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	<title>Revista Moviola &#187; cinema brasileiro</title>
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	<description>Revista sobre cinema e artes</description>
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		<title>Revista Filme Cultura</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 19:24:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Mondo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cinema brasileiro]]></category>
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		<description><![CDATA[Foi lançada no Rio de Janeiro nesta terça-feira, 27 de abril, a revista Filme Cultura. Entre os anos de 1966 e 1988, a publicação foi referência para os que queriam ler sobre cinema no Brasil. Em abril de 2010 volta a ser publicada regularmente, a partir do número 50. Em uma era onde presenciamos o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/04/filmecultura.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/04/filmecultura1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3588" title="filmecultura" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/04/filmecultura1.jpg" alt="" width="472" height="247" /></a></p>
<p>Foi lançada no Rio de Janeiro nesta terça-feira, 27 de abril, a revista <em><strong>Filme Cultura</strong></em>. Entre os anos de 1966 e 1988, a publicação foi referência para os que queriam ler sobre cinema no Brasil. Em abril de 2010 volta a ser publicada regularmente, a partir do número 50.</p>
<p>Em uma era onde presenciamos o crescimento constante de plataformas digitais de comunicação, a revista segue o caminho inverso e opta por sair trimestralmente em papel. No editorial, o gerente do Centro Técnico Audiovisual (CTAv) e diretor da revista, Gustavo Dahl, observa: “&#8230; Enquanto não se sabe qual será a permanência futura do armazenamento de dados em CD, DVD, servidores ou fazendas de servidores (<em>cloud computing</em>), constata-se que o papel dura séculos, talvez milênios. É coisa para se guardar. Voltar ao papel, ao prazer do toque, ao conforto da leitura será nostalgia, ou antevisão de um mundo pós-tecnológico? As coisas mudam e não mudam”.</p>
<p>Segundo o site da revista, o projeto atual “consiste, além da revista, no lançamento deste <em>website</em> e da coleção histórica em versões fac-símile e microfilmes, esta em convênio com a Biblioteca Nacional”.</p>
<p>A Filme Cultura poderá ser comprada em algumas livrarias. A lista de pontos de venda será constantemente atualizada no <a href="http://www.filmecultura.com.br " target="_blank">site</a>. Além disso, a revista será distribuída gratuitamente a bibliotecas e instituições culturais de todo o País.</p>
<p><strong>Em tempo:</strong> nos links sugeridos pelo site, a <strong><em>Revista Moviola</em></strong> tem a honra de figurar na lista. Obrigada em nome de toda a equipe. Desejamos vida longa à revista Filme Cultura.</p>
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		<title>Insolação</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 22:52:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Galvão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[Longas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Daniela Thomas]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Hirsch]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Insolação]]></category>

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		<description><![CDATA[Insolação é um filme para poucos. É pretensioso na sua experimentação. Os diálogos, as cenas, as conexões entre os protagonistas e as conversas são fragmentados. Tem-se a sensação de ter um clássico cubo mágico diante dos olhos e o desafio de juntar as peças, observar as cores e os encaixes para descobrir qual o fio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2993" title="insolacao_festival do rio" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/10/insolacao_festival-do-rio.jpg" alt="insolacao_festival do rio" width="490" height="276" /></p>
