<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Revista Moviola - Revista de cinema e artes &#187; cinema brasileiro</title>
	<atom:link href="http://www.revistamoviola.com/tag/cinema-brasileiro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.revistamoviola.com</link>
	<description>Revista sobre cinema e artes</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Feb 2012 23:58:53 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
<xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" />
		<item>
		<title>Rock Brasília – Era de ouro</title>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2011/10/18/rock-brasilia-%e2%80%93-era-de-ouro/</link>
		<comments>http://www.revistamoviola.com/2011/10/18/rock-brasilia-%e2%80%93-era-de-ouro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 12:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Mazzocato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Longas]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto Elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Capital Inicial]]></category>
		<category><![CDATA[cinema brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[doc]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2011]]></category>
		<category><![CDATA[festrio]]></category>
		<category><![CDATA[Legião Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[música e revolução]]></category>
		<category><![CDATA[Paralamas do Sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[politizados]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Russo]]></category>
		<category><![CDATA[Rock Brasília]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.revistamoviola.com/?p=4971</guid>
		<description><![CDATA[Rock Brasília – Era de ouro, Brasil, 2011, Vladimir Carvalho &#160; Eles nasceram já com uma benção.  Imaginem os filhos dos funcionários públicos mais influentes de um país latino-americano vivendo, desde a sua infância, em cidades como Londres, Paris, Berlim ou Nova York, devido aos cargos diplomáticos e financeiros de primeiro escalão que seus pais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><strong>Rock Brasília – Era de ouro, Brasil, 2011, Vladimir Carvalho<br />
<a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2011/10/renatorusso.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4974" title="renatorusso" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2011/10/renatorusso.jpg" alt="" width="440" height="248" /></a><br />
</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eles nasceram já com uma benção.  Imaginem os filhos dos funcionários públicos mais influentes de um país latino-americano vivendo, desde a sua infância, em cidades como Londres, Paris, Berlim ou Nova York, devido aos cargos diplomáticos e financeiros de primeiro escalão que seus pais ocupam. Presidentes de bancos, secretários de embaixadores e generais criam seus filhos nestes grandes centros urbanos, onde tudo acontece, as ideias mais modernas da cultura se cristalizam ou são divulgadas antes do que em qualquer outro lugar.</p>
<p>Nos anos de 1970, muitos destes jovens latino-americanos foram irradiados pela nascente cultura <em>punk</em>, um movimento de cunho anarco-niilista que abrangiu diversas áreas da cultura humana, em especial a música. De volta a seus países de origem, muitos deles continuaram escutando e tocando <em>punk rock</em> nas garagens de suas casas e salões de festas de seus edifícios, também interagindo com os garotos locais, que nunca haviam saído do país, aliás, muitos desses garotos extremamente pobres, filhos de militares de escalões menores e também de operários que construíram a cidade. Mas que também já escutavam a nova música, trazida pelas ondas de rádio, que todo mundo tinha ou escutava na mercearia.</p>
<p>Imaginem agora que, muitos desses garotos, em um país específico chamado Brasil, não retornaram para as velhas cidades de seus pais, grandes centros urbanos como Rio de Janeiro e São Paulo, onde já havia toda uma cultura popular e nacional enraizada, muito distinta dessas novas influências musicais vindas do hemisfério norte.</p>
<p>No caso do Brasil, uma parte considerável desses filhos de diplomatas, militares e financistas voltaram e chegaram ao mesmo tempo. Voltaram para o Brasil, mas chegaram em Brasília, uma nova capital, com menos de 20 anos na época. Em suma, um novo começo.</p>
