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	<title>Revista Moviola &#187; É Tudo Verdade</title>
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	<description>Revista sobre cinema e artes</description>
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		<title>É tudo verdade no Rio</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 22:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Galvão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Amir Labaki]]></category>
		<category><![CDATA[É Tudo Verdade]]></category>
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		<category><![CDATA[documentários brasileiros]]></category>
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		<category><![CDATA[José Padilha]]></category>
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		<description><![CDATA[Na sua 15ª edição, o Festival É Tudo Verdade exibirá 18 documentários brasileiros inéditos, de curta, média e longa metragem. De 9 a 18 de abril, o público poderá montar sua programação e escolher diversos filmes entre os 71 documentários de 27 países. Sim, é tudo verdade! E a abertura acontece nesta noite no Rio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/04/etudoverdade.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3541" title="etudoverdade" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/04/etudoverdade.jpg" alt="" width="484" height="411" /></a></p>
<p>Na sua 15ª edição, o <a href="http://www.etudoverdade.com.br/2010/index.asp" target="_blank"><strong>Festival É Tudo Verdade</strong></a> exibirá 18 documentários brasileiros inéditos, de curta, média e longa metragem. De 9 a 18 de abril, o público poderá montar sua programação e escolher diversos filmes entre os 71 documentários de 27 países. Sim, é tudo verdade! E a abertura acontece nesta noite no Rio de Janeiro, no Unibanco Arteplex, com a première brasileira de <strong>Segredos da Tribo</strong>, de <strong>José Padilha</strong>.</p>
<p>A entrada é gratuita em todas as salas de cinema. O evento, fundado e dirigido por <strong>Amir Labaki</strong>, foi realizado pela primeira vez em 1996.  Hoje é reconhecido como um dos principais festivais dedicados à cultura do documentário na América Latina.</p>
<p>“Nos dois últimos anos, cerca de um terço das estreias brasileiras têm sido de documentários – com notável repercussão de crítica. No ano passado, foram mais de 30 lançamentos”, constata Labaki. Ele lembra que há toda uma geração de documentaristas que se lançou e se firmou no festival. Entre eles, Cão Guimarães, Evaldo Mocarzel, João Moreira Salles, Maria Augusta Ramos, Marília Rocha, Paschoal Samora e Paulo Sacramento.</p>
<p>Confira a<a href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2010/04/09/primeiro-casamento-entre-mulheres-e-realizado-na-argentina.jhtm" target="_blank"> programação completa</a> e faça sua seleção.</p>
<p>Cenas de <strong>Segredos da Tribo</strong>:</p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/2010/04/09/e-tudo-verdade-amanha-no-rio/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
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		<title>Cildo</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 18:22:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Gustavo Rosa de Moura]]></category>
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		<category><![CDATA[Jia Zhang-Ke]]></category>

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		<description><![CDATA[Cildo: visita guiada pelas obras de Cildo Meireles, com o próprio. Ao longo de 84 minutos, o artista plástico explica e comenta seus trabalhos (Desvio para o Vermelho, Marulho, Torre, Inserções em Circuitos Ideológicos, por exemplo), os quais a câmera de Gustavo Rosa de Moura imediatamente revela aos espectadores &#8211; sejam as instalações já prontas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2079" title="Cildo Meireles." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/04/cildo.jpg" alt="Cildo Meireles." width="180" height="101" /></p>
