jaguaribe sempre esteve em contato com as imagens. Antes da fotografia ela já traçava formas e criava imagens por meio de desenhos, gravuras e esculturas. Seu trabalho envolve uma vasta pesquisa e experimentação com diferentes mídias &#8211; fotografia, vídeo e internet. Sob o foco de sua objetiva estão a cidade, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="lightbox" href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/03/01.jpg"><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/03/01_interno.jpg" alt="" width="490" height="276" /></a><br />
A fotógrafa carioca <strong>Claudia Jaguaribe</strong> sempre esteve em contato com as imagens. Antes da fotografia ela já traçava formas e criava imagens por meio de desenhos, gravuras e esculturas. Seu trabalho envolve uma vasta pesquisa e experimentação com diferentes mídias &#8211; fotografia, vídeo e internet. Sob o foco de sua objetiva estão a cidade, a identidade brasileira, o tempo, a paisagem e a subjetividade. Claudia, que vive e trabalha em São Paulo, pensa o tempo todo em imagens e, na entrevista que nos concedeu, fala do fascínio pelo movimento e da conexão entre cinema e fotografia.</p>
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<p><strong><br />
Revista Moviola: Quando surgiu a sua fascinação pela fotografia? </strong></p>
<p><strong>Claudia Jaguaribe:</strong> A fotografia surgiu para mim quando estava cursando história da arte na Boston University. Sempre desenhei, fiz gravura e escultura, mas, quando comecei a fotografar, se abriram muitos outros caminhos. Vi que  fotografando poderia integrar muitos elementos plásticos e conceituais, e ter uma relação mais direta com o mundo fora do atelier.</p>
<p><strong>Revista Moviola: Por que a cidade grande é um dos objetos de desejo de sua câmera? </strong></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1692" title="retrato" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/03/retrato.jpg" alt="Cláudia Jaguaribe" /><strong>Claudia:</strong> O cotidiano  é com certeza um tema dominante para todos os fotógrafos e a cidade é parte desse cotidiano. É um mundo com muitos territórios diferentes para se explorar e  possibilita diversos tipos de tematização e abordagens plásticas.</p>
<p><strong>Revista Moviola: Como é o seu trabalho de pesquisa para encontrar a forma final das imagens? </strong><br />
<strong><br />
Claudia:</strong> Cada trabalho gera uma necessidade de uma pesquisa de meios. O conceito e a forma vão surgindo juntos, mas, intuitivamente, o conceito do trabalho sugere a forma. Por exemplo: na mostra <em><strong>Arquitetura do Medo</strong></em> havia uma necessidade de expor ao maior número possível de pessoas a questão, portanto, a internet tinha que ser o  meio e eu tinha que assimilar a sua linguagem. O site e os vídeos foram todos pensados para o internauta ter a possibilidade de ver o resultado apesar de haver uma instalação com os vídeos na galeria.<br />
<strong><br />
Revista Moviola: A Arquitetura do Medo nasceu a partir de informações coletadas no seu site. Você pode contar como começou esse projeto? </strong><br />
<strong><br />
Claudia:</strong> Criei um site especificamente para o projeto, depois fiz a instalação e, novamente, criei outro site com as respostas e vídeos. O trabalho é o resultado de um longo processo de depuração meu e da <strong>Beatriz Bracher</strong>, que redigiu a forma final dos textos. Havia mais de 3 mil respostas, foi preciso catalogar e processar todas as informações para dar um rumo aos vídeos. Foi um processo que partiu das informações, mas tomamos a liberdade de juntar textos para criar um corpo único. Em alguns casos, os vídeos foram diretamente calcados nas respostas. Em outros trabalhos utilizamos as respostas de forma mais indireta, privilegiando a emoção e não os fatos relatados.<br />
<strong><br />
Revista Moviola: Qual a influência do cinema no seu trabalho? </strong></p>