<p>Não suficiente, esses garotos tão europeizados, tão americanizados, se viram no meio de uma guerra civil, de uma ditadura, nos prédios modernos projetados por Niemeyer, cercados pelas favelas nascidas a partir das aldeias de operários da construção civil que os construíram.</p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2011/10/filmes_1517_Rock-Brasilia-6.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4977" title="filmes_1517_Rock-Brasilia-6" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2011/10/filmes_1517_Rock-Brasilia-6.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Então esses garotos imbuídos de cultura <em>punk</em>, de não-conformismo, de rebeldia, se vêem agora envolvidos em uma realidade muito mais cruel, muito mais violenta que as de Londres ou Nova York, onde a repressão está comendo solta e onde, o pior de tudo, os seus próprios pais estão inseridos no sistema, não tanto como líderes políticos fascistas, mas como funcionários públicos que não queriam ver sua vida e a de suas famílias serem destruídas por causa de um confronto direto com o regime autoritário. Ainda que esse estado de espírito das famílias dos roqueiros não fique explícito em <strong><em>Rock Brasília</em></strong> (2011), dirigido por<strong> Vladimir Carvalho</strong>, ele é sugerido quando, no fim do filme, Briquet de Lemos, o pai de Fê e Flávio Lemos de <em><strong>Aborto Elétrico</strong></em> e <em><strong>Capital Inicial</strong></em>, diz para o entrevistador que ele acredita que, na vida deles, os filhos acabaram ensinando os pais.</p>
<p>Ensinando os pais porque, no fins de 1970, quando esses garotos atingiram a idade universitária, eles começaram a formar bandas de estilo <em>punk</em>, com letras altamente contestatórias para a época, e, não contentes com isso, começaram a tocar essas canções não só em garagens e salões de festas, mas por toda a cercania, inclusive em bairros e cidades empobrecidas, causando a fúria das autoridades. Após 10 anos, a música de protesto ressurgia no Brasil de uma forma inusitada. Através do <em>Rock</em>!</p>
<p>Ao longo do documentário, tanto os músicos como seus pais relatam os momentos em que os garotos foram apreendidos pelos policiais militares, que os autuavam e os intimidavam pelo simples fato de estarem cantando canções contrárias ao sistema. Nas kombis que os levavam aos <em>shows</em>, em pleno Sertão brasileiro, eles acordavam no meio da viagem com pistolas já apontadas para os seus rostos.</p>
<p>Os roqueiros de Brasília, no entanto, perseveraram. Até o ponto de, após as diretas de 1984, estourarem nas rádios nacionais com sua atitude altamente politizada e uma gana de artistas que não pertencem aos grandes centros urbanos, e que, portanto, precisam realmente batalhar por um lugar ao sol.</p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2011/10/Dinho-Ouro-Preto-Foto-Gabriela-Brasil.jpg"><img class="size-full wp-image-4979 alignright" title="Dinho-Ouro-Preto-Foto-Gabriela-Brasil" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2011/10/Dinho-Ouro-Preto-Foto-Gabriela-Brasil.jpg" alt="" width="252" height="189" /></a></p>
<p>Muitas pessoas criticam o <em>rock</em> de Brasília por achá-lo chato, idílico em seu engajamento político. Em primeiro lugar, isso não é verdade, pois essas bandas não se limitaram a serem políticas e tampouco politicamente corretas. Mas também eu me pergunto, como é que eles não poderiam ser politizados no contexto em que viviam?</p>
<p>Para além da música, a direção de Vladimir Carvalho prova que é possível fazer um documentário com uma certa dose de arte. Nos diversos depoimentos dos músicos, ele “ressuscita” <strong>Renato Russo</strong>, organizando antigas entrevistas com o cantor falecido. Parece que ele dialoga com os depoimentos dos outros músicos, evitando assim um documentário que pudesse mitificar o Trovador Solitário, como Renato era chamado por seus amigos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Clique para ver o trailer:</strong></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/2011/10/18/rock-brasilia-%e2%80%93-era-de-ouro/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/festival-do-rio-2011/">Veja a cobertura completa do Festival do Rio 2011</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.revistamoviola.com/2011/10/18/rock-brasilia-%e2%80%93-era-de-ouro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Revista Filme Cultura</title>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2010/04/28/revista-filme-cultura/</link>
