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	<title>Revista Moviola</title>
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	<description>Revista sobre cinema e artes</description>
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		<title>Proibido para menores</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 15:17:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Moviola</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cineclube LGBT]]></category>
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		<description><![CDATA[O Cineclube LGBT está ousado como o diabo gosta. A sessão Proibido para menores será no dia 27 de agosto, no Cinema Odeon Petrobras, e traz uma seleção de curtas onde o homoerotismo é o ponto central do debate. Tida por muitos como arte menor, ou mesmo deturpação, as obras eróticas, quando utilizadas como expressão artísticas podem não somente excitar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/08/i_want_your_love-42.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3865" title="i_want_your_love (4)2" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/08/i_want_your_love-42-300x168.jpg" alt="" width="460" height="308" /></a></p>
<p><BR></p>
<p>O <strong>Cineclube LGBT</strong> está ousado como o diabo gosta. A sessão <strong>Proibido para menores </strong>será no dia 27 de agosto, no <a href="http://www.grupoestacao.com.br/grupoestacao/salas/odeon.php" target="_blank"><strong>Cinema Odeon Petrobras</strong></a>, e traz uma seleção de curtas onde o homoerotismo é o ponto central do debate. Tida por muitos como arte menor, ou mesmo deturpação, as obras eróticas, quando utilizadas como expressão artísticas podem não somente excitar, como também levar o espectador a níveis de consciência desconhecidas pelo círculo social e inacessadas pela consciência individual. É como se o artista trouxesse a tona o que há escondido para além da compreensão de um ser humano qualquer. Como esclarece Susan Sontag em sua obra “A Imaginação Pornográfica”.</p>
<p>A sessão começa com <strong><em>Uma Canção de Amor</em></strong>, pioneiro em utilizar essa estética radical, dirigido pelo francês <strong>Jean Genet</strong> na década de 50. Neste filme, dois prisioneiros, separados por uma parede desenvolvem uma maneira de se comunicar. Já em <strong><em>Bendita Seja Toda Dor</em></strong>, dirigido pelo grupo<strong> Xplastic</strong>, duas mulheres experimentam a dores e delícias do sexo.</p>
<p><strong><em><span style="font-weight: normal;"><span style="font-style: normal;">A programação segue com </span></span>Pra Lá de Marraquesh</em></strong>, do francês <strong>Hervé Joseph Lebrun</strong>, conta a história de um jovem viajante em busca de sexo. Tem ainda <strong><em>Joy</em></strong><em> </em><strong><em>Stick Joy</em>,</strong> também de Xplastic, um tórrido vídeo de duas mulheres, esses ultimos foram exibidos no festival Mix Brasil. Para finalizar, <strong><em>Quero Seu Amor</em></strong>, de Travis Mathews, mostra a negociação de dois amigos sobre como será a primeira transa entre eles.</p>
<p>A sessão acabou? Não, a noite segue animada com o <strong>Dj Great Guy</strong> que toca o melhor do pop mundial no Odeon. E se você quiser interagir, tem o Twitter do cineclube  – <strong><a href="http://twitter.com/cineclubelgbt" target="_blank">@CineclubeLGBT</a> – </strong>que promove sorteios de ingressos e onde os seguidores são convidados a darem dicas de músicas para tocar na festa, e de filmes que gostariam de ver nas telonas.<BR></p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
Dia: 27.08<br />
Horário: 21h<br />
Local: Cinema Odeon Petrobras – Cinelândia &#8211; Rio de Janeiro<br />
Ingressos Antecipados: a partir de 25.08, às 15h<br />
Contato: 21 2240.1093<br />
<a href="http://www.cineclubelgbt.com.br" target="_blank">www.cineclubelgbt.com.br</a></div>
<div><BR><br />
Cenas de <strong>Uma Canção de amor</strong> (1950):</p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/2010/08/25/proibido-para-menores/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
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		<title>Animaldiçoados</title>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2010/08/25/animaldicoados/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 14:39:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Moviola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Em setembro haverá o Festival Internacional de Animação de Horror: Filmes Animaldiçoados com vampiro, mula sem cabeça, zumbi e outros seres sobrenaturais assombram os 69 filmes de animação, brasileiros e estrangeiros, de longa, média, curta e micro metragem selecionados para o Animaldiçoados, o primeiro festival internacional de animação de horror do Brasil. O sangue de Takena Nagao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em setembro haverá o <strong>Festival Internacional de Animação de Horror: Filmes Animaldiçoados</strong> com vampiro, mula sem cabeça, zumbi e outros seres sobrenaturais assombram os 69 filmes de animação, brasileiros e estrangeiros, de longa, média, curta e micro metragem selecionados para o Animaldiçoados, o primeiro festival internacional de animação de horror do Brasil.</p>