<p><strong>Cildo</strong>: visita guiada pelas obras de Cildo Meireles, com o próprio. Ao longo de 84 minutos, o artista plástico explica e comenta seus trabalhos (<strong>Desvio para o Vermelho</strong>, <strong>Marulho</strong>, <strong>Torre</strong>, <strong>Inserções em Circuitos Ideológicos</strong>, por exemplo), os quais a câmera  de Gustavo Rosa de Moura imediatamente revela aos espectadores &#8211; sejam as instalações já prontas, ou ainda durante o processo de montagem.</p>
<p>Cildo Meireles declara que escolheu as artes plásticas, em parte, porque não gosta de falar. Contraditoriamente, Gustavo Rosa de Moura lhe dá a palavra &#8211; e se esconde atrás do biografado, uma vez que não constrói discurso próprio, baseando-se por completo no do artista. O diretor não transcria (nas palavras de Júlio Bressane), ou seja, não transforma em imagens cinematográficas as propostas que as obras contem &#8211; sobre o perecível e o descartável, acerca do ciclo econômico dos produtos que marca a sociedade de consumo, sobre as interseções de arte conceitual com a política e a democracia. <strong>Cildo</strong> se apenas ilustra, como jornais e revistas que anexam legendas às fotografias.</p>
<p>Destaca-se, no entanto, a sequência em que Gustavo Rosa de Moura filma as réguas que Cildo Meireles utiliza na obra <strong>Fontes</strong>, da indústria que as produz até a exposição: por breves momentos, <strong>Cildo</strong> lembra <strong>Inútil</strong>, de Jia Zhang-Ke, que não somente registra a alta costura chinesa, como também nos mostra a vida dos trabalhadores na linha de montagem, a penúria dos pequenos alfaiates locais e o envolvimento de gangues mafiosas no comércio têxtil.</p>
<p><strong><small>Cildo, de Gustavo Rosa de Moura, 2008.</small></strong></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/festival-do-rio-2009/">Veja a cobertura completa do Festival do Rio 2009.</a></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/e-tudo-verdade/">Veja a cobertura completa do É Tudo Verdade.</a></p>
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		<title>Domingos</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 14:42:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aristeu Araújo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Domingos Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Ribeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Domingos, filme que abriu a edição de 2009 do festival É Tudo Verdade no Rio de Janeiro, tem um grande mérito, é um documentário íntimo. Acompanhando e entrevistando o cineasta e dramaturgo Domingos Oliveira, o filme pretende traçar um painel sobre a personalidade criativa deste que é reconhecidamente um dos maiores escritores vivos do audiovisual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em><a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/04/domingos.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2070" title="Domingos, de Maria Ribeiro" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/04/domingos.jpg" alt="Domingos, de Maria Ribeiro" width="180" height="135" /></a>Domingos</em></strong>, filme que abriu a edição de 2009 do festival É<a href="http://www.revistamoviola.com/e-tudo-verdade/"> Tudo Verdade</a> no Rio de Janeiro, tem um grande mérito, é um documentário íntimo. Acompanhando e entrevistando o cineasta e dramaturgo <strong>Domingos Oliveira</strong>, o filme pretende traçar um painel sobre a personalidade criativa deste que é reconhecidamente um dos maiores escritores vivos do audiovisual brasileiro.</p>
<p>Recheado de cenas de filmes (novos e antigos), de trechos de especiais veiculados na TV e de filmagens de peças, o longa-metragem apresenta <strong>Domingos Oliveira</strong> como um misto de escritor/diretor e personagem de si mesmo. É que <strong>Domingos Oliveira</strong> fala de amor e, ao longo de sua carreira, suas histórias quase sempre estiveram imbricadas com suas próprias questões, amorosas ou não. Ele próprio fala disso em uma das entrevistas, avaliando que de tanto se expor, acaba por se esconder em suas obras. Você nunca sabe se aquele personagem é ou não ele mesmo.</p>
<p>Um dos exemplos mais marcantes é o seu filme de estreia,<strong><em> Todas as Mulheres do Mundo</em></strong>, de 1966, com <strong>Leila Diniz</strong> e <strong>Paulo José</strong>. No documentário, ele diz o quão sofrido foi rodar aquele filme, já que Domingos havia se separado de Leila Diniz, com quem foi casado por três anos. O longa é tido até hoje como a sua maior obra.</p>
