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	<title>Revista Moviola &#187; Cannes</title>
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	<description>Revista sobre cinema e artes</description>
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		<title>Sussurros ao Vento</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 08:53:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Curdistão iraquiano, durante o regime de Saddam Hussein, Mam Baldar atravessa vilarejos, estepes, vales e desertos para transmitir mensagens pessoais nas fitas que grava com seu rádio. Baldar, que perdeu dois filhos na Guerra Irã-Iraque, encontra pelo caminho apenas morte, violência e destruição: acossado pelo exército de Saddam Hussein e pelo domínio sunita, leva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2884" title="Sussurros ao Vento, de Shahram Alidi." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/09/whisperwiththewind1.jpg" alt="Sussurros ao Vento, de Shahram Alidi." width="505" height="226" /></p>
<p>No Curdistão iraquiano, durante o regime de Saddam Hussein, Mam Baldar atravessa vilarejos, estepes, vales e desertos para transmitir mensagens pessoais nas fitas que grava com seu rádio.</p>
<p>Baldar, que perdeu dois filhos na Guerra Irã-Iraque, encontra pelo caminho apenas morte, violência e destruição: acossado pelo exército de Saddam Hussein e pelo domínio sunita, leva notícias a remetentes que não mais existem. Crianças do time de futebol adversário, pai que deveria trazer brinquedos para casa, Deus &#8211; todos pereceram sob a ditadura e se calam. No entanto, os curdos resistem &#8211; através da guerrilha Peshawar e de sua rádio clandestina (sintonizá-la representa a morte).</p>
<p>Shahram Alidi, infelizmente, desperdiça a ótima história que tem em mãos, pois a molda bem ao gosto dos festivais internacionais: planos longos, beleza plástica asfixiante, silêncios milimétricos e presença de não-atores. Mas alcançou o objetivo, já que <strong>Sussurros ao Vento</strong> participou da Semana da Crítica de Cannes, em 2009.</p>
<p><strong><em><small>Sussurros ao Vento, de Shahram Alidi, 2009.</small></em></strong></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/festival-do-rio-2009/">Veja a cobertura completa do Festival do Rio 2009.</a></p>
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		<title>A Espera</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 03:49:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aristeu Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curtas]]></category>
		<category><![CDATA[A Espera]]></category>
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		<category><![CDATA[Fernanda Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Semana da crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando um filme é selecionado para exibição em Cannes, o festival faz alguns pedidos. É recomendado aos realizadores que levem DVDs de seus filmes, folhetos e cartazes para divulgação. Fernanda Teixeira, diretora do curta-metragem A Espera, atendeu as solicitações à risca. Ela está entre os quatro brasileiros curtas-metragistas selecionados para a 61ª edição do festival [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando um filme é selecionado para exibição em <strong>Cannes</strong>, o festival faz alguns pedidos. É recomendado aos realizadores que levem DVDs de seus filmes, folhetos e cartazes para divulgação. <strong>Fernanda Teixeira</strong>, diretora do curta-metragem <strong><em>A Espera</em></strong>, atendeu as solicitações à risca. Ela está entre os quatro brasileiros curtas-metragistas selecionados para a 61ª edição do festival francês (veja reportagem sobre <a href="http://www.revistamoviola.com/2008/06/02/muro/">Muro</a>, um desses curtas, premiado na <strong>Quinzena dos Realizadores</strong>). Na bagagem, Fernanda levou dezenas de cópias de seus filmes, tantos que, provavelmente, foram em uma mala separada.</p>
<p><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/aespera.jpg" alt="A Espera, de Fernanda Teixeira" /></p>
<p>O curta-metragem conta a história de um idoso à espera da hora de morrer. É um filme calcado em seu cotidiano, que acompanha as pequenas coisas que o homem faz em seu dia-a-dia. A câmera não o deixa, fica colada no personagem quase a totalidade do filme.</p>
<p>Seus dias transcorrem em total solidão, a exceção da presença de seu cachorro, único ser com o qual ele se relaciona. Há, no entanto, outros bichos espalhados pela casa, mas são animais mortos, empalhados, o que sugere uma vida dedicada à caça.</p>
