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	<title>Revista Moviola - Revista de cinema e artes &#187; Cachaça Cinema Clube</title>
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	<description>Revista sobre cinema e artes</description>
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		<title>Curtas paulistas em cineclube carioca</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 14:52:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Moviola</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cachaça Cinema Clube]]></category>
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		<description><![CDATA[﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿ E a próxima sessão do Cachaça Cinema Clube iluminará a sala do Odeon com uma seleção de filmes de realizadores de São Paulo. A programação apresentará filmes que abordam o universo urbano, sentimental e sensorial da Paulicéia. Os filmes são de curtametragistas de distintas gerações. Mantendo a tradição, a exibição do Cineclube acontece na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2011/04/tiger.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4530" title="tiger" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2011/04/tiger.jpg" alt="" width="479" height="358" /></a>﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿</p>
<p>E a próxima sessão do <strong>Cachaça Cinema Clube </strong>iluminará a sala do Odeon com uma seleção de filmes de realizadores de São Paulo. A programação apresentará filmes que abordam o universo urbano, sentimental e sensorial da Paulicéia. Os filmes são de curtametragistas de distintas gerações.</p>
<p>Mantendo a tradição, a exibição do Cineclube acontece na quarta-feira (20/4), às 21h. Após a sessão rola festa com DJ H e degustação de aguardente.</p>
<p><strong>Filmes e diretores</strong></p>
<p><em><strong>Corpo presente: Beatriz</strong></em>, de <strong>Marcelo Toledo</strong> e <strong>Paolo Gregori,</strong> 2008, 20&#8242;<br />
Drama paulistano. A grande cidade e a relação de uma operária com seu espaço superurbanizado revela um descompasso entre o cidadão e a máquina de moer gente que é esse local onde o concreto e o carro imperam.</p>
<p><em><strong>Borboletas indômitas</strong></em>, de <strong>Daniel Chaia,</strong> 2010, 17&#8242;<br />
Sátira moderna sobre a situação sociopolítica envolvendo mulheres bonitas, políticos paspalhos e heroísmo duvidoso, tudo isso com um toque de erotismo. Um dos destaques do Festival Internacional de Curtas-Metragems de São Paulo de 2010.</p>
<p><em><strong>Sarau na cama</strong></em>, de <strong>João Marcos de Almeida</strong> e <strong>Sérgio Silva,</strong> 2008, 6&#8242;<br />
João Marcos de Almeida e Sérgio Silva são uns dos mais radicais diretores brasileiros da atualidade. É deles a maravilha audiovisual A Bela P, curta que estarreceu os curadores do Cachaça Cinema Clube. Sarau na cama é uma viagem filosófica e erótica, um de seus primeiros trabalhos.</p>
<p><strong><em>Viver a vida</em>,</strong> de <strong>Tata Amaral</strong>, 1991, 12&#8242;<br />
Um dos primeiros curtas de Tata Amaral. O dia de um office boy na grande São Paulo, a cidade que também ficou conhecida pelos seus motoboys. Vivendo a correria da cidade como poucos, o personagem principal é a síntese da uma juventude urbana, dos seus sonhos e dificuldades.</p>
<p><em><strong>Tyger</strong></em>, de <strong>Guilherme Marcondes</strong>, 2006, 5&#8242;<br />
Belíssima experimentação visual realizada através da mistura de técnicas de animação e filmagem. Um enorme tigre aparece misteriosamente numa grande cidade. Ele vai revelar a realidade escondida numa noite que poderia ter sido como qualquer outra.</p>
<p><em><strong>Criaturas que nasciam em segredo</strong></em>, de <strong>Chico Teixeira</strong>, 1995, 21&#8242;<br />
Partindo do universo dos bufões, pessoas marcadas desde a Antiguidade pelo estigma de garantir a diversão dos outros, o documentário retrata a vida de cinco anões que moram na cidade de São Paulo.</p>
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		<title>Funk no Cachaça Cinema Club</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 12:07:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Moviola</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cachaça Cinema Clube]]></category>
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		<description><![CDATA[O Cachaça Cinema Clube preparou uma sessão especial de fim de ano da pesada para o próximo sábado, 13 de dezembro, a noite será dedicada ao funk, estilo que, com ou sem razão, recebe o rótulo de vulgar e medíocre. É mais uma vertente da música black que desde o blues ofende e fascina. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-1359 aligncenter" title="noname" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/12/noname.gif" alt="" /></p>