<p><strong>Claudia:</strong> Ela vem principalmente por meio da fotografia. A iluminação e os enquadramentos trazem uma dinâmica diferente da fotografia. As imagens,  entre cenas importantes em que nada acontece, estabelecem pontos da narrativa que são referencias importantes para fotografia. O desenrolar contínuo da imagem é o que mais me fascina porque te transporta integralmente para dentro do assunto.<br />
<strong><br />
Revista Moviola: Como você ver a ligação entre cinema e fotografia?</strong><br />
<strong><br />
Claudia: </strong>A fotografia está contida no cinema. Não vejo uma sem a outra até porque muitos dos meus trabalhos que se tornam vídeos ou pequenos filmes eram originalmente imagens fixas.</p>
<p><strong>Revista Moviola: O estranhamento do olhar é mais forte na fotografia ou no cinema? </strong></p>
<p><strong>Claudia:</strong> O cinema pela multiplicidade de imagens contida em um filme cria mais situações. Contudo, hoje, a fotografia tem múltiplos recursos de construção. Cada imagem pode ser feita e refeita de mil formas. A fotografia digital trouxe uma liberdade inigualável.</p>
<p><strong>Revista Moviola: Você fez primeiro as fotos do Carandiru para o livro Carandiru – Registro Geral  &#8211; junto com os fotógrafos Marlene Bergamo, Bob Wolfenson, Paulo Vainer, Edouard Fraipont, Thomas Baccaro e Cris Bierrenbach &#8211; ou para o filme de Hector Babenco? </strong></p>
<p><strong>Claudia:</strong> O Hector me convidou para fazer as fotos de cena para o livro. Como fotografei muitos dias de filmagem, resolvi fazer o curta <strong><em>Carandiru </em></strong>a partir das imagens criando uma nova história baseada no filme. São imagens de muito impacto visual, com uma trilha muito densa do <strong>André Mehmari</strong>.</p>
<p><strong>Revista Moviola: Quais trabalhos de still você realizou para o cinema? </strong><br />
<strong><br />
Claudia:</strong> Só para o <strong><em>Carandiru</em></strong> e para o <em><strong>Ariel</strong></em>.</p>
<p><strong>Revista Moviola: Quando você iniciou suas pesquisas em vídeo? </strong></p>
<p><strong>Claudia:</strong> O meu trabalho em vídeo começou no <em><strong>Projeto Aeroporto</strong></em>. Senti necessidade de expandir o trabalho  para imagens em movimento. Era importante ter imagens que tratassem da questão do tempo, a imagem da turbina rodando e as malas que saem na esteira são muito fortes  e retratavam essa passagem do tempo. O trabalho demandava imagens bastante conceituais e fiz sua exposição em três telas, num ambiente em semicírculo. A turbina gira e, lentamente, o diafragma muda alternando cor e velocidade.</p>
<p><strong>Revista Moviola: O que você procura nos vídeos? </strong></p>
<p><strong>Claudia:</strong> As minhas fotos são, em geral, pensadas em séries ou sequencias, mas nem sempre a fotografia dá conta de uma visão mais complexa ou que contenha elementos do movimento. O som é outro fator fundamental para mim. É um grande aliado da imagem, ajuda a construir o ambiente e conduz psicologicamente o espectador.</p>
<p><strong>Revista Moviola: Quais vídeos você realizou?</strong></p>
<p><strong>Claudia: <em>Carandiru</em></strong>, <strong><em>Fantasia</em></strong>, <strong>Caraminhola</strong>, <strong>O vôo</strong>, <em><strong>Para aonde eu vou?</strong></em>, <strong><em>Quando eu vi</em></strong>, <em><strong>Você tem medo do que? Ariel</strong></em>, <strong><em>Tudo é Sofia</em></strong>, e <strong><em>Roma</em></strong>.</p>
<p><strong>Revista Moviola: E o projeto do curta Ariel, que você dirige junto com Mauro Batista, como surgiu? </strong></p>
<p><strong>Claudia: </strong>Eu estava iniciando o projeto do Medo, e o Mauro estava pensando comigo alguns aspectos do projeto. Fui filmar na casa dele e gravamos uma sequencia de um suicídio com o Mauro como ator.  Algum tempo depois, o pai dele se suicidou da mesma forma. Mauro foi para  o enterro do pai e fotografou alguns vestígios dos últimos dias. Quando ele voltou, decidimos fazer o curta e incorporar as imagens porque a coincidência era perturbadora. Parecia que o que havíamos gravado era um ensaio para o <strong><em>Ariel</em></strong>, quase uma premonição.</p>
<p><strong>Revista Moviola: Quais diretores de fotografia você considera emblemáticos no cinema nacional contemporâneo?</strong></p>