<p><strong><em>A Espera</em></strong> está coadunada a uma certa linha narrativa do curta-metragem contemporâneo. Na verdade, é o seu caráter pouco narrativo que o coloca nesse âmbito. É que curtas-metragens sobre o cotidiano, em que aparentemente poucas coisas acontecem, vêm sendo recorrentemente adotados por cineastas. Fernanda Teixeira acha que esse tipo escolha está relacionado ao tamanho da produção, porque filmes com pouco dinheiro geralmente são obrigados a ter menos atores e poucas ou apenas uma locação.</p>
<p>É o caso de <strong><em>A Espera</em></strong>. Rodado com uma verba de R$ 3 mil (a exceção da finalização, que recebeu apoio para a cópia em 35mm, mas só após a seleção para Cannes), o curta é todo localizado em uma casa de campo, a residência do seu personagem. É importante, entretanto, deixar claro que esse alinhamento estético com outros filmes, não faz dele uma obra menor.</p>
<p>No filme, pequenas coisas acabam tomando grande força simbólica, o que às vezes pode resultar em excessos da direção, como a relação do livro que o personagem lê com a história que está sendo contada. O velho caçador inicia o filme lendo <strong><em>Cem anos de solidão</em></strong>, do nobel <strong>Gabriel García Márquez</strong>. Quando o conclui, dias depois, toma a grande decisão do filme, a de concluir com sua rotina.</p>
<p>O curta de Fernanda Teixeira também trabalha com um quê de estranhamento, que pode ser muito bem lido como uma homenagem ou referência à obra que o velho lê. Além dos seus bichos empalhados, que dão à casa um tom fantasmagórico, há um caixão que é diariamente cuidado pelo personagem. Ele o lustra como se tratasse de um velho móvel de sua residência, com naturalidade, zelo. Nas manhãs, lê o obituário e risca de sua antiga agenda, os que já morreram.</p>
<p><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/transtorno.jpg" alt="Transtorno, de Fernanda Teixeira" /></p>
<p><strong><em>Transtorno</em></strong>, o curta-metragem anterior de Fernanda Teixeira, é carregado de uma atmosfera semelhante ao <strong><em>A Espera</em></strong>. Novamente estão lá o cotidiano e o silêncio dos personagens. Mas em <strong><em>Transtorno</em></strong> há um recheio de humor negro que o diferencia. São dois personagens que moram em uma casa de dois andares: um jovem escritor, com seu peixe, e uma velha com seus inúmeros gatos, sua tosse crônica e o mesmo disco ouvido repetidamente na antiga vitrola.</p>
<p>Para Fernanda, o motivo de a velhice ser um tema recorrente em seus dois primeiros filmes, está ligado a escolhas estéticas. “A velhice me interessa mais do que a juventude. Acho que não conseguiria fazer um curta adolescente. Nunca fui uma adolescente típica. Aquilo nunca me interessou nem quando eu tinha aquela idade.”</p>
<p><strong><em>Transtorno</em></strong> foi seu filme de conclusão do curso de cinema e esteve em muitos festivais por todo o país, mas é com <strong><em>A Espera</em></strong> que a cineasta estréia fora do Brasil.</p>
<p>Ter sido selecionada para Cannes deu uma visibilidade inédita à carreira de Fernanda Teixeira. “A quantidade de e-mails que eu recebo convidando o filme para inscrição em festival, é absurda. Você sai daquela coisa de ficar catando os festivais para saber qual você vai mandar. De repente as pessoas começam a prestar atenção em você. É impressionante como muda a perspectiva.”</p>
<p>Fernanda já tem idéia para mais dois curtas. Ia começar a filmar um deles, mas por causa da ida à França, precisou adiar o projeto. Ambos são baseados em crônicas que seu pai escreveu. O próximo a ser filmado tem o título de <strong><em>O Centurião da Atlântica</em></strong>, sobre um porteiro de um prédio da orla de Copacabana.</p>
<p>Mas o intuito de Fernanda com esses próximos filmes é se distanciar das temáticas pelas quais ela já passou. “São filmes muito diferentes dos que eu já fiz”, conclui a realizadora.</p>
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		<title>Muro</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 03:47:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aristeu Araújo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Curta-metragem]]></category>
