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	<title>Revista Moviola &#187; Curta-metragem</title>
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	<description>Revista sobre cinema e artes</description>
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		<title>CurtaDoc exibe personagens memoráveis</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 15:52:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Moviola</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A SESCTV, canal 3 da Sky, exibirá hoje a última reprise do Programa CurtaDoc que mostra anônimos para o grande público, mas notáveis em seus ambientes de atuação. Os personagens dos três documentários em cartaz no CurtaDoc são referências da história e da arte brasileira. Os filmes compreendem o período da Segunda Guerra Mundial ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3237" title="guruguris" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/12/guruguris.jpg" alt="guruguris" width="455" height="266" /></p>
<p>A <strong>SESCTV</strong>, canal 3 da Sky, exibirá hoje a última reprise do Programa <strong>CurtaDoc</strong> que mostra anônimos para o grande público, mas notáveis em seus ambientes de atuação. Os personagens dos três documentários em cartaz no<strong> CurtaDoc</strong> são referências da história e da arte brasileira. Os filmes compreendem o período da <strong>Segunda Guerra Mundial </strong>ao início do século 21.</p>
<p><strong>Documentários exibidos:</strong></p>
<p><em><strong>U-507</strong></em>,  que aborda o afundamento de quatro navios brasileiros na costa de Sergipe durante a Segunda Guerra. Teriam sido os norteamericanos os autores dos bombardeios, com o objetivo de responsabilizar a Alemanha pelo ataque e agregar o Brasil aos Aliados? No filme é privilegiado o ponto de vista dos moradores da região do Mosqueiro e Areia Branca, em Aracaju, que testemunharam o fato. <strong><em>U-507</em></strong> faz uso de animações para narrar ao público esta passagem dramática da história do Brasil e especialmente de Sergipe.</p>
<p><em><strong>Guru e os Guris</strong></em>, rodado em preto e branco, foi realizado em 1973 por dois representantes do <strong>cinema marginal</strong> de São Paulo, <strong>Jairo Ferreira</strong> e <strong>Carlos Reichenbach</strong>. O personagem retratado é <strong>Maurice Legeard</strong> (1922-1997), um francês que se mudou com oito anos para o Brasil. Crítico e realizador, Legeard foi um dos gurus do cineclubismo brasileiro. Dono de uma personalidade forte e imprevisível, era amado ou odiado. Em meados de 1950, passou a integrar o <strong>Clube de Cinema de Santos</strong>, fundado em 1948. De simples associado, foi secretário, tesoureiro, coordenador e presidente. Legeard criou a Cinemateca de Santos, local de referência da memória do cinema no litoral paulista.</p>
<p><em><strong>Rua da Escadinha 162</strong></em> é sobre o<strong> Museu Christiano Câmara</strong>, de Fortaleza, que contém mais de 20 mil peças em sua coleção, incluindo discos de vinil, fotografias, revistas e enciclopédias. Desde o início do documentário, quem se sobresai é o personagem que dá nome ao museu. Logo é possível perceber que uma das principais paixões de Christiano é música. É através dos principais compositores dos anos 30 e 40 que ele faz uma abordagem da história da cultura brasileira. Christiano começou como um colecionador modesto e atualmente possui uma das mais importantes referências culturais no Ceará. O diretor do filme é seu sobrinho.</p>
<p>O programa CurtaDoc é uma realização do SESCTV e a produção é da Contraponto. A previsão para a primeira etapa da série é ser exibida semanalmente até julho de 2010. Estão sendo apresentados 125 filmes de um total de 520 inscritos em <a href="http://www.curtadoc.tv" target="_blank">www.curtadoc.tv</a>. As inscrições continuam e o site será transformado em um banco de dados sobre o documentário em curta-metragem no Brasil.</p>
<p><strong><a href="http://www.sesctv.org.br" target="_blank">Programa CurtaDoc</a></strong><br />
Episódio 7: Memória<br />
Quando: 13/12/2009, às 19h.<br />
SESCTV: canal 3 da Sky em todo país</p>