<p>Walter Carvalho, Charlone, Affonso Beato e Lula Carvalho.</p>
<p><strong>Revista Moviola: Quais sentimentos surgem e afetam o seu trabalho no dia-a-dia?</strong></p>
<p><strong>Claudia: </strong> O meu trabalho é  decorrente de interesses ou preocupações do dia-a-dia e de questões que não são necessariamente do meu cotidiano.  Fotografo ou penso em imagens o tempo todo, mas, muitas vezes, há um longo período de amadurecimento para se ter a forma final de um projeto. Preciso estar constantemente alerta e me exercitando visualmente e conceitualmente. Há muitos anos eu fotografo  paisagens e nunca tinha pensado em fazer um trabalho especificamente sobre a natureza. Mas a partir da consciência cada vez mais radical da possibilidade do seu fim, fiz  a série <strong><em>Quando eu vi</em></strong> que é sobre o fim da paisagem. Por outro lado, o projeto do Medo foi reflexo da constante sensação de insegurança no dia-a-dia e da violência a que somos submetidos no nosso cotidiano urbano. Faço yoga regularmente e acho que o treino de concentração tem me ajudado muito a perceber coisas que passavam desapercebidas.</p>
<p><strong>Revista Moviola: As imagens que você produz são o seu real? Como acontece o diálogo das imagens com a realidade, o seu repertório, a ficção e o efêmero?</strong></p>
<p><strong>Claudia:</strong> Para mim estas questões se apresentam como limites a serem contornados. O que me interessa é criar um corpo de trabalho que tenha um sentido próprio forte. Uso a fotografia ou o vídeo como meios ou base para documentar, sem necessariamente me ater ao real, é como um escritor que utiliza a linguagem para falar de um universo próprio, mas que depende do mundo exterior. O ponto de vista que assumo em cada trabalho é o que no final define o resultado. No caso do projeto do Medo fiz uma imensa investigação do imaginário dos outros, entretanto, o resultado final é um filtro muito pessoal.</p>
<p><strong>Revista Moviola: Quais os seus projetos atuais?</strong></p>
<p><strong>Claudia:</strong> Fiz uma exposição em Roma, em fevereiro, com imagens e vídeos feitos durante uma residência minha lá. Tenho um livro sobre a série <em><strong>Quando eu vi</strong></em>; uma exposição na galeria Paulo Darzé, na Bahia, e um site para o Museu de Arte Moderna da Bahia. Também tenho um novo projeto de fotografia  sobre a desaceleração do tempo.</p>
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		<title>A Erva do Rato</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 12:20:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Longas]]></category>
		<category><![CDATA[A Erva do Rato]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandra Negrini]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[A Erva do Rato, de Júlio Bressane, 2008, Brasil.   Em 2003, Júlio Bressane lançou Filme de Amor. Cinco anos depois, chega a vez de &#8220;Filme de Sexo (e de Morte)&#8221;, embora o título oficial do longa-metragem seja A Erva do Rato. Livremente inspirado em dois contos de Machado de Assis, A Causa Secreta e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>A Erva do Rato, de Júlio Bressane, 2008, Brasil.</strong></em></p>
<p> </p>
<p>Em 2003, Júlio Bressane lançou <strong><em>Filme de Amor</em></strong>. Cinco anos depois, chega a vez de &#8220;Filme de Sexo (e de Morte)&#8221;, embora o título oficial do longa-metragem seja <strong><em>A Erva do Rato</em></strong>.</p>
<p>Livremente inspirado em dois contos de Machado de Assis, <strong><em>A Causa Secreta</em></strong> e <strong><em>Um Esqueleto</em></strong>, <strong><em>A Erva do Rato</em></strong> começa com o encontro do homem e da mulher no cemitério &#8211; primeiro indício da morte, constante na narrativa. Ele a traz para casa, onde desenvolvem não apenas estranho relacionamento afetivo (em que não há sexo, conquanto atuem como marido e mulher), como também profissional, já que, de início, ela copia extensos ditados sobre vários temas &#8211; que unem História, mitologia, botânica, geografia, Rio de Janeiro -, para depois se submeter a fotos pornográficas, que se concentram principalmente na vagina, nos seios e nas nádegas.</p>
