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	<title>Revista Moviola - Revista de cinema e artes &#187; Animação</title>
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	<description>Revista sobre cinema e artes</description>
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		<title>Stanley Pickle</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 17:04:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Stanley Pickle mora no campo, sozinho. Todos os dias, da janela do quarto, ele observa a garota, pela qual se apaixona, que brinca com seu pássaro de estimação. Para simular a felicidade doméstica e o acolhimento da família, Stanley Pickle transforma os pais mortos em mecanismos artificiais, que executam sempre as mesmas tarefas no dia-a-dia. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3730" title="Stanley Pickle, de Victoria Mather." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/07/stanleypickle.jpg" alt="" width="340" height="209" /></p>
<p>Stanley Pickle mora no campo, sozinho. Todos os dias, da janela do quarto, ele observa a garota, pela qual se apaixona, que brinca com seu pássaro de estimação.</p>
<p>Para simular a felicidade doméstica e o acolhimento da família, Stanley Pickle transforma os pais mortos em mecanismos artificiais, que executam sempre as mesmas tarefas no dia-a-dia. O herói teme o mundo e prefere se isolar na realidade que inventou para si próprio. Na chance de escapar da armadilha a que se impôs, ele fracassa no contato com a garota, na medida em que lhe apresenta suas emoções deturpadas.</p>
<p>Victoria Mather utiliza a técnica de pixilation a fim de reforçar a vida maquínica de Stanley Pickle. Quando finalmente abandona a casa, os movimentos se tornam fluidos e o herói desliza pelo campo.</p>
<p>Trailer de <strong>Stanley Pickle</strong> no youtube:</p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/2010/07/23/stanley-pickle/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p><small><em><strong>Stanley Pickle, de Victoria Mather, 2010.</strong></em></small></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2010/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2010.</a></p>
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		<title>Mon Chinois</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 08:33:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Através de slides, como se emulasse projeto científico &#8211; de modo que as informações se revestem com o discurso da verdade -, Cédric Villain nos bombardeia com clichês e estereótipos sobre chineses (em particular) e asiáticos: eles têm pele amarela, olhos puxados e cabelos longos; usam chapéus, consomem arroz e escrevem na vertical; criaram o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2557" title="Mon Chinois." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/07/monchinois.jpg" alt="Mon Chinois." width="320" height="180" /></p>
<p>Através de slides, como se emulasse projeto científico &#8211; de modo que as informações se revestem com o discurso da verdade -, Cédric Villain nos bombardeia com clichês e estereótipos sobre chineses (em particular) e asiáticos: eles têm pele amarela, olhos puxados e cabelos longos; usam chapéus, consomem arroz e escrevem na vertical; criaram o papel, a imprensa e os fogos de artifício; invadiram o Tibete e massacraram estudantes; são mestres nas artes marciais.</p>
<p><strong>Mon Chinois</strong> critica o discurso eurocêntrico, branco e ocidental (o narrador utiliza o possessivo &#8220;meu&#8221;, e a própria língua francesa, para se apoderar de seu objeto de estudo &#8211; os chineses), que se mantém nas superfícies, que se baseia em preconceitos arraigados.</p>
<p>Para Villain, se vistos como estereótipos, chineses &#8211; ou quaisquer povos ou culturas &#8211; não passam de fantasmas, completos desconhecidos.</p>
<p><strong>Mon Chinois</strong> no Youtube (em francês, sem legendas):</p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/2009/07/20/mon-chinois/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p><strong><em><small>Mon Chinois, de Cédric Villain, 2008.</small></em></strong></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2009/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2009.</a></p>
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		<title>Lehila Yesh Ketem Al Hasimla</title>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2009/07/17/lehila-yesh-ketem-al-hasimla/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 07:44:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lehila Yesh Ketem Al Hasimla acompanha as reações da família à suposta (na verdade, confundem mancha de doce com sangue) primeira mestruação de Tess: a mãe lhe empurra namoradinho &#8211; sugestivamente vestido de abelha -, o irmão mais velho e insensível a sacaneia e o pai, claro, desespera-se. Irônica e divertida crítica de Eram Flax [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2533" title="Lehila Yesh Ketem Al Hasimla." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/07/lehilayeshketemalhasimla.jpg" alt="Lehila Yesh Ketem Al Hasimla." width="490" height="438" /></p>