<p><strong><em>Insolação</em> </strong>é um filme para poucos. É pretensioso na sua experimentação. Os diálogos, as cenas, as conexões entre os protagonistas e as conversas são fragmentados. Tem-se a sensação de ter um clássico cubo mágico diante dos olhos e o desafio de juntar as peças, observar as cores e os encaixes para descobrir qual o fio condutor da história. Na sessão de estreia no Odeon, <strong>Daniela Thomas</strong>, que divide a direção com o diretor de teatro <strong>Felipe Hirsch</strong>, explica que o filme é um mistério e que ela precisa do espectador para desvendá-lo.</p>
<p>Creio que o longa não tem propriamente um fio condutor, mas cria climas, são situações de amor, o encantamento inicial, os encontros, os desencontros e a desilusão. Um jovem adolescente se apaixona por uma personagem mais velha, que por sua vez acaba tendo um envolvimento com o pai dele. Uma garota de 13 anos gosta de um homem, que se apaixona por uma jornalista, que por sua vez ama outro &#8211; exatamente como nos versos da <em><strong>Quadrilha</strong></em>, de <strong>Drummond</strong>. Outra personagem transa com muitos homens em busca de uma sensação especial.</p>
<p>Os atores <strong>Paulo José</strong>, <strong>Antonio Medeiros</strong>, <strong>Simone Spoladore</strong>, <strong>Leonardo Medeiros</strong>,  <strong>André Frateschi</strong>, <strong>Maria Luisa Mendonça</strong>, <strong>Leandra Leal</strong>, <strong>Jorge Emil</strong>, <strong>Daniela Piepszyk </strong>e <strong>Emilio di Biasi</strong> interpretam personagens que, para além da insoloção causada pelo desejo de&#8230;, carregam uma solidão que reflete na cidade vazia. Eles têm uma sintonia com o lugar onde vivem. Esse lugar é Brasília, uma locação certeira para revelar o vazio existencial e a singularidade de cada um. As referências de <em><strong>Insolação</strong></em>, segundo os realizadores, vêm de escritores russos e poloneses: <strong>Tchecov</strong>, <strong>Gombrowicz</strong>, <strong>Bunin</strong> e <strong>Schulz</strong>, entre outros.</p>
<p>O Andrei, interpretado por Paulo José, pode ser uma escolha para homenagear <strong>Andrei Tarkovski</strong>. Afinal, a referência russa é notável nos nomes dos personagens. Do início ao final de <em><strong>Insolação</strong></em> tem-se a sensação de que Andrei constrói e encena um monólogo, embora interaja com boa parte dos protagonistas. Sua fala é voltada para os outros, para o espectador e para si próprio.</p>
<p>Esse é um filme de símbolos, em muitos momentos inteligível, mas que tem uma estética desconcertante. As texturas, linhas, composições e as belíssimas figuras geométricas que aparecem na fotografia de <strong>Mauro Pinheiro Jr</strong>, sem dúvida, têm a marca e a sofisticação visual de Daniela. O roteiro é marcado pela síntese e valorização do texto. A literatura contemporânea está nele, o que é natural, pois, os roteiristas são jovens escritores, <span><strong>Will Eno</strong> ganhou o <strong>Pulitzer</strong> em 2005 pela peça <em><strong>Thom Pain</strong></em> e <strong>Sam Lipsyte</strong> é autor de três livros (<em><strong>Venus Drive</strong></em>, <em><strong>The Subject Steve</strong></em> e <em><strong>Home Land</strong></em>).</span></p>
<p>Ao final da sessão os espectadores podem ficar divididos entre dois extremos, ou acham o filme  <em>nonsense</em> ou bom porque tem um quê filosófico.</p>
<p><strong><span>Veja o trailer:</span></strong></p>
<p><span><p><a href="http://www.revistamoviola.com/2009/10/06/insolacao/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p></span></p>
<p><span><br />
</span></p>
<p><strong><em>Insolação, Daniela Thomas e Felipe Hirsch, 2009.</em></strong></p>
<p><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/festival-do-rio-2009/">Veja a cobertura completa do Festival do Rio 2009.</a></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/13-mostra-de-cinema-de-tiradentes/">Veja a cobertura completa da 13ª Mostra de Cinema de Tiradentes.</a></p>
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		<title>Sessão 0800: Budapeste</title>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2009/06/22/sessao-0800-budapeste/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 17:08:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Moviola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Budapeste]]></category>