<p>O homem exerce seu desejo sobre a mulher em dois níveis. Primeiro, através da escrita, do que ele dita e ela copia. Segundo, pelo olhar, em que a objetiva da câmera transforma o corpo feminino em modelo a ser regulado, manipulado e controlado. O desejo masculino se confunde com a posse e com o poder, de sorte que a manifestação do erotismo e dos instintos pulsionais lhe ameaça &#8211; a erva do rato aponta justamente para o veneno que corrompe a ordem patriarcal estabelecida.</p>
<p>O homem combate, de maneira obcecada, o despertar da sexualidade feminina, do prazer sensual com que o rato satisfaz a mulher. De início, o roedor devora as fotos e, depois, passeia eroticamente sob os lençóis de Alessandra Negrini &#8211; Júlio Bressane aumenta o grau do desafio ao poder masculino. Para o personagem de Selton Mello, não interessa que a mulher se torne livre e consciente do próprio sexo, mas que permaneça submissa, mero objeto que o homem esquadrinha e cataloga com o olhar. A posse se estende além da morte, ao contrário do desejo: ele continua a fotografá-la, mesmo quando lhe resta apenas o esqueleto &#8211; senhor absoluto da companheira (da pele e dos ossos, do exterior e do interior).</p>
<p>O método científico com que o homem fotografa, analisa e sistematiza a presença da mulher (a repetição das poses, por exemplo) nasce durante o século XIX, período em Machado de Assis escreveu os contos em que <strong><em>A Erva do Rato</em></strong> se baseia. Regulação do corpo em diversos meios que o confinaram, surgimento de discursos múltiplos para domar a sexualidade individual e das ciências humanas para controlar os grupos sociais, mudança do estatuto clássico da visualidade com as técnicas da fotografia, do panorama, do estereoscópio &#8211; em suma, Júlio Bressane transcria as estratégias de poder que se articularam a fim de determinar o papel do sujeito moderno (sobretudo da mulher) dentro regime capitalista de produção.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/festival-do-rio-2008/">Veja a cobertura completa do Festival do Rio 2008</a></p>
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		<title>Fotografe o seu Cinema</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 03:47:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Moviola</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fotografe o seu cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[A campanha da Revista Moviola pelo registro dos cinemas ao redor do mundo agora é permanente! Envie sua foto, antes que ele vire igreja.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.revistamoviola.com">Revista Moviola</a>, preocupada com a efemeridade das salas de exibição, lança a campanha <strong>Fotografe o seu Cinema</strong> <strong>Antes que Ele Vire Uma Igreja</strong>. Faça a foto que bem desejar, como quiser e do ângulo que melhor lhe aprouver. A melhor foto não será premiada, mas quem enviar imagens terá a honra de publicar sua fotografia neste já renomadíssimo veículo.</p>
<p><small>Para enviar sua foto, use o formulário logo abaixo da galeria.</small></p>
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			<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/braganca34.jpg" title="Em Bragança Paulista, o cinema fechou em 2008. O prédio ficou vazio e abandonado e nenhum outro cinema abriu na cidade. A foto é do momento em que as poltronas foram retiradas. Foto enviada por Ana Teresa Braga Ionzi." rel="lightbox[set_6]" >
								<img title="Cine Bragança - Bragança Paulista (SP)" alt="Cine Bragança - Bragança Paulista (SP)" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/thumbs/thumbs_braganca34.jpg" width="100" height="75" />
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			<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/braganca25.jpg" title="Em Bragança Paulista, o cinema fechou em 2008. O prédio ficou vazio e abandonado e nenhum outro cinema abriu na cidade. A foto é do momento em que as poltronas foram retiradas. Foto enviada por Ana Teresa Braga Ionzi." rel="lightbox[set_6]" >