<p><strong>Lehila Yesh Ketem Al Hasimla</strong> acompanha as reações da família à suposta (na verdade, confundem mancha de doce com sangue) primeira mestruação de Tess: a mãe lhe empurra namoradinho &#8211; sugestivamente vestido de abelha -, o irmão mais velho e insensível a sacaneia e o pai, claro, desespera-se.</p>
<p>Irônica e divertida crítica de Eram Flax à precoce sexualização infantil pelos adultos. Somente quando Tess encontra outra criança (com manchas de chocolate na roupa!), que a trata com naturalidade e inocência, ela volta a brincar.</p>
<p><strong><em><small>Lehila Yesh Ketem Al Hasimla, de Eram Flax, 2008.</small></em></strong></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2009/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2009.</a></p>
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		<title>Variété</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 17:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No palco, as responsabilidades que marcam a vida moderna se transformam em espetáculo: sobre pratos, no show de malabarismo, o heróis equilibra pais, esposa, filho, amigos, chefe com quem lida no trabalho, gerente do banco a quem paga as conta do mês &#8211; sempre com os aplausos da plateia. Os cuidados em relação aos outros, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2489" title="Variété." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/07/variete.jpg" alt="Variété" width="320" height="180" /></p>
<p>No palco, as responsabilidades que marcam a vida moderna se transformam em espetáculo: sobre pratos, no show de malabarismo, o heróis equilibra pais, esposa, filho, amigos, chefe com quem lida no trabalho, gerente do banco a quem paga as conta do mês &#8211; sempre com os aplausos da plateia.</p>
<p>Os cuidados em relação aos outros, todavia, drenam o homem comum, que não possui existência própria. As obrigações cotidianas o envelhecem e levam à tragédia.</p>
<p>Nada que afete a lógica cruel do espetáculo e de seu público, que logo o substituem por outra vítima.</p>
<p><em><strong><small>Variété, de Roelof van den Bergh, 2009.</small></strong></em></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2009/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2009.</a></p>
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		<title>Urs</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 17:36:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Urs deixa a terra  seca e morta onde vive e atravessa as montanhas que o isolam do mundo, com a mãe inválida às costas. Enquanto sua mãe continua presa à vila que abandonaram, Urs sonha com dias melhores. A travessia representa o conflito entre a promessa do futuro (que não enxergam, devido às montanhas) e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2486" title="Urs." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/07/urs.jpg" alt="Urs." width="496" height="211" /></p>
<p>Urs deixa a terra  seca e morta onde vive e atravessa as montanhas que o isolam do mundo, com a mãe inválida às costas.</p>
<p>Enquanto sua mãe continua presa à vila que abandonaram, Urs sonha com dias melhores. A travessia representa o conflito entre a promessa do futuro (que não enxergam, devido às montanhas) e a segurança do passado (que, todavia, nada oferece).</p>
<p>Quando finalmente alcança o cume da montanha e vislumbra a cidade, Urs descobre que sua mãe está morta e que levou consigo, durante a viagem, pedra do antigo telhado.</p>
<p>O sacrifício que as lembranças impõem ao novo começo.</p>
<p><em><strong><small>Urs, de Moritz Mayerhofer, 2009.</small></strong></em></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2009/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2009.</a></p>
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		<title>Horn Dog</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 16:47:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quarto filme de Bill Plympton com o abestalhado e prestativo cãozinho &#8211; após Guard Dog, Guide Dog e Hot Dog -, Horn Dog retoma e subverte a ideia de animação seriada, comum aos estúdios de Hollywood: Looney Tunes na Warner, Pateta (esportista) na Disney ou Tom e Jerry na MGM, por exemplo. Plympton utiliza doses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2468" title="Horn Dog." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/07/horndog.jpg" alt="Horn Dog." width="450" height="220" /></p>