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		<description><![CDATA[O curta-metragem Muro, do pernambucano Tião (Bruno Bezerra), voltou de Cannes com um representativo prêmio na bagagem. Escolhido para exibição na Quinzena dos Realizadores, mostra paralela que ocorre durante o festival, o filme recebeu a honraria Regard Neuf (novo olhar) – instituído pela primeira vez nessa última edição. Muro foi um dos quatro curtas-metragens brasileiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O curta-metragem <strong><em>Muro</em></strong>, do pernambucano Tião (Bruno Bezerra), voltou de <strong>Cannes </strong>com um representativo prêmio na bagagem. Escolhido para exibição na <strong>Quinzena dos Realizadores</strong>, mostra paralela que ocorre durante o festival, o filme recebeu a honraria Regard Neuf (novo olhar) – instituído pela primeira vez nessa última edição.</p>
<p><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/muro.jpg" alt="muro.jpg" /></p>
<p><strong><em>Muro </em></strong>foi um dos quatro curtas-metragens brasileiros selecionados para a 61ª edição do festival, que aconteceu de 14 a 25 de maio. A <a href="http://www.revistamoviola.com">Revista Moviola</a> conversou antes do festival com <strong>Tião </strong>e com a carioca <strong>Fernanda Teixeira</strong>, diretora do curta-metragem <a href="http://www.revistamoviola.com/2008/06/02/a-espera/"><em>A Espera</em></a>. Além deles, nessa edição também foram selecionados do Brasil os curtas <em><strong>O Som e o Resto</strong></em>, do também carioca André Lavaquial e <em><strong>Areia</strong></em>, do paulista Caetano Gotardo.</p>
<p><strong><em>Muro </em></strong>estreou em <strong>Cannes</strong>. Sua primeira exibição pública foi a que lhe rendeu o que será, muito provavelmente, o mais importante prêmio da carreira do filme. Uma semana antes de começar o festival, Tião estava às voltas no Rio de Janeiro com a finalização do curta-metragem. Filmado em super 16mm, o filme passou por uma ampliação para 35mm em formato cinemascope. É um processo caro, que somado a todos os outros tantos gastos da produção, contabilizou um total de R$ 120 mil.</p>
<p>O financiamento veio de editais de incentivo dados pela prefeitura de <strong>Recife </strong>e pelo governo de Pernambuco, além de um outro para a finalização. Mesmo assim, o dinheiro não foi suficiente e familiares entraram bancando mais uma parte do filme para concluir a empreitada. <strong><em>Muro </em></strong>está alinhado com uma pequena parcela dos curtas-metragens produzidos no Brasil anualmente: é um filme fomentado pelo Estado. A grande maioria dos curtas-metragens vistos nos muitos festivais que acontecem durante todo o ano, entretanto, são produzidos ou em escolas de cinema ou de forma independente.</p>
<p>Para se ter uma idéia do tamanho da produção brasileira, basta observar um dado recente. O edital de curtas-metragens promovido pelo Ministério da Cultura, o famoso edital do Minc, recebeu 1.105 inscrições. Mas apenas dez escolhidos receberão, cada, a quantia de R$ 80 mil para produzir seu filme.</p>
<p>E um curta-metragem vale todo esse dinheiro? Tião pondera: “É estranho se você faz conversões e pensa, por exemplo, quantas milhares de cestas básicas poderiam ser compradas. E tem essa coisa na arte que é você dizer quanto vale, quanto custa. R$ 120 mil é muito, mas ao mesmo tempo pode ter alguém que ache que vale mais do que R$ 120 mil. O preço da arte é muito estranho de definir”. Tião ainda faz uma ressalva, pois todo o dinheiro foi investido no filme. Do montante, nada ficou com ele a título de salário.</p>
<p>O fato é que fazer cinema é muito caro e qualquer cineasta de primeira viagem sabe disso. <strong><em>Muro </em></strong>foi rodado à cinco horas e meia de Recife, em uma comunidade chamada Conceição de Cima, localizada no distrito de Serra Talhada. Cerca de 70 atores participam do filme, garimpados pela produção entre os moradores da região. “Tivemos uma produção muito pesada, uma direção de arte pesada&#8230; Tivemos que passar quase dois meses morando lá, conhecendo as pessoas, preparando o elenco.”</p>
<p>O filme só contou com uma atriz profissional, Inaê Veríssimo, do grupo Totem. Além dela, participou do projeto o músico José Humberto, que tem um grupo de teatro amador em Serra Talhada. Tião não o conhecia, descobriu-o na própria localidade, quando fazia testes para o filme. “O resultado é muito legal. Tem alguns que são atores natos.” Além deles, apenas o ator Jorge Queiroz, que embora tenha participado das filmagens, não está no filme. “No final a cena não entrou. Ficava muito melhor sem ela por causa do conceito do filme.”</p>