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		<title>Premiados no Anima Mundi &#8211; RJ</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 08:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[JÚRI POPULAR Melhor Filme de Estudante 1. Our Wonderful Nature, de Tomer Eshed. 2. For Sock&#8217;s Sake, de Carlos Vogele. 3. Seconde Classe, de Boris Belghiti. Melhor Longa-Metragem 1. Mia et le Migou, de Jacques Remy-Girerd. 2. $9,99, de Tatia Rosenthal. 3. The Good Soldier Shweik, de Robert Crombie. Melhor Animação Infantil 1. Paul e o Dragão, de Albert&#8217;t Hooft e Paco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2580" title="Muto, de Blu: melhor filme pelo júri profissional." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/07/muto.jpg" alt="Muto, de Blu: melhor filme pelo júri profissional." width="496" height="372" /></p>
<p><strong>JÚRI POPULAR</strong></p>
<p>Melhor Filme de Estudante<br />
1. <strong>Our Wonderful Nature</strong>, de Tomer Eshed.<br />
2. <em><strong>For Sock&#8217;s Sake</strong>, de Carlos Vogele.</em><br />
3. <strong>Seconde Classe</strong>, de Boris Belghiti.</p>
<p>Melhor Longa-Metragem<br />
1. <strong>Mia et le Migou</strong>, de Jacques Remy-Girerd.<br />
2. <strong>$9,99</strong>, de Tatia Rosenthal.<br />
3. <strong>The Good Soldier Shweik</strong>, de Robert Crombie.</p>
<p>Melhor Animação Infantil<br />
1. <strong>Paul e o Dragão</strong>, de Albert&#8217;t Hooft e Paco Vink.<br />
2. <strong>Achados e Perdidos</strong>, de Philip Hunt.<br />
3. <strong>O Rei da Ilha</strong>, de Raimondo Della Calce.</p>
<p>Melhor Animação Brasileira<br />
1. <strong>Josué e o Pé de Macaxeira</strong>, de Diego Viegas.<br />
2. <strong>O Divino, De Repente</strong>, de Fábio Yamaji.<br />
3. <strong>O Anão que Virou Gigante</strong>, de Marão.</p>
<p>Melhor Curta-Metragem<br />
1. <strong>Mon Chinois</strong>, de Cédric Villain.<br />
2. <strong>This Way Up</strong>, de Smith &amp; Folkes.<br />
3. <strong>Wallace and Gromit: A Matter of Loaf and Death</strong>, de Nick Park.</p>
<p><strong>JÚRI PROFISSIONAL</strong></p>
<p>Melhor Trilha Sonora<br />
<strong>Le Petit Dragon</strong>, de Bruno Collet.</p>
<p>Melhor Roteiro<br />
<strong>Skhizen</strong>, de Jeremy Clapin.</p>
<p>Melhor Direção de Arte<br />
<strong>French Roast</strong>, de Fabrice Joubert.</p>
<p>Melhor Animação<br />
<strong>Muto</strong>, de Blu (veja abaixo, no Youtube).</p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/2009/07/22/premiados-do-anima-mundi-rj/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>Melhor Filme de Encomenda<br />
<strong>Audi &#8220;Unboxed&#8221;</strong>, de Aaron Duffy e Russell Brooke.</p>
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		<title>Lista &#8211; Melhores do Anima Mundi</title>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2009/07/21/lista-melhores-do-anima-mundi/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 17:25:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após 18 sessões competitivas de curtas, os 20 melhores filmes que vi no Anima Mundi: 1. I Am So Proud of You, de Don Hertzfeldt 2. Mon Chinois, de Cédric Villain 3. Skhizein, de Jeremy Clapin 4. Wallace and Gromit: A Matter of Loaf and Death, de Nick Park 5. The Heart of Amos Klein, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2567" title="A obra-prima I Am So Proud of You, de Don Hertzfeldt." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/07/iamsoproudofyou1.jpg" alt="A obra-prima I Am So Proud of You, de Don Hertzfeldt." width="500" height="373" /></p>
<p>Após 18 sessões competitivas de curtas, os 20 melhores filmes que vi no Anima Mundi:</p>
<p>1. <strong>I Am So Proud of You</strong>, de Don Hertzfeldt<br />
2. <strong>Mon Chinois</strong>, de Cédric Villain<br />
3. <strong>Skhizein</strong>, de Jeremy Clapin<br />
4. <strong>Wallace and Gromit: A Matter of Loaf and Death</strong>, de Nick Park<br />
5. <strong>The Heart of Amos Klein</strong>, de Michael e Uri Kranot<br />
6. <strong>Lögner</strong>, de Jonas Odell<br />
7. <strong>Arc</strong>, de Ferenc Cakó<br />
8. <strong>Damaged Goods</strong>, de Barnaby Barford<br />
9. <strong>Krokodill</strong>, de Kaspar Jancis<br />
10. <strong>The Phantom of Cinema</strong>, de Erik van Schaail<br />
11. <strong>Variété</strong>, de Roelof van der Bergh<br />
12. <strong>Rabbit Punch</strong>, de Kristian Andrews<br />
13. <strong>Camilla</strong>, de Yulia Aronova<br />
14. <strong>Cyber</strong>, de Stefan Eling<br />
15. <strong>O&#8217;Moro</strong>, de Christophe Calissoni e Eva Offredo<br />
16. <strong>Lili</strong>, de Riho Unt<br />
17. <strong>For Sock&#8217;s Sake</strong>, de Carlos Vogele<br />