<p>O sangue de <strong>Takena Nagao</strong> está derramado no programa especial dedicado à filmografia do animador japonês. A suspeita de terrorismo biológico do filme <strong><em>Resident Evil: Degeneração</em></strong> e as seis visões aterrorizantes de <strong><em>Dante´s Inferno: Uma Animação Épica</em></strong> são os longas do Programas Especiais Susto, que tem entrada franca mediante convite. O longa sombrio norte-americano <strong><em>From Inside</em></strong> e a história do assassino em série do longa francês <em><strong>Le Tueur de Montmartre</strong></em> fazem parte do Programa Pavor. O média metragem<strong><em> Kanibal Seijin</em></strong>, sobre alienígenas canibais que tomaram conta do planeta Terra é o filme do Programa Espanto.</p>
<p>A competição oficial de curtas acontece no Grito. O Programa Grito 5, em especial, traz curtas do primeiro pesadelo que faz muitas crianças cairem da cama. As animações renascidas do inferno estão na retrospectiva de curtas &#8211; Programa Mortos-vivos. Além da exibição dos programas de filmes, votação e premiação, haverá Palestra de Cinema de Animação com inscrições gratuitas.</p>
<p>O festival acontece no Rio de Janeiro, no Centro Cultural Justiça Federal (08 a 12 de setembro), sessões de 14h30 as 20h30 (10 de setembro de 18h as 21h30) e em São Paulo, no Reserva Cultural (17 a 23 de setembro), sessões as 20h e 21h30 (dia 23 de setembro, sessões de 13h as 21h30). Acesse o <a href="http://www.animaldicoados.com/index2010BR.html" target="_blank">site</a> e saiba mais. Benditos sejam os amaldiçoados.</p>
<p>Trailer de Takena Nagao:</p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/2010/08/25/animaldicoados/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
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		<title>Profissão Roteirista em debate</title>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2010/08/24/profissao-roteirista-em-debate/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 02:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Moviola</dc:creator>
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		<category><![CDATA[debate no CineCufa]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo BR]]></category>
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		<category><![CDATA[Marcia Zanelatto]]></category>
		<category><![CDATA[Matheus Souza]]></category>
		<category><![CDATA[profissão roteirista]]></category>
		<category><![CDATA[roteiro]]></category>

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		<description><![CDATA[O CineCufa 2010, Festival Internacional de Cinema, organizado pela Central Única das Favelas (CUFA), estreou nesta terça e promove o debate Profissão Roteirista. O evento acontece no dia 31 de agosto, às 19h, no Centro Cultural Banco do Brasil. A mesa contará com a presença de Eduardo BR e Matheus Souza e será mediada por Márcia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong><a href="http://www.cinecufa.com.br/cinecufa2010/index.php" target="_blank">CineCufa 2010</a></strong>, Festival Internacional de Cinema, organizado pela Central Única das Favelas (CUFA), estreou nesta terça e promove o debate Profissão Roteirista. O evento acontece no dia 31 de agosto, às 19h, no Centro Cultural Banco do Brasil. A mesa contará com a presença de <strong>Eduardo BR</strong> e <strong>Matheus Souza </strong>e será mediada por <strong>Márcia Zanelatto.</strong> ﻿﻿O objetivo do encontro é trazer à tona questões baseadas no ponto de vista in loco, pois a maioria dos roteiristas de cinema ainda trabalha no risco, e para receber “a posteriori”,  o que os obriga a fazer o trabalho nas horas vagas de outras tarefas profissionais. E sem a certeza de que serão remunerados. O debate abordará os desafios criativos e financeiros enfrentados por autores e roteiristas, e a trajetória rumo à profissionalização.</p>
<p>Se você quer estar por dentro do que acontece nesse segmento, eis a oportunidade para saber mais sobre os bastidores e as questões atuais que envolvem a profissão. O CineCufa traz também outras discussões. Confira a <a href="http://www.cinecufa.com.br/cinecufa2010/in.php?id=debates" target="_blank">programação completa</a>, participe e exponha suas ideias.</p>
