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	<title>Revista Moviola &#187; Debate</title>
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	<description>Revista sobre cinema e artes</description>
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		<title>Debate: dramaturgos contemporâneos</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 11:14:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Galvão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[dramaturgos contemporâneos]]></category>
		<category><![CDATA[fórum de cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[O Fórum de Ciência e Cultura, o curso de Direção Teatral da Escola de Comunicação e o curso de Cenografia e Indumentária da UFRJ realizam, na abertura da Mostra Mais 2009,  debate entre diretores sobre dramaturgos contemporâneos. O evento acontece no dia 26 de junho, às 16h40, no salão Moniz de Aragão do Fórum de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Fórum de Ciência e Cultura, o curso de Direção Teatral da Escola de Comunicação e o curso de Cenografia e Indumentária da UFRJ realizam, na abertura da <strong>Mostra Mais 2009</strong>,  debate entre diretores sobre dramaturgos contemporâneos. O evento acontece no dia 26 de junho, às 16h40, no salão Moniz de Aragão do Fórum de Ciência e Cultura.</p>
<p>Participarão do evento os diretores <strong>Enrique Diaz</strong>, <strong>Gilberto Gawronski</strong>, <strong>Felipe Vidal </strong>e <strong>Ivan Sugahara</strong>, que apresentarão, respectivamente, as encenações que fizeram de <strong>Daniel Maclvor</strong>,<strong>Tom Stoppard</strong>, <strong>Bernard Koltès</strong> e <strong>Jean-Luc Lagarce</strong>. Mais informações no <a href="http://www.forum.ufrj.br" target="_blank">site do fórum</a>.</p>
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		<title>Debate Cinema Queer Espanhol</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 20:06:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Paiva Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Queer Espanhol]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Mix Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[A grande desvantagem de ser o único representante de uma revista eletrônica como a Moviola é esta: não poder acompanhar todos os eventos, especialmente os mais importantes. Ou seja, fico devendo, para um próximo Mix Brasil, uma cobertura do evento mais disputado a tapas, pontapés e sandaliadas para entrar, o Show do Gongo. Nada podendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A grande desvantagem de ser o único representante de uma revista eletrônica como a <a href="http://www.revistamoviola.com">Moviola</a> é esta: não poder acompanhar todos os eventos, especialmente os mais importantes. Ou seja, fico devendo, para um próximo <a href="http://www.revistamoviola.com/16-mix-brasil/">Mix Brasil</a>, uma cobertura do evento mais disputado a tapas, pontapés e sandaliadas para entrar, o <strong>Show do Gongo</strong>.</p>
<p>Nada podendo fazer a respeito disso, fui ao <strong>Instituto Cervantes</strong> ver algo mais sisudo: um debate com o produtor <strong>Pau G. Guillén</strong>, co-diretor, ao lado de <strong>Castón</strong>, do <strong>Festival Zinegoak</strong> e integrante do júri oficial do <a href="http://www.revistamoviola.com/16-mix-brasil/">16º Mix Brasil</a>, e o cineasta <strong>Nacho G. Vellila</strong>, do filme <em><strong>Fuera de Carta</strong></em>, que estava o Panorama Internacional do Mix Brasil.</p>
<p>O assunto do debate estava na pergunta feita no título: “Cinema Queer Espanhol: nicho de mercado ou uma expressão sócio-cultural?”</p>
<p>(Pai dos burros in <em>english</em>: usamos o termo gay para designar o povo LGBT não apenas pela notória influência da língua inglesa, mas por ser um termo bem afirmativo, menos erudito do que homossexual e menos ofensivo do que “bicha”, “viado” – assim mesmo, com i; cortesia da turma do falecido Pasquim – etc., etc. e tal. Isso não quer dizer que os gringos não tenham seus próprios termos homófobos para os gays. É mais ou menos o caso de queer, que, numa tradução mais ou menos tosca, quer dizer exatamente “bicha”, “viado” etc., etc. e tal.)</p>
<p>Mas voltando à vaca fria. Cinema queer espanhol: nicho de mercado ou uma expressão sócio-cultural?</p>
<p>Bom, primeiro precisamos definir de qual cinema espanhol estamos falando – se é o cinema espanhol falado em castelhano e exportado para o mundo, ou se inclui os cinema falados nas outras línguas do reino de Juan Carlos I. Por exemplo, o cinema falado no enigmático idioma do País Basco.</p>
<p>Aliás, este ano, uma das programações especiais do Mix Brasil foi de uma seleção de filmes do Zinegoak, o festival de cinema e vídeo LGBT de Bilbao, uma das mais importantes cidades do País Basco. E, por increça que parível, há uns filmes bem interessantes neste programa.</p>
<p>Por exemplo, o divertido desencontro de <em><strong>A domicílio</strong></em>, de <strong>Mariel Macia</strong> (2007). Poderia ser mais curto que os seus 26&#8242;, que resolveria melhor, mas diverte assim mesmo.</p>
<p>Ou o inteligente tabuleiro de xadrez narrativo de <em><strong>Encruzijados</strong></em>, de <strong>Roberto Menéndez</strong> (2006, 8&#8242;).</p>