18. <strong>Sperrhozpiraten</strong>, de Stefan Schomerus<br />
19. <strong>Um Lugar Comum</strong>, de Jonas Brandão<br />
20. <strong>Germania Wurst</strong>, de Volker Schlecht</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2009/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2009.</a></p>
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		<title>Mon Chinois</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 08:33:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Através de slides, como se emulasse projeto científico &#8211; de modo que as informações se revestem com o discurso da verdade -, Cédric Villain nos bombardeia com clichês e estereótipos sobre chineses (em particular) e asiáticos: eles têm pele amarela, olhos puxados e cabelos longos; usam chapéus, consomem arroz e escrevem na vertical; criaram o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2557" title="Mon Chinois." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/07/monchinois.jpg" alt="Mon Chinois." width="320" height="180" /></p>
<p>Através de slides, como se emulasse projeto científico &#8211; de modo que as informações se revestem com o discurso da verdade -, Cédric Villain nos bombardeia com clichês e estereótipos sobre chineses (em particular) e asiáticos: eles têm pele amarela, olhos puxados e cabelos longos; usam chapéus, consomem arroz e escrevem na vertical; criaram o papel, a imprensa e os fogos de artifício; invadiram o Tibete e massacraram estudantes; são mestres nas artes marciais.</p>
<p><strong>Mon Chinois</strong> critica o discurso eurocêntrico, branco e ocidental (o narrador utiliza o possessivo &#8220;meu&#8221;, e a própria língua francesa, para se apoderar de seu objeto de estudo &#8211; os chineses), que se mantém nas superfícies, que se baseia em preconceitos arraigados.</p>
<p>Para Villain, se vistos como estereótipos, chineses &#8211; ou quaisquer povos ou culturas &#8211; não passam de fantasmas, completos desconhecidos.</p>
<p><strong>Mon Chinois</strong> no Youtube (em francês, sem legendas):</p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/2009/07/20/mon-chinois/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p><strong><em><small>Mon Chinois, de Cédric Villain, 2008.</small></em></strong></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2009/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2009.</a></p>
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		<title>Lehila Yesh Ketem Al Hasimla</title>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2009/07/17/lehila-yesh-ketem-al-hasimla/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 07:44:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lehila Yesh Ketem Al Hasimla acompanha as reações da família à suposta (na verdade, confundem mancha de doce com sangue) primeira mestruação de Tess: a mãe lhe empurra namoradinho &#8211; sugestivamente vestido de abelha -, o irmão mais velho e insensível a sacaneia e o pai, claro, desespera-se. Irônica e divertida crítica de Eram Flax [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2533" title="Lehila Yesh Ketem Al Hasimla." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/07/lehilayeshketemalhasimla.jpg" alt="Lehila Yesh Ketem Al Hasimla." width="490" height="438" /></p>
<p><strong>Lehila Yesh Ketem Al Hasimla</strong> acompanha as reações da família à suposta (na verdade, confundem mancha de doce com sangue) primeira mestruação de Tess: a mãe lhe empurra namoradinho &#8211; sugestivamente vestido de abelha -, o irmão mais velho e insensível a sacaneia e o pai, claro, desespera-se.</p>
<p>Irônica e divertida crítica de Eram Flax à precoce sexualização infantil pelos adultos. Somente quando Tess encontra outra criança (com manchas de chocolate na roupa!), que a trata com naturalidade e inocência, ela volta a brincar.</p>
<p><strong><em><small>Lehila Yesh Ketem Al Hasimla, de Eram Flax, 2008.</small></em></strong></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2009/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2009.</a></p>