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		<title>Lista &#8211; Melhores do Anima Mundi 2010</title>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2010/07/29/melhores-do-anima-mundi-2010/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 08:46:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após 17 sessões competitivas de curtas, os 20 melhores filmes que vi no Anima Mundi: 1. The Spine, de Chris Landreth 2. Tuukrid Vihmas, de Priit Pärn e Olga Pärn 3. Tempestade, de César Cabral 4. Passeio de Domingo, de José Miguel Ribeiro 5. Logorama, de François Alaux, Hervé de Crécy e Ludovic Houplain 6. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3826" title="The Spine, de Chris Landreth." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/07/thespine3.jpg" alt="" width="502" height="282" /></p>
<p>Após 17 sessões competitivas de curtas, os 20 melhores filmes que vi no Anima Mundi:</p>
<p>1. <strong>The Spine</strong>, de Chris Landreth<br />
2. <strong>Tuukrid Vihmas</strong>, de Priit Pärn e Olga Pärn<br />
3. <strong>Tempestade</strong>, de César Cabral<br />
4. <strong>Passeio de Domingo</strong>, de José Miguel Ribeiro<br />
5. <strong>Logorama</strong>, de François Alaux, Hervé de Crécy e Ludovic Houplain<br />
6. <strong>Le Garçon qui Ne Mentait Jamais</strong>, de Michel Ocelot<br />
7. <strong>Videogioco, a Loop Experiment</strong>, de Donato Sansone<br />
8. <strong>Le Noued Cravate</strong>, de Jean-François Lévesque<br />
9. <strong>Der Kleine und das Biest</strong>, Joahannes Weiland e Uwe Heidschötter<br />
10. <strong>Der Da Vinci Timecode</strong>, de Gil Alkabetz<br />
11. <strong>Sinna Mann</strong>, de Anita Killi<br />
12. <strong>Danny Boy</strong>, de Marek Skrobecki<br />
13. <strong>The Lost Thing</strong>, de Andrew Ruhemann e Shaun Tan<br />
14. <strong>Le Loup Blanc</strong>, de Pierre-Luc Granjon<br />
15. <strong>Fard</strong>, de Luis Briceno e David Alapont<br />
16. <strong>Love &amp; Theft</strong>, de Andreas Hykade<br />
17. <strong>20 Años</strong>, de Bárbaro Joel Ortiz<br />
18. <strong>Santa, The Fascist Years</strong>, de Bill Plympton<br />
19. <strong>Lebensader</strong>, de Angela Steffen<br />
20. <strong>Stanley Pickle</strong>, de Victoria Mather</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2010/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2010.</a></p>
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		<title>The Spine</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 16:07:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No consultório psiquiátrico, durante terapia de grupo, pacientes destroçados revelam suas maiores angústias e frustrações &#8211; especialmente a esposa (obesa) que reprime o marido (sem coluna verterbral). Chris Landreth prossegue, no maravilhoso The Spine, com o psicorrealismo que o consagrou em Ryan (Oscar de melhor curta de animação em 2004): os corpos refletem os sentimentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3786" title="The Spine, de Chris Landreth." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/07/thespine21.jpg" alt="" width="506" height="343" /></p>
<p>No consultório psiquiátrico, durante terapia de grupo, pacientes destroçados revelam suas maiores angústias e frustrações &#8211; especialmente a esposa (obesa) que reprime o marido (sem coluna verterbral).</p>
<p>Chris Landreth prossegue, no maravilhoso <strong>The Spine</strong>, com o psicorrealismo que o consagrou em <strong>Ryan</strong> (Oscar de melhor curta de animação em 2004): os corpos refletem os sentimentos e as emoções das personagens. Mary se deforma em virtude de sucessivos tratamentos para engravidar. Dan, por amor e culpa, anula-se e se submete à esposa &#8211; a falta da coluna como representação exterior de sua dependência.</p>
<p><strong>The Spine</strong>, como <strong>Ryan</strong>, utiliza os efeitos CGI para nos mostrar a alma das personagens através de seus corpos. Quando Mary o abandona, Dan vive novamente: está livre da culpa. No entanto, assim que a mulher retorna, ele opta outra vez pelo sacrifício, por torná-la feliz às custas de sua própria miséria.</p>
<p>História de amor torta, às avessas (como o próprio filme) &#8211; mas que influencia Angela, que os observa: Dan oferece à narradora de <strong>The Spine</strong> a chance que não teve.</p>
<p><strong>Ryan</strong> no youtube:</p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/2010/07/28/the-spine/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p><small><em><strong>The Spine, de Chris Landreth, 2009.</strong></em></small></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2010/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2010.</a></p>