<p>Jorge Queiroz atuou no curta-metragem anterior de Tião, <a href="http://www.revistamoviola.com/2008/03/03/eisenstein/"><em>Eisenstein</em></a>, que foi dirigido também por <strong>Leonardo Lacca</strong> e <strong>Raul Luna</strong>. <strong><em>Eisenstein</em></strong>, a primeira experiência de Tião como diretor, rendeu vários prêmios para o trio e rodou muitos festivais no país. Tião também protagonizou o filme, fazendo o papel de Ivan, um cara que idolatra o cineasta russo.</p>
<p><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/03/eisenstein.jpg" height="317" width="490" /></p>
<p>O prêmio para rodar <strong><em>Muro </em></strong>saiu antes das filmagens de <strong><em>Eisenstein</em></strong>, feitas com câmera digital. No entanto, pelo porte do filme e pela então inexperiência, preferiram adiar um pouco o projeto. Na hora de realizar o <strong><em>Muro</em></strong>, Tião precisou se adaptar a como filmar em película. Chamou um fotógrafo experiente (Pedro Urano), pediu muitas latas de negativos e concentrou as filmagens em seis dias. O maior problema, como explicou o diretor, é que o aluguel de uma câmera de cinema é muito caro. Assim, tudo precisou ser rodado em menos tempo. “O estilo de produção, a correria e o estresse, deixam algumas coisas &#8216;dormentes&#8217;. Eu até filmaria de novo em película, mas não faço muita questão. O processo do filme tem que ser tão prazeroso quanto assistir a um, fazer um roteiro. De alguma forma isso fica impresso. Eu quero fazer filme com meus amigos, mais tranqüilo. Quero fazer mais do jeito que eu quero.”</p>
<p>Mas Tião não acha que o estresse das filmagens resultou em um filme pior. “Tive sorte de terminar meus filmes gostando deles. Têm casos que o roteiro é melhor que o filme, que se a pessoa conseguisse fazer com mais calma, o resultado não seria um cover do filme.”</p>
<p>Mas afinal, que filme é esse <strong><em>Muro</em></strong>? “É um pouco sobre a relação entre algumas pessoas e um lugar meio remoto, meio amplo e, mais ou menos, como o progresso se move. Acho que ele toca um pouco no progresso.” Tião explica, ainda, que trabalhou sobre o conceito de progresso que desloca-se como uma seta, avançando. “Mas como todo movimento, ele tem forças que vão para todos os lados.” É também um filme sem localização geográfica, embora para o espectador, o sotaque característico o localize no nordeste. Se ainda não ficou claro, talvez a sinopse ajude: “alma no vazio, deserto em expansão”.</p>
<p>Pedi a Tião para assistir ao filme. A resposta dele foi assim: “Gostaria muito que as pessoas vissem o filme primeiro no cinema, com uma boa projeção, som, como deve ser. Tenho certeza que você, como realizador, me entende nesse aspecto.”</p>
<p>A verdade é que, por mais que as novas mídias sejam tratadas com entusiasmo, sites como o <a href="http://www.youtube.com">Youtube </a>estejam revolucionado o nosso trato diário com a imagem em movimento, a experiênciação da sala escura ainda é a forma mais impactante de apreciar uma obra de arte. Com a chancela que traz de <strong>Cannes</strong>, <strong><em>Muro </em></strong>será um filme  acessível e não deverá ser difícil assisti-lo em breve.</p>
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		<title>Linha de Passe em Cannes</title>
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		<pubDate>Sat, 17 May 2008 13:05:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Moviola</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Linha de Passe, de Walter Salles e Daniela Thomas, estréia em Cannes sob aplausos. É a primeira exibição do longa-metragem, que conta a história de personagens da periferia de São Paulo que sonham por uma ascenção social. A dupla já dirigiu filmes como Terra Estrangeira e O Primeiro Dia. Abaixo, reportagem do Jornal da Globo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Linha de Passe</em></strong>, de <strong>Walter Salles</strong> e <strong>Daniela Thomas</strong>, estréia em <strong>Cannes </strong>sob aplausos. É a primeira exibição do longa-metragem, que conta a história de personagens da periferia de São Paulo que sonham por uma ascenção social. A dupla já dirigiu filmes como <em><strong>Terra Estrangeira</strong></em> e <em><strong>O Primeiro Dia</strong></em>. Abaixo, reportagem do Jornal da Globo exibida na sexta-feira, dia 16 de maio.</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
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