<p>O <strong><a href=" www.cachacacinemaclube.com.br " target="_blank">Cachaça Cinema Clube</a></strong> preparou uma sessão especial de fim de ano da pesada para o próximo sábado, 13 de dezembro, a noite será dedicada ao funk, estilo que, com ou sem razão, recebe o rótulo de vulgar e medíocre. É mais uma vertente da música black que desde o blues ofende e fascina.</p>
<p>O filme da noite será <strong><em>Sou feia mas tô na moda</em></strong>, de <strong>Denise Garcia</strong>, que promove um passeio pela história do funk carioca e enfatiza a presença e a importância das mulheres no movimento, retratando o dia-a-dia de funkeiras como <strong>Deise Tigrona</strong>, <strong>Vanessinha Pikachú</strong>, <strong>Tati Quebra-Barraco</strong> e diversos &#8220;bondes&#8221; de meninas.</p>
<p>Após a sessão, shows catárticos de <strong>MC Xuparina</strong> com <strong>Banda Podre</strong> e <a href="www.mypace.com/solangetoaberta" target="_blank"><strong>Solange tô aberta!</strong></a> , novas vertentes do funk que demonstram que o ritmo está para além de qualquer preconceito.</p>
<p><strong>MC Xuparina</strong> chega disposta a acabar com o sectarismo sexista contra as lésbicas e pegar geral com seus eletro-funks impagáveis e suas releituras de grandes astros pop decadentes através de muito glamour. Vem acompanhada pela Banda Podre, formada pelo DJ Fausto Falso, Fernando Frado, o Granola, no baixo, e Juninho Salvador na percussão.</p>
<p><strong>Solange Tô Aberta!</strong> iniciou suas atividades insanas em 2006, formado por Paulo Belzebitchy e Pedro Costa. O grupo faz apologia ao transformismo e critica os dogmas da igreja católica, o binarismo e a heteronormatividade. Sua música, que tem como fonte principal ritmos da cultura de massa, utiliza-se de batidas eletrônicas e de muitos samples.</p>
<p>A cachaça da noite será desgustada com trilha do <strong>DJ H</strong>, que tocará funk e sons afins depois dos shows.</p>
<p>Os moços do Cachaça informam que a bilheteria ficará aberta até 1h e os 100 primeiros pagam R$ 10.</p>
<p><strong>Serviço:<br />
<a href="cachacacinemaclube.blogspot.com" target="_blank">Cachaça Cinema Club</a></strong><br />
Data: 13/12/08<br />
Hora: 23h<br />
Local: Cinema Odeon &#8211; Pça Floriano 7 &#8211; Cinelândia</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Berlim, cinema e cachaça</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 17:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Moviola</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ataque alemão]]></category>
		<category><![CDATA[Berlim]]></category>
		<category><![CDATA[Cachaça Cinema Clube]]></category>
		<category><![CDATA[Cineclube]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira sessão do Cachaça Cinema Clube do mês de dezembro, no dia 3/12, exibirá filmes sobre a cidade de Berlim. Os filmes chegaram a este lado do oceano por meio da distribuidora alemã interfilm Berlin e seu diretor, Heinz Hermanns. Programa da noite Gravatas borboletas para cabeças quadradas (Fliegenpflicht für Quadratköpfe), de Stephan Flint [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/12/cachaca.jpg"><img class="size-full wp-image-1333 alignnone" title="cachaca" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/12/cachaca.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: left;">A primeira sessão do <strong>Cachaça Cinema Clube</strong> do mês de dezembro, no dia 3/12, exibirá filmes sobre a cidade de Berlim. Os filmes chegaram a este lado do oceano por meio da distribuidora alemã <strong><a href="http://www.interfilm.de/" target="_blank">interfilm Berlin</a> </strong>e seu diretor, <strong>Heinz Hermanns</strong>.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Programa da noite</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Gravatas borboletas para cabeças quadradas </strong>(Fliegenpflicht für Quadratköpfe), de Stephan Flint Müller, 2004, 13 min<br />
Performances e intervenções urbanas no mobiliário urbano de Berlim.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Algumas considerações sobre a população de Berlim</strong> (Einige Zahlen über die Bevölkerung Berlins), de Ralf Schuster, 1994, 2 min<br />
Prognósticos sobre suicídio coletivo em Berlim.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>In-sight </strong>(Ein-Blick), de Gerd Conradt, 1987, 10 min<br />
Observação silenciosa do Muro de Berlim e o cotidiano da fronteira entre o lado oriental e ocidental.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>O outro lado</strong> (Die andere Seite), de Ellie Land, 2007, 5 min<br />
Documentário em animação sobre o Muro de Berlim que retrata as lembranças de infância e a imaginação do que existia do outro lado.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Berlin</strong>, de Uwe Belz, 1977, 6 min<br />
Um agradável passeio pela Berlim comunista dos anos 70, ao som do jazz de Günther Fischer. Episódio da série musical produzida pela DEFA Films, a empresa estatal de cinema da Alemanha Oriental.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Clandestino</strong> (Schwarzfahrer), de Pepe Danquart, 1992, 12 min<br />