								<img title="Cine Bragança - Bragança Paulista (SP)" alt="Cine Bragança - Bragança Paulista (SP)" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/thumbs/thumbs_braganca25.jpg" width="100" height="75" />
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			<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/braganca17.jpg" title="Em Bragança Paulista, o cinema fechou em 2008. O prédio ficou vazio e abandonado e nenhum outro cinema abriu na cidade. A foto é do momento em que as poltronas foram retiradas. Foto enviada por Ana Teresa Braga Ionzi." rel="lightbox[set_6]" >
								<img title="Cine Bragança - Bragança Paulista (SP)" alt="Cine Bragança - Bragança Paulista (SP)" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/thumbs/thumbs_braganca17.jpg" width="100" height="75" />
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			<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/lyon-10_.jpg" title="Rua do Cine Pathé. Foto enviada por Lourenço Veloso." rel="lightbox[set_6]" >
								<img title="Cine Pathé - Lyon (França)" alt="Cine Pathé - Lyon (França)" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/thumbs/thumbs_lyon-10_.jpg" width="100" height="75" />
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								<img title="Cine Pathé - Lyon (França)" alt="Cine Pathé - Lyon (França)" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/thumbs/thumbs_lyon-09_.jpg" width="100" height="75" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/cine-manaira.jpg" title="O Cine Manaíra fica na cidade de Piancó, no sertão paraibano. O cinema não se tornou igreja, mas depósito de supermercado e hoje é uma boite. Foto enviada por Francisco de Assis Xavier Neto, que lá pisou pela primeira vez para assistir o mega blockbuster Tubarão." rel="lightbox[set_6]" >
								<img title="Cine Manaíra - Piancó (PB)" alt="Cine Manaíra - Piancó (PB)" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/thumbs/thumbs_cine-manaira.jpg" width="100" height="75" />
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			<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/9-de-abril-cinema-009_0.jpg" title="O Cine 9 de Abril, localizado em Volta Redonda (RJ) foi tombado e escapou de virar igreja. Foto enviada por Anderson Alves." rel="lightbox[set_6]" >
								<img title="Cine 9 de Abril - Volta Redonda (RJ)                   " alt="Cine 9 de Abril - Volta Redonda (RJ)                   " src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/thumbs/thumbs_9-de-abril-cinema-009_0.jpg" width="100" height="75" />
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			<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/50anos.jpg" title="Cartaz em comemoração aos 50 anos do Cine 9 de Abril, em Volta Redonda, interior do Rio de Janeiro. Foto enviada por Anderson Alves." rel="lightbox[set_6]" >
								<img title="Cine 9 de Abril - Volta Redonda (RJ)                   " alt="Cine 9 de Abril - Volta Redonda (RJ)                   " src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/thumbs/thumbs_50anos.jpg" width="100" height="75" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/9-de-abril-cinema-002.jpg" title="Depois de 50 anos, não há mais filas quilométricas em torno do Cine 9 de Abril. Foto enviada por Anderson Alves." rel="lightbox[set_6]" >
								<img title="Cine 9 de Abril - Volta Redonda (RJ)            " alt="Cine 9 de Abril - Volta Redonda (RJ)            " src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/thumbs/thumbs_9-de-abril-cinema-002.jpg" width="100" height="75" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/minhas-fotos-juju-897.jpg" title="O cinema Marrocos era um dos mais antigos da cidade de Lajes, em Santa Catarina. Abrigava cerca de mil lugares. Na foto, enviada por Juliana Albuquerque Cesar, uma pequena/cômica confusão do letreiro: Capote virou Pacote." rel="lightbox[set_6]" >
								<img title="Cine Marrocos - Lajes (SC)" alt="Cine Marrocos - Lajes (SC)" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/thumbs/thumbs_minhas-fotos-juju-897.jpg" width="100" height="75" />
