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	<title>Revista Moviola - Revista de cinema e artes &#187; Entrevista</title>
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	<description>Revista sobre cinema e artes</description>
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		<title>Lourenço Mutarelli</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 21:33:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Moviola</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="lightbox" href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2012/02/quando-meu-pai-se-encontrou-com-o-et-fazia-um-dia-quente-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-5223 alignleft" title="Quando o meu pai se encontrou com o ET fazia um dia quente, de Lourenço Mutarelli" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2012/02/quando-meu-pai-se-encontrou-com-o-et-fazia-um-dia-quente-1-300x228.jpg" alt="Quando o meu pai se encontrou com o ET fazia um dia quente, de Lourenço Mutarelli" width="300" height="228" /></a></p>
<p><strong>Lourenço Mutarelli</strong>, quadrinista, escritor e ator, faz aqui uma revisão de sua carreira. Hoje em dia, mais afeito à literatura do que aos quadrinhos, ele explica como se deu a transição que levou o autor do HQ <strong><em>Transubstanciação </em></strong>a se lançar como romancista escrevendo em 2001 o emblemático <strong><em>O Cheiro do Ralo</em></strong>, livro base para o filme dirigido por <strong>Heitor Dhalia</strong>. Aclamado em ambas as linguagens, Mutarelli coleciona seis romances, uma peça de teatro e dezessete álbuns de histórias em quadrinhos. Seu último trabalho, <strong><em>Quando Meu Pai se Encontrou com O ET Fazia Um Dia Quente </em></strong>(foto acima), foi lançado no final de 2011 e até agora ninguém sabe dizer se é uma história ilustrada ou uma HQ disfarçada de literatura. Como ator, o seu maior desafio foi viver o protagonista da adaptação de <a href="http://www.revistamoviola.com/2010/01/25/natimorto/">Natimorto</a>, livro que ele próprio escreveu. Para Mutarelli, seu trabalho é reflexo do inferno pessoal que viveu na juventude. Os desertos e labirintos, os personagens em distúrbio, o realismo fantástico, são sintomas desse e de outros dramas. Mas o que Lourenço Mutarelli mais quer com a sua obra é encontrar a delicadeza, &#8220;mas sem ser banal, sem ser bunda mole&#8221;. Assista a entrevista.<br />
<strong><br />
</strong></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/2012/02/02/lourenco-mutarelli/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p><strong>Créditos</strong></p>
<p><strong></strong><strong>Entrevista e montagem</strong> por <a href="http://www.revistamoviola.com/author/admin/">Aristeu Araújo</a><br />
<strong>Som direto</strong> por Denise Soares<br />
<strong>Produção </strong><a href="http://www.haverfilmes.com.br">Haver Filmes</a></p>
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		<title>Karim Aïnouz</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 13:41:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Mondo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Karim Aïnouz</strong> narra histórias de personagens fortes e mergulha fundo nos seus sonhos, desejos e conflitos. Com uma força e uma poesia peculiares, seus filmes representam o que de melhor tem sido feito na cinematografia brasileira atual. Seus dois primeiros longas-metragens, <strong><em>Madame Satã</em></strong> e <strong><em>O Céu de Suely</em></strong>, são exemplos inequívocos disso.</p>
<p>Recentemente lançou em festivais seu mais novo filme, realizado em parceria com <strong>Marcelo Gomes</strong>, <a href="http://www.revistamoviola.com/2009/09/28/viajo-porque-preciso-volto-porque-te-amo/"><em>Viajo porque preciso, volto porque te amo</em></a>.</p>
<p>Para a TV, <strong>Karim Aïnouz</strong> dirigiu a série <strong><em>Alice</em></strong>, da HBO, experiência que, como afirma na entrevista, foi possível porque não foi feita no ritmo e na linguagem que a televisão geralmente exige.</p>
<p>Nessa entrevista, realizada especialmente para a <a href="http://www.revistamoviola.com.br">Revista Moviola</a> na cidade de Berlim, o cineasta dá ainda sua opinião sobre fazer cinema no Brasil; fala a respeito de sua maneira de fazer filmes, das parcerias com <strong>Marcelo Gomes</strong> e <strong>Sérgio Machado</strong>, além de contar com exclusividade alguns detalhes de seu novo longa-metragem, <strong><em>Praia do Futuro</em></strong>.</p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/2009/11/15/karim-ainouz/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p><strong>Créditos:</strong><br />
Entrevista por <a href="http://twitter.com/arianemondo" target="_blank">Ariane Mondo</a><br />
Fotografia por Lars dos Santos Drawert<br />
Edição por Ariane Mondo &amp; Lars dos Santos Drawert</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/13-mostra-de-cinema-de-tiradentes/">Veja a cobertura completa da 13ª Mostra de Cinema de Tiradentes.</a></p>