<p><strong>Maria Ribeiro</strong>, a diretora, acompanhou Domingos em várias ocasiões (e por um período longo). Ela o conheceu ao fazer um teste para o filme <strong><em>Amores</em></strong>. Acabou participando de outros filmes e peças. A proximidade da atriz com o diretor é notória, percebe-se na intimidade com que a câmera trata o próprio Domingos, o acompanhando nas três comemorações de seu aniversário de 70 anos, em quartos de hotéis, em ensaios.</p>
<p><strong><em>Domingos </em></strong>é um filme que se assiste com um sorriso constante no rosto, muito mais por causa de seu personagem central, que sabe à sua maneira fazer rir e ser profundo ao mesmo tempo; que não canta tão bem, mas mesmo assim se apresenta regularmente (este é um viés pouco conhecido do artista, abordado com ênfase no documentário).</p>
<p><strong><em>Domingos</em></strong>, em suma, é um documentário homenagem. E por essa afirmação, pode-se ler o que há de bom e ruim nas homenagens. É um filme elogioso, feito com amor. Mas também é um documentário padrão, assentado sobre uma estrutura convencional de entrevistas e imagens de arquivos.</p>
<p><strong><em><small>Domingos, de Maria Ribeiro, 2008</small></em></strong></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /><br />
<strong>Leia ainda</strong></p>
<p>Entrevista em vídeo com <a href="http://www.revistamoviola.com/2008/06/02/domingos-oliveira-e-priscilla-rozenbaum/">Domingos Oliveira e Priscilla Rozenbaum</a><br />
Crítica do filme <a href="http://www.revistamoviola.com/2008/10/05/juventude/">Juventude</a>, de Domingos Oliveira</p>
<h4><a href="../e-tudo-verdade/">Veja a cobertura completa do É Tudo Verdade</a></h4>
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		<title>Chapa</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 19:48:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tatiana Toffoli]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Chapas&#8221; são acompanhantes que guiam os caminhoneiros pela cidade de São Paulo. Eles indicam as melhores estradas e ruas para os que desconhecem a geografia paulistana. Tatiana Toffoli segue dois &#8220;chapas&#8221;, embora não justifique dramática ou narrativamente por que os escolheu. Documentário observacional, Chapa aposta sobretudo no relacionamentos que as personagens estabelecem dentro das boléias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2047" title="Chapa, de Tatiana Toffoli." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/03/chapa.jpg" alt="Chapa, de Tatiana Toffoli." width="180" height="101" /></p>
<p>&#8220;Chapas&#8221; são acompanhantes que guiam os caminhoneiros pela cidade de São Paulo. Eles indicam as melhores estradas e ruas para os que desconhecem a geografia paulistana.</p>
<p>Tatiana Toffoli segue dois &#8220;chapas&#8221;, embora não justifique dramática ou narrativamente por que os escolheu. Documentário observacional, <strong><em>Chapa</em></strong> aposta sobretudo no relacionamentos que as personagens estabelecem dentro das boléias dos caminhões, com especial atenção para os diálogos que travam.</p>
<p><strong><em>Chapa</em></strong>, porém, cresce na sequência em que Tatiana Toffoli revela, no meio aos avisos de fretes, a dinâmica da economia que une &#8220;chapas&#8221; e caminhoneiros.</p>
<p>O rap que encerra o filme é totalmente dispensável.</p>
<p><em><strong><small>Chapa, de Tatiana Toffoli, 2008</small></strong></em></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/e-tudo-verdade/">Veja a cobertura completa do É Tudo Verdade</a></p>
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		<title>No Tempo de Miltinho</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 07:11:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cinebiografia do sambista Miltinho, que cobre sessenta anos da carreira do artista &#8211; do início, nos anos 40, nos grupos musicais em que tocava pandeiro, até a carreira solo que influenciou intérpretes como Zeca Pagodinho e Elza Soares. Ao contrários de outros documentários que retratam personagens reais &#8211; Domingos e Cildo, por exemplo, também em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2034" title="Miltinho, amante do tempo." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/03/notempodemiltinho.jpg" alt="Miltinho, amante do tempo." width="180" height="113" /></p>
