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	<title>Revista Moviola - Revista de cinema e artes</title>
	<link>http://www.revistamoviola.com</link>
	<description>Revista sobre cinema e artes</description>
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		<title>Lourenço Mutarelli</title>
		<description><![CDATA[Lourenço Mutarelli, quadrinista, escritor e ator, faz aqui uma revisão de sua carreira. Hoje em dia, mais afeito à literatura do que aos quadrinhos, ele explica como se deu a transição que levou o autor do HQ Transubstanciação a se lançar como romancista escrevendo em 2001 o emblemático O Cheiro do Ralo, livro base para [...]]]></description>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2012/02/02/lourenco-mutarelli/</link>
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		<title>Umberto D. e nosso cinema consignado</title>
		<description><![CDATA[Para os Bandeirantes do Ponto Cine “Só a morte é possível/Enquanto a vida é luta/Pelo impossível/E de glórias/Inglórias/Se de antemão/Sabemos a vitória /Vale pela força/E pelo desempenho/Como na arte/A astúcia/A vencer o velho/E o novo/E o tempo que passa/E se não passou/É a arte ou a velhice/Que pesou/E se vence a arte/Pode não ser eternidade/Mas [...]]]></description>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2011/12/13/umberto-d-e-nosso-cinema-consignado/</link>
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		<title>O Espelho de AnA</title>
		<description><![CDATA[Uma crítica afetiva “O poeta fala das coisas que são suas e de seu mundo, mesmo quando nos fala de outros mundos: as imagens noturnas são compostas de fragmentos das diurnas, recriadas conforme outra lei. O poeta não escapa à história, inclusive quanto a nega ou a ignora. Suas experiências mais secretas ou pessoais se [...]]]></description>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2011/12/12/o-espelho-de-ana/</link>
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		<title>Quem desejou Norma Jean</title>
		<description><![CDATA[&#160; Abjeta &#160; Quem desejou Norma Jean encontrou sob a seda da pele cicatriz de estopa &#160; A moça nunca esteve Sob o manto da carne nenhuma diva se mantém encanto &#160; Óleo ou acrílico e desbotada aquarela preenchem os sulcos da musa-mulher empalada &#160; Os pregos nos poros estendem seu território: Ela grita mitificada [...]]]></description>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2011/11/04/poemas-de-rosane-carneiro/</link>
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		<title>Esses Amores</title>
		<description><![CDATA[Há cinco décadas Claude Lelouch faz cinema. Esse senhor francês, que hoje se encontra na casa dos 70, nunca foi infiel a seus princípios narrativos. Com mais de cinquenta filmes dirigidos, sempre se dedicou a contar histórias de amor. Talvez, por isso, ele padeça de uma certa indiferença diante da crítica internacional. Há quem diga [...]]]></description>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2011/10/28/esses-amores/</link>
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		<title>Políssia</title>
		<description><![CDATA[Políssia, França, 2011, de Maïwenn Maïwenn acompanha o dia-a-dia da unidade policial que combate os crimes sexuais contra crianças. A câmera, sempre instável e contingente, flagra momentos breves, que revelam menos as investigações em si e mais as agruras psíquicas e emotivas que solapam as personagens em contato com a pedofilia. A narrativa de Políssia [...]]]></description>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2011/10/26/polissia/</link>
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		<title>A política de autores na época da morte do homem</title>
		<description><![CDATA[Em Maio de 1953, os Cahiers du cinéma publicavam o primeiro de uma série de artigos dedicados à obra de Howard Hawks, assinado por Jacques Rivette. Os elogios de Rivette inscreviam provocativamente o cinema do norte-americano na linhagem da grande arte ocidental: “As comédias dão a essa monotonia outro aspeto: a repetição substitui o progresso, [...]]]></description>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2011/10/26/a-politica-de-autores-na-epoca-da-morte-do-homem-2/</link>
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		<title>Quem é Nan Goldin?</title>
		<description><![CDATA[“Às vezes eu não sei como me sinto em relação a alguém até fotografá-lo ou fotografá-la. Eu não escolho as pessoas com o objetivo de fotografá-las. Eu fotografo diretamente da minha vida. Estas imagens surgem a partir de relacionamentos, não de observações”[1]. Por certo não foi à toa que Nan Goldin escolheu a declaração acima [...]]]></description>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2011/10/22/quem-e-nan-goldin/</link>
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		<title>Caminho para o nada</title>
		<description><![CDATA[Caminho para o nada, Monte Hellman, EUA, 2011 O cinema é uma manifestação artística com imensa capacidade para reproduzir a realidade, graças a sua reprodução ótica a 24 quadros por segundo. Mas, ao mesmo tempo, também possui uma enorme natureza de ilusão, devida à sua natureza de cópia e, nos dias de hoje, às ilusões [...]]]></description>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2011/10/20/caminho-para-o-nada/</link>
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		<title>Drive</title>
		<description><![CDATA[Drive, EUA, 2011, de Nicolas Winding Refn No clímax de Drive, Bernie e o herói se enfrentam na rua, à luz do dia, mas vemos apenas suas sombras. Para a Los Angeles &#8220;oficial&#8221;, de fato, eles não existem &#8211; são personagens marginais, que vivem nos subterrâneos da grande metrópole. O herói não tem nome. Quando [...]]]></description>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2011/10/19/drive/</link>
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