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			<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/dsc_3536_0.jpg" title="Detalhe do interior do Cine São Luiz. Foto por: Fernando Secco" rel="lightbox[set_6]" >
								<img title="Cine São Luiz - Fortaleza (CE)" alt="Cine São Luiz - Fortaleza (CE)" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/thumbs/thumbs_dsc_3536_0.jpg" width="100" height="75" />
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			<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/dsc_3514.jpg" title="Fachada do Cine São Luiz durante o II For Rainbow, em 2008. Foto por: Fernando Secco" rel="lightbox[set_6]" >
								<img title="Cine São Luiz - Fortaleza (CE)" alt="Cine São Luiz - Fortaleza (CE)" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/thumbs/thumbs_dsc_3514.jpg" width="100" height="75" />
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			<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/dsc_3524.jpg" title="Hall de entrada do Cine São Luiz. Foto por: Fernando Secco" rel="lightbox[set_6]" >
								<img title="Cine São Luiz - Fortaleza (CE)" alt="Cine São Luiz - Fortaleza (CE)" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/thumbs/thumbs_dsc_3524.jpg" width="100" height="75" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/dsc_3530.jpg" title="A sala de cinema decorada para o II For Rainbow. Foto por: Fernando Secco" rel="lightbox[set_6]" >
								<img title="Cine São Luiz - Fortaleza (CE)" alt="Cine São Luiz - Fortaleza (CE)" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/thumbs/thumbs_dsc_3530.jpg" width="100" height="75" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/dsc_3330.jpg" title="A última linha de resistência dos cinemas de rua são os  cinemas pornográficos. Este é o Orly, próximo ao Odeon. Foto por: Fernando Secco" rel="lightbox[set_6]" >
								<img title="Cine Orly - Rio de Janeiro (RJ)" alt="Cine Orly - Rio de Janeiro (RJ)" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/thumbs/thumbs_dsc_3330.jpg" width="100" height="75" />
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			<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/dsc_3343.jpg" title="O cine Rex fica ao lado do Teatro Rival e próximo ao Odeon, na Cinelândia. Foto por: Fernando Secco" rel="lightbox[set_6]" >
								<img title="Cine Rex - Rio de Janeiro (RJ)" alt="Cine Rex - Rio de Janeiro (RJ)" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/thumbs/thumbs_dsc_3343.jpg" width="100" height="75" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/dsc_3347.jpg" title="Os últimos momentos do Palácio. Foto por: Fernando Secco" rel="lightbox[set_6]" >
								<img title="Cine Palácio - Rio de Janeiro (RJ)" alt="Cine Palácio - Rio de Janeiro (RJ)" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/thumbs/thumbs_dsc_3347.jpg" width="100" height="75" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/dsc_3353.jpg" title="A fachada do Palácio às 14:00. Foto por: Fernando Secco" rel="lightbox[set_6]" >
								<img title="Cine Palácio - Rio de Janeiro (RJ)" alt="Cine Palácio - Rio de Janeiro (RJ)" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/thumbs/thumbs_dsc_3353.jpg" width="100" height="75" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/dsc_3355.jpg" title="A arquitetura antiga, típica de cinemas de rua. Foto por: Fernando Secco" rel="lightbox[set_6]" >
								<img title="Cine Palácio - Rio de Janeiro (RJ)" alt="Cine Palácio - Rio de Janeiro (RJ)" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/thumbs/thumbs_dsc_3355.jpg" width="100" height="75" />
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			<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/dsc_3366.jpg" title="O interior do Cinema Palácio, fechado no momento da foto. Foto por: Fernando Secco" rel="lightbox[set_6]" >
								<img title="Cine Palácio - Rio de Janeiro (RJ)" alt="Cine Palácio - Rio de Janeiro (RJ)" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/gallery/fotografe-seu-cinema/thumbs/thumbs_dsc_3366.jpg" width="100" height="75" />
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