<p>Cinebiografia do sambista Miltinho, que cobre sessenta anos da carreira do artista &#8211; do início, nos anos 40, nos grupos musicais em que tocava pandeiro, até a carreira solo que influenciou intérpretes como Zeca Pagodinho e Elza Soares.</p>
<p>Ao contrários de outros documentários que retratam personagens reais &#8211; <strong><em>Domingos</em></strong> e <strong><em>Cildo</em></strong>, por exemplo, também em cartaz no <strong><em>É Tudo Verdade</em></strong> -, <strong><em>No Tempo de Miltinho</em></strong> não se torna refém daquele que homenageia. Embora lhe dê a palavra, André Weller não a aceita enquanto verdade absoluta, de modo que filme e personagem travam diálogo semelhante ao do sambista com as orquestras que o acompanhavam: ele dois compassos antes ou depois da cabeça da nota, preenchendo os vazios, mas sempre na cadência do ritmo.</p>
<p>No próprio título, André Weller destaca a importância do ritmo para o filme: &#8220;No Tempo de Miltinho&#8221; não se refere à cronologia dos eventos na vida personagem, e sim à pulsação dos sons, ao andamento da música que alimenta o sambista.</p>
<p>Miltinho admira tanto o ritmo que possui 110 relógios. André Weller pergunta ao músico &#8211; na única intervenção direta do cineasta ao longo do filme &#8211; se é o tempo que o define, ao que o biografado concorda.</p>
<p>A capacidade de se aliar ao tempo e de transformá-lo em arte.</p>
<p><strong><em><small>No Tempo de Miltinho, de André Weller, 2008.</small></em></strong></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/e-tudo-verdade/">Veja a cobertura completa do É Tudo Verdade</a></p>
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		<title>Leituras Cariocas</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 01:23:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Metrô]]></category>
		<category><![CDATA[Wim Wenders]]></category>

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		<description><![CDATA[Passageiros leem no metrô carioca, em flagrantes que revelam pensamentos, amores, sonhos e emoções. Em Leituras Cariocas, Consuelo Lins trabalha com o registro de momentos efêmeros, suspensos no tempo &#8211; que se estabelecem a partir do uso de imagens altamente estetizadas e da câmera lenta. A diretora não somente acompanha as personagens, mas antes interfere [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2027" title="Leituras Cariocas: pastiche de Wim Wenders." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/03/leiturascariocas.jpg" alt="Leituras Cariocas: pastiche de Wim Wenders." width="180" height="120" /></p>
<p>Passageiros leem no metrô carioca, em flagrantes que revelam pensamentos, amores, sonhos e emoções.</p>
<p>Em <strong><em>Leituras Cariocas</em></strong>, Consuelo Lins trabalha com o registro de momentos efêmeros, suspensos no tempo &#8211; que se estabelecem a partir do uso de imagens altamente estetizadas e da câmera lenta.</p>
<p>A diretora não somente acompanha as personagens, mas antes interfere na composição do espaço-tempo. A câmera de <strong><em>Leituras Cariocas</em></strong><em></em> domina o olhar, assim como os anjos de Wim Wenders em <strong><em>Asas do Desejos</em></strong>, que observam os humanos e lhes percebem os mais inconfessáveis sentimentos. Não por acaso, ambos os filmes utilizam o mesmo recurso narrativo: as vozes em off para revelar a alma dos passantes.</p>
<p>No entanto, ao contrário dos anjos em <strong><em>Asas do Desejo</em></strong><em></em>, não há elemento interno à narrativa que intermedie e justifique a relação entre câmera e personagens em <strong><em>Leituras Cariocas</em></strong> (embora a diretora procure vínculos, sem sucesso, com as câmeras de segurança do metrô).</p>
<p>Sobra, portanto, gratuidade e afetação em <strong><em>Leituras Cariocas.</em></strong></p>
<p><small><em><strong>Leituras Cariocas, de Consuelo Lins, 2009.</strong></em></small></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/e-tudo-verdade/">Veja a cobertura completa do É Tudo Verdade</a></p>