		<category><![CDATA[cinema brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Walter Carvalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta segunda, às 19h30, haverá sessão gratuita de Budapeste, dirigido por Walter Carvalho,  no cinema da Estácio do Rio Comprido. Após a exibição, o ditetor conversará com os espectadores. Confira o trailer do filme: Serviço: Universidade Estácio de Sá Campus Rebouças &#8211; Rio Comprido Rua do Bispo, 83 Tel.: (21) 3231-0000]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta segunda, às 19h30, haverá sessão gratuita de<em> <strong>Budapeste</strong></em>, dirigido por <strong>Walter Carvalho</strong>,  no cinema da Estácio do Rio Comprido. Após a exibição, o ditetor<strong> </strong>conversará com os espectadores.<span id="more-2256"></span></p>
<p><strong>Confira o trailer do filme:</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><p><a href="http://www.revistamoviola.com/2009/06/22/sessao-0800-budapeste/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
Universidade Estácio de Sá<br />
Campus Rebouças &#8211; Rio Comprido<br />
Rua do Bispo, 83<br />
Tel.: (21) 3231-0000</p>
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		<title>Em defesa do Nome Próprio</title>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2008/07/18/em-defesa-do-nome-proprio/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 16:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Galvão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[cinema brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Murilo Salles]]></category>
		<category><![CDATA[Nome Próprio]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta sexta, 18, estréia o filme Nome Próprio, de Murillo Salles. E como o filme corre o risco de sair de cartaz, se não atingir a renda média de cinema, a Revista Moviola reproduz o e-mail do diretor. Murillo expõe uma lamentável realidade e convoca a todos para aderir à mobilização, neste final de semana, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"> <img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/07/leandra_24.jpg" alt="Divulgação" /></p>
<p>Nesta sexta, 18, estréia o filme <a href="http://nomepropriofilme.blogspot.com/" target="_blank"><em><strong>Nome Próprio</strong></em></a>, de <strong>Murillo Salles</strong>. E como o filme corre o risco de sair de cartaz, se não atingir a renda média de cinema, a <a href="http://www.revistamoviola.com">Revista Moviola</a> reproduz o e-mail do diretor. Murillo expõe uma lamentável realidade e convoca a todos para aderir à mobilização, neste final de semana, em defesa do cinema autoral. Vamos todos aos cinemas! Leia abaixo:</p>
<p><strong><em>Pessoal, alô! Tudo bem?</em></strong></p>
<p><em>É AGORA OU NUNCA!</em></p>
<p><em>Nesta sexta-feira, dia 18 de Julho, <span>Nome Próprio</span> entra em cartaz. São 4 anos de trabalhos intensos, numa batalha muito ralada por todos nós, uma equipe muito especial e apaixonada.</em></p>
<p><em>O que é cruel é que &#8211; na sexta-feira, 18, no sábado, 19, e no domingo, 20 &#8211; nosso destino será traçado. Ou cairemos no esquecimento ou poderemos afetar um grupo de gente bacana. Vai depender desse fim de semana!!! É bem assim, se as pessoas forem ao cinema e o filme cumprir a renda média do cinema, ele continua em cartaz, dando tempo para o boca-a-boca trabalhar por ele. Se isso não acontecer, na famosa reunião de segunda, dia 21, o filme será substituído por um outro. E, 4 anos de trabalhos intensos serão entregues ao esquecimento. É CRUEL MESMO.</em></p>
<p><em>Estamos lançando o filme com a CARA E A CORAGEM, apostando que fizemos um trabalho de excelência, desafiador, intenso e delicado.</em></p>
<p><em>ESCREVO ESSE E.MAIL para dizer que CONTO COM VOCÊS com a CAPACIDADE DE MOBILIZAÇÃO de nossa equipe, dos atores e de nossos amigos.</em></p>
<p><em>Precisamos dizer às pessoas que amam CINEMA e que não são poucas, que ASSISTAM aos filmes logo que entram em cartaz, pois é uma militância, SIM, pela sobrevivência de um cinema mais autoral, mais pessoal, mais digno.</em></p>
<p><em><em><vamos></vamos></em></em></p>
<p><em><em>Vamos vencer a batalha contra o esquecimento, a mesmice!</em></em></p>
<p><em><em>Contamos com todos vocês.</em></em></p>
<p><em><em>VALEU, Murilo Salles.<br />
</em></em></p>
<p><em>Veja o trailer <a href="http://www.murilosalles.com/film/f_film.htm">aqui</a>.</em></p>
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