		<comments>http://www.revistamoviola.com/2010/04/28/revista-filme-cultura/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 19:24:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Mondo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[cinema brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Filme Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Gustavo Dahl]]></category>
		<category><![CDATA[revista de cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Filme Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Moviola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.revistamoviola.com/?p=3584</guid>
		<description><![CDATA[Foi lançada no Rio de Janeiro nesta terça-feira, 27 de abril, a revista Filme Cultura. Entre os anos de 1966 e 1988, a publicação foi referência para os que queriam ler sobre cinema no Brasil. Em abril de 2010 volta a ser publicada regularmente, a partir do número 50. Em uma era onde presenciamos o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/04/filmecultura.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/04/filmecultura1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3588" title="filmecultura" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/04/filmecultura1.jpg" alt="" width="472" height="247" /></a></p>
<p>Foi lançada no Rio de Janeiro nesta terça-feira, 27 de abril, a revista <em><strong>Filme Cultura</strong></em>. Entre os anos de 1966 e 1988, a publicação foi referência para os que queriam ler sobre cinema no Brasil. Em abril de 2010 volta a ser publicada regularmente, a partir do número 50.</p>
<p>Em uma era onde presenciamos o crescimento constante de plataformas digitais de comunicação, a revista segue o caminho inverso e opta por sair trimestralmente em papel. No editorial, o gerente do Centro Técnico Audiovisual (CTAv) e diretor da revista, Gustavo Dahl, observa: “&#8230; Enquanto não se sabe qual será a permanência futura do armazenamento de dados em CD, DVD, servidores ou fazendas de servidores (<em>cloud computing</em>), constata-se que o papel dura séculos, talvez milênios. É coisa para se guardar. Voltar ao papel, ao prazer do toque, ao conforto da leitura será nostalgia, ou antevisão de um mundo pós-tecnológico? As coisas mudam e não mudam”.</p>
<p>Segundo o site da revista, o projeto atual “consiste, além da revista, no lançamento deste <em>website</em> e da coleção histórica em versões fac-símile e microfilmes, esta em convênio com a Biblioteca Nacional”.</p>
<p>A Filme Cultura poderá ser comprada em algumas livrarias. A lista de pontos de venda será constantemente atualizada no <a href="http://www.filmecultura.com.br " target="_blank">site</a>. Além disso, a revista será distribuída gratuitamente a bibliotecas e instituições culturais de todo o País.</p>
<p><strong>Em tempo:</strong> nos links sugeridos pelo site, a <strong><em>Revista Moviola</em></strong> tem a honra de figurar na lista. Obrigada em nome de toda a equipe. Desejamos vida longa à revista Filme Cultura.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.revistamoviola.com/2010/04/28/revista-filme-cultura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Insolação</title>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2009/10/06/insolacao/</link>
		<comments>http://www.revistamoviola.com/2009/10/06/insolacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 22:52:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Galvão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[Longas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Daniela Thomas]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Hirsch]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Insolação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.revistamoviola.com/?p=2992</guid>
		<description><![CDATA[Insolação é um filme para poucos. É pretensioso na sua experimentação. Os diálogos, as cenas, as conexões entre os protagonistas e as conversas são fragmentados. Tem-se a sensação de ter um clássico cubo mágico diante dos olhos e o desafio de juntar as peças, observar as cores e os encaixes para descobrir qual o fio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2993" title="insolacao_festival do rio" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/10/insolacao_festival-do-rio.jpg" alt="insolacao_festival do rio" width="490" height="276" /></p>
<p><strong><em>Insolação</em> </strong>é um filme para poucos. É pretensioso na sua experimentação. Os diálogos, as cenas, as conexões entre os protagonistas e as conversas são fragmentados. Tem-se a sensação de ter um clássico cubo mágico diante dos olhos e o desafio de juntar as peças, observar as cores e os encaixes para descobrir qual o fio condutor da história. Na sessão de estreia no Odeon, <strong>Daniela Thomas</strong>, que divide a direção com o diretor de teatro <strong>Felipe Hirsch</strong>, explica que o filme é um mistério e que ela precisa do espectador para desvendá-lo.</p>