<p>Ou a passagem para a idade adulta de <em><strong>En el Instituto</strong></em>, de <strong>Xavi Sala</strong> (2007, 3&#8242;). Bacana mesmo.</p>
<p>Mas voltando ao debate. Uma das histórias que Nacho e Guillen contam – e que pode elucidar algumas coisas sobre esse assunto – é a de um produtor claramente homofóbico que, de uma hora para outra, com o sucesso de alguns filmes de temática e personagens LGBT, resolveu investir para valer neste filão.</p>
<p>Ou seja, mesmo não sendo muito fácil ainda, a pergunta-tema deste debate está se tornando um círculo virtuoso de corte bem capitalista: o cinema LGBT começa como uma expressão sócio-cultural, que chama a atenção de investidores pela repercussão e pelo público-alvo e se torna um nicho de mercado, que se desenvolve e reforça mais ainda uma expressão sócio-cultural, que reforça mais ainda este nicho de mercado, e por aí vai.</p>
<p>Delirium tremens deste escriba? Não, é a opinião dele. E não é uma opinião muito delirante, se compararmos com a situação brasileira, onde as sociochanchadas atacam no cinema, os produtos da Endemol dividem espaço com a produção estrangeira na TV paga, e os pastores evangélicos dividem espaço com os dois acima citados na TV aberta&#8230;</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/16-mix-brasil/">Veja a cobertura completa do 16º Festival Mix Brasil</a></p>
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		<title>Visões do Documentário</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 16:46:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Galvão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclo de debates]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[SESC Copacabana]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante todas as quartas do mês de agosto acontece o Ciclo de Debates Visões do Documentário Brasileiro, das 19 às 21h, no SESC Copacabana. Oito documentaristas debatem entre si e com o público as suas impressões sobre a produção atual e a presença do documentário na cultura contemporânea. Eduardo Coutinho, João Salles, Silvio Tendler, Guilherme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante todas as quartas do mês de agosto acontece o <strong>Ciclo de Debates Visões do Documentário Brasileiro</strong>, das 19 às 21h, no SESC Copacabana. Oito documentaristas debatem entre si e com o público as suas impressões sobre a produção atual e a presença do documentário na cultura contemporânea. <strong><em>Eduardo Coutinho</em></strong>, <em><strong>João Salles</strong></em>, <strong><em>Silvio Tendler</em></strong>, <em><strong>Guilherme Coelho</strong></em>, <strong><em>Eryk Rocha</em></strong>, <strong><em>Joel Pizzini</em></strong>, <strong><em>Roberto Berliner</em></strong> e <em><strong>João Jardim</strong></em> participam, em duplas, de quatro debates mediados pelo cineasta <em><strong>Victor Lopes.</strong></em></p>
<p>A proposta do evento é reunir realizadores e produtores para compartilhar criativa e pragmaticamente as suas experiências e impressões de se fazer cinema documental no Brasil. Abordando diferentes faces do seu ofício, os cineastas convidados irão refletir sobre diferentes áreas do documentário a partir de suas obras e visões de mundo. No dia 6 de Agosto, Eduardo Coutinho e João Salles abrem o Ciclo.</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<ul>
<li>6/08 &#8211; <strong>PROCESSO DE CRIAÇÃO</strong> – O processo de criação dos diretores. A escolha do Tema. O peso da pesquisa e o trabalho de roteiro. A construção do filme. Improviso e controle na Filmagem. Os dilemas da Montagem. O envolvimento na produção, distribuição e lançamento. A relação com público e crítica. Impressões do doc brasileiro contemporâneo.</li>
</ul>
<p>         Convidados: Eduardo Coutinho e João Moreira Salles</p>
<ul>
<li>13/08 &#8211; <strong>PRODUÇÃO INDEPENDENTE</strong> &#8211; A realização e produção independente de documentários no Brasil. Risco financeiro e perspectivas de exibição. Mercado de Cinema e TV. Abertura de espaços na TV aberta e TV a cabo. Indústria criativa e documentário. Impressões do doc brasileiro contemporâneo.</li>
</ul>
<p>         Convidados: Silvio Tendler e Guilherme Coelho</p>
<ul>
<li>20/08 &#8211; <strong>DOCUMENTÁRIO DE INVENÇÃO</strong> – O documentário como território de invenção cinematográfica. Experimentação e documentário: a transcendência do real. Mistura de técnicas e linguagens. O espaço do documentário autoral na história recente do cinema brasileiro. Impressões do doc brasileiro contemporâneo.</li>
</ul>
<p>         Convidados: Eryk Rocha e Joel Pizzini</p>
<ul>
<li>27/08 &#8211; <strong>DISTRIBUIÇÃO</strong> – Perspectivas de distribuição do documentário brasileiro para Cinema. Conquistas e desafios. Criação e distribuição: projetos bem sucedidos e suas lições. Circuito de exibição e mercado de DVD. Impressões do doc brasileiro contemporâneo.</li>
</ul>
<p>         Convidados: Roberto Berliner e João Jardim</p>
<p>Veja como chegar ao <a target="_blank" href="http://www.sescrio.org.br/main.asp?Team={E38525F1-DD95-442C-B60D-6DEDE18509D3}">Sesc Copacabana</a>.</p>
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