Num bonde, um homem negro senta-se ao lado de uma senhora racista e xenófoba. Oscar de melhor curta metragem em 1994.</p>
<p style="text-align: left;">+ filme comunista surpresa!</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Serviço:<br />
Cachaça Cinema Clube</strong><br />
Data:3/12<br />
Horário: 21h<br />
Local: Cinema Odeon Petrobras<br />
Praça Floriano nº 7 – Cinelândia<br />
Preço: R$ 10 (inteira)/R$ 5 (meia)</p>
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		<title>6 Anos de Cinema e Cachaça</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 20:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Galvão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cachaça Cinema Clube]]></category>
		<category><![CDATA[Cineclube]]></category>
		<category><![CDATA[Odeon]]></category>

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		<description><![CDATA[Os cineclubistas do consolidado Cachaça Cinema Clube celebram, no dia 20 de agosto, seis anos atividade cinéfila, reflexiva, musical e etílica. A comemoração será clássica, adiantam os organizadores. O evento presta também homenagem ao documentário brasileiro e a discussão estética e política que é empreendida sobre o tema no livro Cineastas e Imagens do Povo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/08/cachacacine.jpg" alt="Divulgação" /></p>
<p>Os cineclubistas do consolidado<strong> Cachaça Cinema Clube</strong> celebram, no dia 20 de agosto, seis anos atividade cinéfila, reflexiva, musical e etílica. A comemoração será clássica, adiantam os organizadores. O evento presta também homenagem ao documentário brasileiro e a discussão estética e política que é empreendida sobre o tema no livro Cineastas e Imagens do Povo, de <strong>Jean-Claude Bernardet</strong>.</p>
<p>A programação de aniversário começa às 21h, no Odeon, e apresentará os seguintes filmes: <em><strong>Subterrâneos do futebol</strong></em>, de <strong>Maurice Capovilla</strong> (1965); <strong><em>Liberdade de Imprensa</em></strong> (1966), de <strong>João Batista de Andrade</strong>; <strong><em>Lavra-dor</em></strong>, de <strong>Paulo Rufin</strong>o; e a <em><strong>Pedra da riqueza</strong></em> (1976), de <strong>Vladimir Carvalho</strong>. Esses documentários foram influenciados pelas transformações políticas e sociais iniciadas nos anos de 1960. Por meio deles é possível observar momentos da história do país e ver como produção documental traz à tona a condição brasileira e pode ser um espaço de proposição de idéias e ideais.</p>
<p>Após a mostra, acontece a tradicional degustação da Aguardente Claudinor. Já a festa em si – Cachaça Disco Clube – será realizada na Gafieira Elite com a banda<strong> Fanfarra Paradiso</strong> e, nas carrapetas, o <strong>DJ H</strong> toca balkan beats, gypsy, punk, funk, kuduro, mambo, cha cha cha eletrônico, forró, entre outros. Haverá saída de kombis para o trajeto Odeon &#8211; Gafieira Elite.</p>
<p><strong>Os filmes </strong></p>
<p><em><strong>Subterrâneos do futebol</strong></em>, de Maurice Capovilla, 1965, 30 min<br />
Uma das primeiras tentativas de compreender o poder que o futebol exerce no imaginário do brasileiro. Capovilla acompanha a trajetória de Pelé e outros jovens jogadores, debatendo seus sonhos, a possibilidade de ascensão social e fanatismo alienante das torcidas.</p>
<p><em><strong>Lavra-dor</strong></em>, de Paulo Rufino, 1968, 11 min<br />
Documentário experimental sobre o discurso e reivindicações dos trabalhadores rurais após o golpe militar.</p>
<p><em><strong>Liberdade de Imprensa</strong></em>, de João Batista de Andrade, 1967, 25 min<br />
Documentário sobre a imprensa brasileira logo após a promulgação da lei da censura, com entrevistas de populares, políticos e especialistas, compondo um painel da época. O filme foi apreendido no Congresso da UNE em 1968, e ficou fora de circulação por 10 anos.</p>
<p><em><strong>A pedra da riqueza</strong></em>, de Vladimir Carvalho, 1976, 15 min<br />
ou &#8220;A Peleja do Sertanejo para Desencantar a Pedra que Foi Parar na Lua na Nave dos Astronautas&#8221;. Documentário sobre o garimpo da xelita no vale do Sabugi, Paraíba. Enfoca as precárias condições de vida dos trabalhadores, que desconhecem o valor e o destino da matéria-prima que extraem: o tungstênio, utilizado nos mais sofisticados e complexos instrumentos da tecnologia nuclear.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
Sessão &#8211; Cinema Odeon Petrobras, às 21h<br />
Praça Floriano, nº 7, Cinelândia<br />
Preço: 10 Reais (inteira) / 5 Reais (meia)</p>
<p>Festa &#8211; Gafieira Elite, às 23h<br />
Rua Frei Caneca, 4, Centro (ao lado do Hospital Souza Aguiar)<br />
Tel: (21) 2232-3217<br />
Preço: 12 reais (normal) / 6 reais (com entrada do cinema)</p>
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