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		<title>Domingos e Priscilla</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 04:27:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Moviola</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O casal Domingos Oliveira e Priscilla Rozenbaum protagoniza uma extensa obra no cinema e teatro. Juntos, eles são o que há de mais representativo na cinematografia atual quando o assunto é unir as duas linguagens. Domingos, inclusive, prepara uma peça para ser encenada em salas de exibição. Ele tem no currículo o clássico Todas as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O casal <strong>Domingos Oliveira</strong> e <strong>Priscilla Rozenbaum</strong> protagoniza uma extensa obra no <strong>cinema e teatro</strong>. Juntos, eles são o que há de mais representativo na cinematografia atual quando o assunto é unir as duas linguagens. Domingos, inclusive, prepara uma peça para ser encenada em salas de exibição.  Ele tem no currículo o clássico <em><strong>Todas as Mulheres do Mundo</strong></em>, primeiro filme de sua carreira. Ela já atuou em dezenas de peças dirigidas por Domingos e mais uns tantos filmes. Nesta entrevista os dois falam sobre a grandeza do teatro e do cinema; o papel do ator; a construção do tempo, que no cinema é imbatível, de acordo com Domingos. O casal ainda anuncia o fim do <strong>BOAA </strong>(Baixo Orçamento e Alto Astral), que preconizava filmes com pouca verba e mostrou ao Brasil que é possível fazer cinema de poucos mil reais.</p>
<p align="center"><p><a href="http://www.revistamoviola.com/2008/06/02/domingos-oliveira-e-priscilla-rozenbaum/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p></p>
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		<title>Vladimir Carvalho</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 03:42:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Moviola</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vladimir Carvalho é um dos mais importantes documentaristas do País, dividindo o posto somente com Eduardo Coutinho, que já foi entrevistado por aqui no primeiro número da Revista Moviola. No dia 14 de dezembro de 2007, Vladimir lançou seu mais recente documentário, o Engenho de Zé Lins, focado nas dores e alegrias do escritor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vladimir Carvalho é um dos mais importantes documentaristas do País, dividindo o posto somente com <a href="http://www.revistamoviola.com/2007/09/27/eduardo-coutinho/">Eduardo Coutinho</a>, que já foi entrevistado por aqui no primeiro número da <a href="http://www.revistamoviola.com">Revista Moviola</a>. No dia 14 de dezembro de 2007, Vladimir lançou seu mais recente documentário, o <strong><em>Engenho de Zé Lins</em></strong>, focado nas dores e alegrias do escritor de <strong><em>Menino de Engenho</em></strong> e <strong><em>Meus Verdes Anos</em></strong>, José Lins do Rego. É um filme que transborda afeto, feito de forma independente e que carrega a marca do seu realizador, o mesmo que já brindou a cinematografia brasileira com obras importantíssimas como <strong><em>O País de São Saruê</em></strong> e <strong><em>Conterrâneos Velhos de Guerra</em></strong>. Veja a entrevista que segue. São mais de vinte minutos, também preparados com um bocado de afeto.</p>
<p align="center"><p><a href="http://www.revistamoviola.com/2007/12/20/vladimir-carvalho/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p></p>
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		<title>Sandra Kogut</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 03:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Moviola</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ela começou sua carreira fazendo experimentações com vídeo, montou uma rede de videocabines e fez uma Parabolic People. Inspirada pelo exílio francês, estourou com o obrigatório documentário Um Passaporte Húngaro. Em novembro de 2007 ela estreou no circuito com o singelíssimo Mutum, seu primeiro longa-metragem de ficção. A adaptação da obra Campo Geral, de Guimarães [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ela começou sua carreira fazendo experimentações com vídeo, montou uma rede de videocabines e fez uma <em><strong>Parabolic People</strong></em>. Inspirada pelo exílio francês, estourou com o obrigatório documentário <strong><em>Um Passaporte Húngaro</em></strong>. Em novembro de 2007 ela estreou no circuito com o singelíssimo <strong><em>Mutum</em></strong>, seu primeiro longa-metragem de ficção. A adaptação da obra <strong><em>Campo Geral</em></strong>, de Guimarães Rosa, levou o prêmio de melhor filme no<a href="http://www.revistamoviola.com/festival-do-rio-2007/"> Festival do Rio</a>. Na entrevista a seguir, Sandra Kogut fala de seu processo criativo, dos percalços ao filmar no sertão mineiro e do seu olhar de nômade.</p>
<p align="center"><p><a href="http://www.revistamoviola.com/2007/12/20/sandra-kogut/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p></p>
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