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		<title>Variété</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 17:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No palco, as responsabilidades que marcam a vida moderna se transformam em espetáculo: sobre pratos, no show de malabarismo, o heróis equilibra pais, esposa, filho, amigos, chefe com quem lida no trabalho, gerente do banco a quem paga as conta do mês &#8211; sempre com os aplausos da plateia. Os cuidados em relação aos outros, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2489" title="Variété." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/07/variete.jpg" alt="Variété" width="320" height="180" /></p>
<p>No palco, as responsabilidades que marcam a vida moderna se transformam em espetáculo: sobre pratos, no show de malabarismo, o heróis equilibra pais, esposa, filho, amigos, chefe com quem lida no trabalho, gerente do banco a quem paga as conta do mês &#8211; sempre com os aplausos da plateia.</p>
<p>Os cuidados em relação aos outros, todavia, drenam o homem comum, que não possui existência própria. As obrigações cotidianas o envelhecem e levam à tragédia.</p>
<p>Nada que afete a lógica cruel do espetáculo e de seu público, que logo o substituem por outra vítima.</p>
<p><em><strong><small>Variété, de Roelof van den Bergh, 2009.</small></strong></em></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2009/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2009.</a></p>
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		<title>Urs</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 17:36:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Urs]]></category>

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		<description><![CDATA[Urs deixa a terra  seca e morta onde vive e atravessa as montanhas que o isolam do mundo, com a mãe inválida às costas. Enquanto sua mãe continua presa à vila que abandonaram, Urs sonha com dias melhores. A travessia representa o conflito entre a promessa do futuro (que não enxergam, devido às montanhas) e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2486" title="Urs." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/07/urs.jpg" alt="Urs." width="496" height="211" /></p>
<p>Urs deixa a terra  seca e morta onde vive e atravessa as montanhas que o isolam do mundo, com a mãe inválida às costas.</p>
<p>Enquanto sua mãe continua presa à vila que abandonaram, Urs sonha com dias melhores. A travessia representa o conflito entre a promessa do futuro (que não enxergam, devido às montanhas) e a segurança do passado (que, todavia, nada oferece).</p>
<p>Quando finalmente alcança o cume da montanha e vislumbra a cidade, Urs descobre que sua mãe está morta e que levou consigo, durante a viagem, pedra do antigo telhado.</p>
<p>O sacrifício que as lembranças impõem ao novo começo.</p>
<p><em><strong><small>Urs, de Moritz Mayerhofer, 2009.</small></strong></em></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2009/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2009.</a></p>
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		<title>Horn Dog</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 16:47:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quarto filme de Bill Plympton com o abestalhado e prestativo cãozinho &#8211; após Guard Dog, Guide Dog e Hot Dog -, Horn Dog retoma e subverte a ideia de animação seriada, comum aos estúdios de Hollywood: Looney Tunes na Warner, Pateta (esportista) na Disney ou Tom e Jerry na MGM, por exemplo. Plympton utiliza doses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2468" title="Horn Dog." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/07/horndog.jpg" alt="Horn Dog." width="450" height="220" /></p>
<p>Quarto filme de Bill Plympton com o abestalhado e prestativo cãozinho &#8211; após <strong>Guard Dog</strong>, <strong>Guide Dog</strong> e <strong>Hot Dog</strong> -, <strong>Horn Dog </strong>retoma e subverte<strong> </strong>a ideia de animação seriada, comum aos estúdios de Hollywood: <strong>Looney Tunes</strong> na Warner, Pateta (esportista) na Disney ou <strong>Tom e Jerry</strong> na MGM, por exemplo.</p>
<p>Plympton utiliza doses cavalares de incorreção política e de humor negro (sexo, violência e morte, temas pouco afeitos ao universo infantil), mas não alcança, em <strong>Horn Dog</strong> &#8211; no qual o estúpido e voluntarioso &#8220;herói&#8221; se desespera para cruzar &#8211;  a insanidade dos episódios precedentes (especiamente do melhor, <strong>Hot Dog</strong>).</p>
<p><em><strong><small>Horn Dog, de Bill Plympton, 2009.</small></strong></em></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2009/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2009.</a></p>