<p>Quarto filme de Bill Plympton com o abestalhado e prestativo cãozinho &#8211; após <strong>Guard Dog</strong>, <strong>Guide Dog</strong> e <strong>Hot Dog</strong> -, <strong>Horn Dog </strong>retoma e subverte<strong> </strong>a ideia de animação seriada, comum aos estúdios de Hollywood: <strong>Looney Tunes</strong> na Warner, Pateta (esportista) na Disney ou <strong>Tom e Jerry</strong> na MGM, por exemplo.</p>
<p>Plympton utiliza doses cavalares de incorreção política e de humor negro (sexo, violência e morte, temas pouco afeitos ao universo infantil), mas não alcança, em <strong>Horn Dog</strong> &#8211; no qual o estúpido e voluntarioso &#8220;herói&#8221; se desespera para cruzar &#8211;  a insanidade dos episódios precedentes (especiamente do melhor, <strong>Hot Dog</strong>).</p>
<p><em><strong><small>Horn Dog, de Bill Plympton, 2009.</small></strong></em></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2009/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2009.</a></p>
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		<title>Wallace and Gromit: A Matter of Loaf and Death</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 08:23:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Wallace e Gromit]]></category>

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		<description><![CDATA[Após o Oscar de melhor longa-metragem de animação por Wallace e Gromit: A Batalha dos Vegetais, Nick Park e os mais famosos personagens da Aardman retornam aos curtas. Em Wallace and Gromit: A Matter of Loaf and Death, o sempre fiel e prático Gromit deve evitar que o ingênuo Wallace se torne o décima-terceiro padeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2383" title="Wallace and Gromit: A Matter of Loaf and Death." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/07/amatterofloafanddeath.jpg" alt="Wallace and Gromit: A Matter of Loaf and Death." width="501" height="334" /></p>
<p>Após o Oscar de melhor longa-metragem de animação por <strong>Wallace e Gromit: A Batalha dos Vegetais</strong>, Nick Park e os mais famosos personagens da Aardman retornam aos curtas. Em <strong>Wallace and Gromit: A Matter of Loaf and Death</strong>, o sempre fiel e prático Gromit deve evitar que o ingênuo Wallace se torne o décima-terceiro padeiro vítima de assassina serial.</p>
<p>Nick Park constroi thriler hitchcockiano em  <strong>Wallace and Gromit: A Matter of Loaf and Death</strong>. Desde o início, o público (e Gromit) conhece a identidade da assassina, já que a bicicleta de Piella tinha freios. Assim, Nick Park brinca com as expectativas da platéia(que tudo sabe)  em relação a Wallace (cego pelo amor).</p>
<p>Embora se baseie em Alfred Hitchcock, a sequência chave de <strong> Wallace and Gromit: A Matter of Loaf and Death</strong> &#8211; quando Gromit encontra o diário de Piella no quarto repleto de manequins &#8211; remete a <strong>Ensaio de Um Crime</strong>, de Luís Buñuel. E, na verdade, citações não faltam: desde o título (trocadilho com <strong>A Matter of Life and Death</strong>, original de <strong>Nesse Mundo e no Outro</strong>, clássico britânico de Michael Powell e Emeric Pressburger), até a luta final entre Piella e Fluffles, semelhante a de <strong>Aliens o Resgate</strong>, de James Cameron.</p>
<p><em><strong><small>Wallace and Gromit: A Matter os Loaf and Death, de Nick Park, 2008.</small></strong></em></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2009/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2009.</a></p>
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		<title>Skhizein</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 08:22:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Skhizein]]></category>

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		<description><![CDATA[Meteorito atinge Henry, que se desloca 91 cm de si mesmo. Consultas a psicólogos e a repetição do evento não lhe trazem de volta ao próprio corpo. Cinema fantástico de primeira, Skhizein utiliza o impacto do corpo celeste para materializar, na tela, a frustação que já acompanhava Henry no cotidiano, seja no emprego emprego, seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-2464" title="Skhizein." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/07/skhizein1.jpg" alt="Skhizein." width="497" height="290" /></strong></p>
<p>Meteorito atinge Henry, que se desloca 91 cm de si mesmo. Consultas a psicólogos e a repetição do evento não lhe trazem de volta ao próprio corpo.</p>