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		<title>É Tudo Verdade 2009</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 16:16:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Moviola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[É Tudo Verdade]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir do dia 25 de março será realizada a 14ª edição do festival É Tudo Verdade. Trata-se do maior evento cinematográfico do país dedicado ao documentário. Na programação, destaque para a competição nacional com sete filmes de média e longa-metragem. Entre eles, Moscou, novo documentário de Eduardo Coutinho, no qual acompanha ensaios do Grupo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-1877 alignleft" title="É Tudo Verdade - Foto: Divulgação" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/03/e-tudo-verdade-2.jpg" alt="É Tudo Verdade - Foto: Divulgação" width="281" height="401" />A partir do dia 25 de março será realizada a 14ª edição do festival <strong>É Tudo Verdade</strong>. Trata-se do maior evento cinematográfico do país dedicado ao documentário.</p>
<p>Na programação, destaque para a competição nacional com sete filmes de média e longa-metragem. Entre eles, <strong><em>Moscou</em></strong>, novo documentário de <a href="http://www.revistamoviola.com/2007/09/27/eduardo-coutinho/">Eduardo Coutinho</a>, no qual acompanha ensaios do <strong>Grupo Galpão</strong>, de Belo Horizonte, para a montagem da peça <strong><em>Três Irmãs</em></strong>, de <strong>Tchecov</strong>.</p>
<p>O É Tudo Verdade acontece de 25 de março a 5 de abril, em São Paulo, e de 26 de março a 5 de abril, no Rio de Janeiro. Em Brasília, o festival é realizado de 13 a 26 de abril.</p>
<p><strong>Competitiva Nacional do É Tudo Verdade</strong></p>
<p><strong><em>A Chave da Casa</em></strong>, de Paschoal Samora e Stela Grisotti (SP, 68 min)</p>
<p><em>Dois momentos na vida de exilados palestinos de origem iraquiana: o cotidiano num campo de refugiados entre Jordânia e Iraque e os desafios da adaptação em suas novas vidas no Brasil.</em></p>
<p><strong><em>Cidadão Boilesen</em></strong>, de Chaim Litewski (RJ, 92 min)</p>
<p><em>Um exame do financiamento da repressão violenta à luta armada no Brasil por grandes empresários, a partir da trajetória do dinamarquês Henning Albert Boilesen (1916-1971), presidente do grupo Ultra executado pela guerrilha urbana por suas ligações com a Oban.</em></p>
<p><strong><em>Cildo</em></strong>, de Gustavo Rosa de Moura (RJ, 84 min)</p>
<p><em>A vida, a obra e as idéias de Cildo Meirelles, um dos principais artistas plásticos brasileiros, vencedor do Prémio Velásquez em 2008. </em></p>
<p><strong><em>Corumbiara</em></strong>, de Vincent Carelli (PE, 117 min)</p>
<p><em>Em 1985, a gleba Corumbiara, no sul de Rondônia, foi cenário de um massacre de índios isolados. Desde então o documentarista Carelli luta com sua câmera contra o esquecimento. É hora de balanço.</em></p>
<p><strong><em>Garapa</em></strong>, de José Padilha (RJ, 110 min)</p>
<p><em>Segundo a ONU, a fome afeta hoje 920 milhões de pessoas – dos quais 11 milhões de brasileiros. Apesar de programas assistenciais do governo, diversas famílias vivem ainda o pesadelo diário da falta de proteínas. Eis o cotidiano de três delas, no Ceará de hoje.</em></p>
<p><strong><em>Moscou</em></strong>, de Eduardo Coutinho (RJ, 80 min)</p>
<p><em>Os ensaios do Grupo Galpão, de Belo Horizonte, da peça “Três Irmãs” de Tchecov, sob a direção de Enrique Diaz.  Os bastidores de um espetáculo que não chegará ao palco, numa experiência catalisada pelo e para o filme.</em></p>
<p><strong><em>Sobreviventes</em></strong>, de Miriam Chnaidermann e Reinaldo Pinheiro (SP, 52 min)</p>
<p><em>Diversos personagens de diferentes sexos, profissões e origens sociais relatam em primeira pessoa sua viagem particular a uma situação limite.</em></p>
<p><strong>É Tudo Verdade</strong></p>
<p><strong>São Paulo</strong><br />
25 de março a 5 de abril</p>
<p><strong>Rio de Janeiro</strong><br />
26 de março a 5 de abril</p>
<p><strong>Brasília</strong><br />
13 a 26 de abril</p>
<p>No Rio de Janeiro o festival será exibido nas salas Unibanco ArtePlex 6, Centro Cultural Banco do Brasil e Cinemark Downtown.</p>
<p>Em São Paulo, nas salas Cinesesc, Centro Cultural Banco do Brasil, Cinemark Shopping Center Eldorado,Cinemateca Brasileira  e  Cinusp.</p>
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