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		<title>Tuukrid Vihmas</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 02:58:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Casal se encontra por breves instantes todos os dias &#8211; ele trabalha como escafandrista até às seis da tarde, ela é enfermeira de noite. Pérola do humor negro e da sutileza, Tuukrid Vihmas retrata as obrigações cotidianas que separam os amantes. Priit e Olga Pärn se concentram em apenas um dia das atividades do escafandrista: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3789" title="Tuukrid Vihmas, de Priit Pärn e Olga Pärn." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/07/tuukridvihmas.jpg" alt="" width="504" height="283" /></p>
<p>Casal se encontra por breves instantes todos os dias &#8211; ele trabalha como escafandrista até às seis da tarde, ela é enfermeira de noite.</p>
<p>Pérola do humor negro e da sutileza, <strong>Tuukrid Vihmas</strong> retrata as obrigações cotidianas que separam os amantes. Priit e Olga Pärn se concentram em apenas um dia das atividades do escafandrista: enquanto trabalha para resgatar, durante chuva torrencial, navio que afunda, sua mulher, em montagem paralela, espera-o em casa.</p>
<p><strong>Tuukrid Vihmas</strong> aposta nas imagens surreais que marcam a obra de Priit Pärn. Sozinha, a mulher devaneia sobre a vida a dois que não possui com o amado. Debaixo da tempestade, o homem observa, impassível e um cigarro após o outro, sem-número de eventos absurdos &#8211; sensação de estranheza que os cineastas reforçam quando alongam os planos e desaceleram a narrativa (como em Aki Kaurismäki).</p>
<p>Estamos no meio de pesadelo que se repete dia-a-dia, círculo vicioso que impede a felicidade do casal.</p>
<p><small><em><strong>Tuukrid Vihmas, de Priit Pärn e Olga Pärn, 2009.</strong></em></small></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2010/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2010.</a></p>
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		<title>Tempestade</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 08:39:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[William Turner]]></category>

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		<description><![CDATA[Marinheiro solitário atravessa o oceano para encontrar a mulher que ama. A tempestade, no entanto, altera-lhe o percurso e o impede de vê-la novamente. Se apostava na força dos diálogos e no carisma das personagens em Dossiê Rê Bordosa, César Cabral se vale apenas do clima narrativo (luz e cores, sobretudo) em Tempestade, que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3781" title="Tempestade, de César Cabral." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/07/tempestade.jpg" alt="" width="370" height="240" /></p>
<p>Marinheiro solitário atravessa o oceano para encontrar a mulher que ama. A tempestade, no entanto, altera-lhe o percurso e o impede de vê-la novamente.</p>
<p>Se apostava na força dos diálogos e no carisma das personagens em <strong>Dossiê Rê Bordosa</strong>, César Cabral se vale apenas do clima narrativo (luz e cores, sobretudo) em <strong>Tempestade</strong>, que se inspira na música <strong>Eleanor Rigby</strong>, dos Beatles, e nas paisagens de William Turner &#8211; pintor Romântico londrino, precursor do Impressionismo.</p>
<p>O filme sugere que a tempestade e os mares revoltos não passam de metáforas para a angústia do herói, de expressões conturbadas da alma. O marujo, pois, lança-se em saga inútil, visto que jamais reencontrará a amada: seus próprios sentimentos a mantêm distante.</p>
<p>Com primoroso stop-motion, <strong>Tempestade</strong> afirma César Cabral, hoje, como maior nome da animação brasileira.</p>
<p><small><em><strong>Tempestade, de César Cabral, 2010.</strong></em></small></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2010/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2010.</a></p>
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		<title>Passeio de Domingo</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 05:35:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todos os domingos, a família realiza o mesmo passeio: o pai estende a vara de pescar no canal (onde se proíbe a atividade) e ouve o jogo de futebol pelo rádio, os filhos brincam às escondidas no porta-malas e a mãe discute e reclama com o marido. Eles se divertem somente quando apostam corrida, pelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3778" title="Passeio de Domingo, de José Miguel Ribeiro." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/07/passeiodedomingo2.jpg" alt="" width="502" height="327" /></p>
<p>Todos os domingos, a família realiza o mesmo passeio: o pai estende a vara de pescar no canal (onde se proíbe a atividade) e ouve o jogo de futebol pelo rádio, os filhos brincam às escondidas no porta-malas e a mãe discute e reclama com o marido. Eles se divertem somente quando apostam corrida, pelas ruas estreitas, com o vizinho de acampamento.</p>