<p>Creio que o longa não tem propriamente um fio condutor, mas cria climas, são situações de amor, o encantamento inicial, os encontros, os desencontros e a desilusão. Um jovem adolescente se apaixona por uma personagem mais velha, que por sua vez acaba tendo um envolvimento com o pai dele. Uma garota de 13 anos gosta de um homem, que se apaixona por uma jornalista, que por sua vez ama outro &#8211; exatamente como nos versos da <em><strong>Quadrilha</strong></em>, de <strong>Drummond</strong>. Outra personagem transa com muitos homens em busca de uma sensação especial.</p>
<p>Os atores <strong>Paulo José</strong>, <strong>Antonio Medeiros</strong>, <strong>Simone Spoladore</strong>, <strong>Leonardo Medeiros</strong>,  <strong>André Frateschi</strong>, <strong>Maria Luisa Mendonça</strong>, <strong>Leandra Leal</strong>, <strong>Jorge Emil</strong>, <strong>Daniela Piepszyk </strong>e <strong>Emilio di Biasi</strong> interpretam personagens que, para além da insoloção causada pelo desejo de&#8230;, carregam uma solidão que reflete na cidade vazia. Eles têm uma sintonia com o lugar onde vivem. Esse lugar é Brasília, uma locação certeira para revelar o vazio existencial e a singularidade de cada um. As referências de <em><strong>Insolação</strong></em>, segundo os realizadores, vêm de escritores russos e poloneses: <strong>Tchecov</strong>, <strong>Gombrowicz</strong>, <strong>Bunin</strong> e <strong>Schulz</strong>, entre outros.</p>
<p>O Andrei, interpretado por Paulo José, pode ser uma escolha para homenagear <strong>Andrei Tarkovski</strong>. Afinal, a referência russa é notável nos nomes dos personagens. Do início ao final de <em><strong>Insolação</strong></em> tem-se a sensação de que Andrei constrói e encena um monólogo, embora interaja com boa parte dos protagonistas. Sua fala é voltada para os outros, para o espectador e para si próprio.</p>
<p>Esse é um filme de símbolos, em muitos momentos inteligível, mas que tem uma estética desconcertante. As texturas, linhas, composições e as belíssimas figuras geométricas que aparecem na fotografia de <strong>Mauro Pinheiro Jr</strong>, sem dúvida, têm a marca e a sofisticação visual de Daniela. O roteiro é marcado pela síntese e valorização do texto. A literatura contemporânea está nele, o que é natural, pois, os roteiristas são jovens escritores, <span><strong>Will Eno</strong> ganhou o <strong>Pulitzer</strong> em 2005 pela peça <em><strong>Thom Pain</strong></em> e <strong>Sam Lipsyte</strong> é autor de três livros (<em><strong>Venus Drive</strong></em>, <em><strong>The Subject Steve</strong></em> e <em><strong>Home Land</strong></em>).</span></p>
<p>Ao final da sessão os espectadores podem ficar divididos entre dois extremos, ou acham o filme  <em>nonsense</em> ou bom porque tem um quê filosófico.</p>
<p><strong><span>Veja o trailer:</span></strong></p>
<p><span><p><a href="http://www.revistamoviola.com/2009/10/06/insolacao/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p></span></p>
<p><span><br />
</span></p>
<p><strong><em>Insolação, Daniela Thomas e Felipe Hirsch, 2009.</em></strong></p>
<p><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/festival-do-rio-2009/">Veja a cobertura completa do Festival do Rio 2009.</a></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/13-mostra-de-cinema-de-tiradentes/">Veja a cobertura completa da 13ª Mostra de Cinema de Tiradentes.</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.revistamoviola.com/2009/10/06/insolacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sessão 0800: Budapeste</title>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2009/06/22/sessao-0800-budapeste/</link>
		<comments>http://www.revistamoviola.com/2009/06/22/sessao-0800-budapeste/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 17:08:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Moviola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Budapeste]]></category>
		<category><![CDATA[cinema brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Walter Carvalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.revistamoviola.com/?p=2256</guid>