<p>Cinema fantástico de primeira, <strong>Skhizein</strong> utiliza o impacto do corpo celeste para materializar, na tela, a frustação que já acompanhava Henry no cotidiano, seja no emprego emprego, seja nas visitas inconvenientes de sua mãe. Assim, o meteorito, em vez de explicar a condição do personagem (e o próprio nome, Skhizein, nada diz), serve para metaforizá-la.</p>
<p>Aos psicólicos, Henry está louco &#8211; trata-se somente de curá-lo. O herói se desespera, pois não compreende que os 91 cm que o separam de si representam sua alteridade em relação ao mundo.</p>
<p>Quando se aceita diferente, Henry finalmente se liberta. Está em todos os lugares, torna-se infinito.</p>
<p><em><strong><small>Skhizein, de Jeremy Clapin, 2008.</small></strong></em></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2009/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2009.</a></p>
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		<title>Damaged Goods</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 08:21:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Anima Mundi]]></category>
		<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[Barnaby Barford]]></category>
		<category><![CDATA[Curta-metragem]]></category>
		<category><![CDATA[Damaged Goods]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Damaged Goods, bonecos de porcelana ganham vida para encenar o amor impossível entre casal de classes sociais diferentes (que o filme apresenta pelo lugar onde moram: ele, no chão; ela, sobre o armário). Barnaby Jones orquestra todos os movimentos dos personagens através da música, com belo uso do plano ponto-de-vista. A ressurreição da heroína [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-2337 alignleft" title="Damaged Goods." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/07/damagedgoods.jpg" alt="Damaged Goods." width="498" height="280" /></p>
<p>Em <strong>Damaged Goods</strong>, bonecos de porcelana ganham vida para encenar o amor impossível entre casal de classes sociais diferentes (que o filme apresenta pelo lugar onde moram: ele, no chão; ela, sobre o armário).</p>
<p>Barnaby Jones orquestra todos os movimentos dos personagens através da música, com belo uso do plano ponto-de-vista. A ressurreição da heroína &#8211; equivalente do stop-motion à última cena de <strong>A Palavra</strong>, de Carl Dreyer? &#8211; emociona.</p>
<p><em><strong><small>Damaged Goods, de Barnaby Barford, 2008.</small></strong></em></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2009/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2009.</a></p>
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		<title>Notebook</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 08:19:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Curtas]]></category>
		<category><![CDATA[Anima Mundi]]></category>
		<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[Curta-metragem]]></category>
		<category><![CDATA[Evelien Lohbeck]]></category>
		<category><![CDATA[Notebook]]></category>

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		<description><![CDATA[Como a sacola mágica do Gato Félix, que se metamorfoseia em qualquer objeto, o caderno de anotações no qual Evelien Lohbeck desenha realmente se transforma em um notebook e lhe permite  intervir e brincar com os limites entre a realidade e a fantasia Curioso e inteligente encontro das técnicas analógicas da animação &#8211; pixilation, lápis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2458" title="Notebook." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2009/07/notebook.jpg" alt="Notebook." width="440" height="250" /></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">Como a sacola mágica do Gato Félix, que se metamorfoseia em qualquer objeto, o caderno de anotações no qual Evelien Lohbeck desenha realmente se transforma em um notebook e lhe </span><span style="font-weight: normal;">permite  intervir e brincar com os limites entre a realidade e a fantasia</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">Curioso e inteligente encontro das técnicas analógicas da animação &#8211; pixilation, lápis sobre papel -, com as novas tecnologias da imagem (que rende deliciosas ironias ao Youtube, Windows e Google).</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">Notebook</span><span style="font-weight: normal;">, no Youtube:</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;"><p><a href="http://www.revistamoviola.com/2009/07/15/notebook/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p></span></strong></p>
<p><em><strong><small>Notebook, de Evelien Lohbeck, 2008.</small></strong></em></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2009/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2009.</a></p>
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