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		<title>Wallace and Gromit: A Matter of Loaf and Death</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 08:23:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após o Oscar de melhor longa-metragem de animação por Wallace e Gromit: A Batalha dos Vegetais, Nick Park e os mais famosos personagens da Aardman retornam aos curtas. Em Wallace and Gromit: A Matter of Loaf and Death, o sempre fiel e prático Gromit deve evitar que o ingênuo Wallace se torne o décima-terceiro padeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2383" title="Wallace and Gromit: A Matter of Loaf and Death." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/07/amatterofloafanddeath.jpg" alt="Wallace and Gromit: A Matter of Loaf and Death." width="501" height="334" /></p>
<p>Após o Oscar de melhor longa-metragem de animação por <strong>Wallace e Gromit: A Batalha dos Vegetais</strong>, Nick Park e os mais famosos personagens da Aardman retornam aos curtas. Em <strong>Wallace and Gromit: A Matter of Loaf and Death</strong>, o sempre fiel e prático Gromit deve evitar que o ingênuo Wallace se torne o décima-terceiro padeiro vítima de assassina serial.</p>
<p>Nick Park constroi thriler hitchcockiano em  <strong>Wallace and Gromit: A Matter of Loaf and Death</strong>. Desde o início, o público (e Gromit) conhece a identidade da assassina, já que a bicicleta de Piella tinha freios. Assim, Nick Park brinca com as expectativas da platéia(que tudo sabe)  em relação a Wallace (cego pelo amor).</p>
<p>Embora se baseie em Alfred Hitchcock, a sequência chave de <strong> Wallace and Gromit: A Matter of Loaf and Death</strong> &#8211; quando Gromit encontra o diário de Piella no quarto repleto de manequins &#8211; remete a <strong>Ensaio de Um Crime</strong>, de Luís Buñuel. E, na verdade, citações não faltam: desde o título (trocadilho com <strong>A Matter of Life and Death</strong>, original de <strong>Nesse Mundo e no Outro</strong>, clássico britânico de Michael Powell e Emeric Pressburger), até a luta final entre Piella e Fluffles, semelhante a de <strong>Aliens o Resgate</strong>, de James Cameron.</p>
<p><em><strong><small>Wallace and Gromit: A Matter os Loaf and Death, de Nick Park, 2008.</small></strong></em></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2009/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2009.</a></p>
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		<title>Skhizein</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 08:22:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Jeremy Clapin]]></category>
		<category><![CDATA[meteorito]]></category>
		<category><![CDATA[Skhizein]]></category>

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		<description><![CDATA[Meteorito atinge Henry, que se desloca 91 cm de si mesmo. Consultas a psicólogos e a repetição do evento não lhe trazem de volta ao próprio corpo. Cinema fantástico de primeira, Skhizein utiliza o impacto do corpo celeste para materializar, na tela, a frustação que já acompanhava Henry no cotidiano, seja no emprego emprego, seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-2464" title="Skhizein." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/07/skhizein1.jpg" alt="Skhizein." width="497" height="290" /></strong></p>
<p>Meteorito atinge Henry, que se desloca 91 cm de si mesmo. Consultas a psicólogos e a repetição do evento não lhe trazem de volta ao próprio corpo.</p>
<p>Cinema fantástico de primeira, <strong>Skhizein</strong> utiliza o impacto do corpo celeste para materializar, na tela, a frustação que já acompanhava Henry no cotidiano, seja no emprego emprego, seja nas visitas inconvenientes de sua mãe. Assim, o meteorito, em vez de explicar a condição do personagem (e o próprio nome, Skhizein, nada diz), serve para metaforizá-la.</p>
<p>Aos psicólicos, Henry está louco &#8211; trata-se somente de curá-lo. O herói se desespera, pois não compreende que os 91 cm que o separam de si representam sua alteridade em relação ao mundo.</p>
<p>Quando se aceita diferente, Henry finalmente se liberta. Está em todos os lugares, torna-se infinito.</p>
<p><em><strong><small>Skhizein, de Jeremy Clapin, 2008.</small></strong></em></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2009/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2009.</a></p>
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