<p>José Miguel Ribeiro (de <strong>A Suspeita</strong>) critica, em <strong>Passeio de Domingo</strong>, o patriarcalismo da sociedade portuguesa, que conduz à dissolução familiar. O pai, que detém o poder absoluto nas relações afetivas, não escuta a mulher e não se importa com os filhos. Em vez de adquirir sua nova casa, o egoísmo paterno o leva a gastar as economias domésticas na reforma do próprio carro.</p>
<p>A crise explode depois do acidente com o bonde &#8211; a mulher e os filhos vão embora, a fim de construírem vida nova, longe dos abusos paternos. A reconcialiação (como indica José Miguel Ribeiro), no entanto, é possível, desde que o pai mude velhos hábitos e passe a se interessar pela família.</p>
<p><small><em><strong>Passeio de Domingo, de José Miguel Ribeiro, 2008.</strong></em></small></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2010/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2010.</a></p>
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		<title>Danny Boy</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 16:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Grande Diáspora Irlandesa]]></category>
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		<category><![CDATA[Marek Skrobecki]]></category>
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		<description><![CDATA[Na cidade onde todos se decapitaram, único que mantém a cabeça a amaldiçoa. Diferente, incapaz de relacionar &#8211; sobretudo com a mulher que ama -, ele também enxerga o ridículo que a cegueira coletiva proporciona. Por amor, a personagem de Danny Boy fabrica guilhotina com que decepa a própria cabeça. Mesmo cambaleante, sai às ruas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3763" title="Danny Boy, de Marek Skrobecki." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/07/dannyboy2.jpg" alt="" width="503" height="335" /></p>
<p>Na cidade onde todos se decapitaram, único que mantém a cabeça a amaldiçoa. Diferente, incapaz de relacionar &#8211; sobretudo com a mulher que ama -, ele também enxerga o ridículo que a cegueira coletiva proporciona.</p>
<p>Por amor, a personagem de <strong>Danny Boy</strong> fabrica guilhotina com que decepa a própria cabeça. Mesmo cambaleante, sai às ruas para se encontrar com a mulher que, agora, não foge e o espera de braços abertos. Ele, finalmente, está como os outros, ignorante e feliz.</p>
<p>Marek Skrobecki aproveita de um dos significados possíveis da letra de <strong>Danny Boy</strong>, escrita por Frederick Weatherly no início do século XX: a mulher que se declara ao amado. Também a associaram ao lamento dos pais que se despediam do filhos, na 1a. Guerra Mundial e na Grande Diáspora Irlandesa (hino dos imigrantes que aportaram nos EUA e no Canadá).</p>
<p><small><em><strong>Danny Boy, de Marek Skrobecki, 2010.</strong></em></small></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2010/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2010.</a></p>
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		<title>Little Quentin</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 06:44:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ricardo de Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[filme noir]]></category>
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		<category><![CDATA[Paco Vink]]></category>

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		<description><![CDATA[Detetive, palhaço e astronauta enterram corpo de dançarina que o coelho matou. A história, na verdade, apenas reflete a imaginação do garoto, que utiliza a boneca da irmã (que se vingará, mais tarde, com seu próprio conto) na brincadeira. Albert&#8217;t Hooft e Paco Vink se importam menos com as histórias em si, e mais com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3737" title="Little Quentin, de Albert't Hooft e Paco Vink." src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/07/littlequentin.jpg" alt="" width="504" height="284" /></p>
<p>Detetive, palhaço e astronauta enterram corpo de dançarina que o coelho matou. A história, na verdade, apenas reflete a imaginação do garoto, que utiliza a boneca da irmã (que se vingará, mais tarde, com seu próprio conto) na brincadeira.</p>
<p>Albert&#8217;t Hooft e Paco Vink se importam menos com as histórias em si, e mais com os climas das narrativas. Primeiro, <strong>Little Quentin</strong> homenageia o visual (luzes e sombras, contraste de cores, ângulos extremos) e a temática (mulheres fatais, crimes, suspense) do filme noir. Depois, os diretores subvertem o universo feminino &#8211; jantar de bonecas, vestidos multicoloridos &#8211; e provocam terror através da beleza sufocante.</p>
<p><small><em><strong>Little Quentin, de Albert&#8217;t Hooft e Paco Vink, 2009.</strong></em></small></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/anima-mundi-2010/">Veja a cobertura completa do Anima Mundi 2010.</a></p>
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