		<description><![CDATA[Nesta segunda, às 19h30, haverá sessão gratuita de Budapeste, dirigido por Walter Carvalho,  no cinema da Estácio do Rio Comprido. Após a exibição, o ditetor conversará com os espectadores. Confira o trailer do filme: Serviço: Universidade Estácio de Sá Campus Rebouças &#8211; Rio Comprido Rua do Bispo, 83 Tel.: (21) 3231-0000]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta segunda, às 19h30, haverá sessão gratuita de<em> <strong>Budapeste</strong></em>, dirigido por <strong>Walter Carvalho</strong>,  no cinema da Estácio do Rio Comprido. Após a exibição, o ditetor<strong> </strong>conversará com os espectadores.<span id="more-2256"></span></p>
<p><strong>Confira o trailer do filme:</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><p><a href="http://www.revistamoviola.com/2009/06/22/sessao-0800-budapeste/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
Universidade Estácio de Sá<br />
Campus Rebouças &#8211; Rio Comprido<br />
Rua do Bispo, 83<br />
Tel.: (21) 3231-0000</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.revistamoviola.com/2009/06/22/sessao-0800-budapeste/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em defesa do Nome Próprio</title>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2008/07/18/em-defesa-do-nome-proprio/</link>
		<comments>http://www.revistamoviola.com/2008/07/18/em-defesa-do-nome-proprio/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 16:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Galvão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[cinema brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Murilo Salles]]></category>
		<category><![CDATA[Nome Próprio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.revistamoviola.com/2008/07/18/em-defesa-do-nome-proprio/</guid>
		<description><![CDATA[Nesta sexta, 18, estréia o filme Nome Próprio, de Murillo Salles. E como o filme corre o risco de sair de cartaz, se não atingir a renda média de cinema, a Revista Moviola reproduz o e-mail do diretor. Murillo expõe uma lamentável realidade e convoca a todos para aderir à mobilização, neste final de semana, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"> <img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/07/leandra_24.jpg" alt="Divulgação" /></p>
<p>Nesta sexta, 18, estréia o filme <a href="http://nomepropriofilme.blogspot.com/" target="_blank"><em><strong>Nome Próprio</strong></em></a>, de <strong>Murillo Salles</strong>. E como o filme corre o risco de sair de cartaz, se não atingir a renda média de cinema, a <a href="http://www.revistamoviola.com">Revista Moviola</a> reproduz o e-mail do diretor. Murillo expõe uma lamentável realidade e convoca a todos para aderir à mobilização, neste final de semana, em defesa do cinema autoral. Vamos todos aos cinemas! Leia abaixo:</p>
<p><strong><em>Pessoal, alô! Tudo bem?</em></strong></p>
<p><em>É AGORA OU NUNCA!</em></p>
<p><em>Nesta sexta-feira, dia 18 de Julho, <span>Nome Próprio</span> entra em cartaz. São 4 anos de trabalhos intensos, numa batalha muito ralada por todos nós, uma equipe muito especial e apaixonada.</em></p>
<p><em>O que é cruel é que &#8211; na sexta-feira, 18, no sábado, 19, e no domingo, 20 &#8211; nosso destino será traçado. Ou cairemos no esquecimento ou poderemos afetar um grupo de gente bacana. Vai depender desse fim de semana!!! É bem assim, se as pessoas forem ao cinema e o filme cumprir a renda média do cinema, ele continua em cartaz, dando tempo para o boca-a-boca trabalhar por ele. Se isso não acontecer, na famosa reunião de segunda, dia 21, o filme será substituído por um outro. E, 4 anos de trabalhos intensos serão entregues ao esquecimento. É CRUEL MESMO.</em></p>
<p><em>Estamos lançando o filme com a CARA E A CORAGEM, apostando que fizemos um trabalho de excelência, desafiador, intenso e delicado.</em></p>
<p><em>ESCREVO ESSE E.MAIL para dizer que CONTO COM VOCÊS com a CAPACIDADE DE MOBILIZAÇÃO de nossa equipe, dos atores e de nossos amigos.</em></p>
<p><em>Precisamos dizer às pessoas que amam CINEMA e que não são poucas, que ASSISTAM aos filmes logo que entram em cartaz, pois é uma militância, SIM, pela sobrevivência de um cinema mais autoral, mais pessoal, mais digno.</em></p>
<p><em><em><vamos></vamos></em></em></p>
<p><em><em>Vamos vencer a batalha contra o esquecimento, a mesmice!</em></em></p>
<p><em><em>Contamos com todos vocês.</em></em></p>
<p><em><em>VALEU, Murilo Salles.<br />
</em></em></p>
<p><em>Veja o trailer <a href="http://www.murilosalles.com/film/f_film.htm">aqui</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.revistamoviola.com/2008/07/18/em-defesa-do-nome-proprio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

