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	<title>Revista Moviola</title>
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	<description>Revista sobre cinema e artes</description>
	<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 23:01:24 +0000</pubDate>
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		<title>6 Anos de Cinema e Cachaça</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 20:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Galvão</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<category><![CDATA[cachaça cinema club]]></category>

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		<description><![CDATA[
Os cineclubistas do consolidado Cachaça Cinema Clube celebram, no dia 20 de agosto, seis anos atividade cinéfila, reflexiva, musical e etílica. A comemoração será clássica, adiantam os organizadores. O evento presta também homenagem ao documentário brasileiro e a discussão estética e política que é empreendida sobre o tema no livro Cineastas e Imagens do Povo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/08/cachacacine.jpg" alt="Divulgação" /></p>
<p>Os cineclubistas do consolidado<strong> Cachaça Cinema Clube</strong> celebram, no dia 20 de agosto, seis anos atividade cinéfila, reflexiva, musical e etílica. A comemoração será clássica, adiantam os organizadores. O evento presta também homenagem ao documentário brasileiro e a discussão estética e política que é empreendida sobre o tema no livro Cineastas e Imagens do Povo, de <strong>Jean-Claude Bernardet</strong>.</p>
<p>A programação de aniversário começa às 21h, no Odeon, e apresentará os seguintes filmes: <em><strong>Subterrâneos do futebol</strong></em>, de <strong>Maurice Capovilla</strong> (1965); <strong><em>Liberdade de Imprensa</em></strong> (1966), de <strong>João Batista de Andrade</strong>; <strong><em>Lavra-dor</em></strong>, de <strong>Paulo Rufin</strong>o; e a <em><strong>Pedra da riqueza</strong></em> (1976), de <strong>Vladimir Carvalho</strong>. Esses documentários foram influenciados pelas transformações políticas e sociais iniciadas nos anos de 1960. Por meio deles é possível observar momentos da história do país e ver como produção documental traz à tona a condição brasileira e pode ser um espaço de proposição de idéias e ideais.</p>
<p>Após a mostra, acontece a tradicional degustação da Aguardente Claudinor. Já a festa em si – Cachaça Disco Clube – será realizada na Gafieira Elite com a banda<strong> Fanfarra Paradiso</strong> e, nas carrapetas, o <strong>DJ H</strong> toca balkan beats, gypsy, punk, funk, kuduro, mambo, cha cha cha eletrônico, forró, entre outros. Haverá saída de kombis para o trajeto Odeon - Gafieira Elite.</p>
<p><strong>Os filmes </strong></p>
<p><em><strong>Subterrâneos do futebol</strong></em>, de Maurice Capovilla, 1965, 30 min<br />
Uma das primeiras tentativas de compreender o poder que o futebol exerce no imaginário do brasileiro. Capovilla acompanha a trajetória de Pelé e outros jovens jogadores, debatendo seus sonhos, a possibilidade de ascensão social e fanatismo alienante das torcidas.</p>
<p><em><strong>Lavra-dor</strong></em>, de Paulo Rufino, 1968, 11 min<br />
Documentário experimental sobre o discurso e reivindicações dos trabalhadores rurais após o golpe militar.</p>
<p><em><strong>Liberdade de Imprensa</strong></em>, de João Batista de Andrade, 1967, 25 min<br />
Documentário sobre a imprensa brasileira logo após a promulgação da lei da censura, com entrevistas de populares, políticos e especialistas, compondo um painel da época. O filme foi apreendido no Congresso da UNE em 1968, e ficou fora de circulação por 10 anos.</p>
<p><em><strong>A pedra da riqueza</strong></em>, de Vladimir Carvalho, 1976, 15 min<br />
ou &#8220;A Peleja do Sertanejo para Desencantar a Pedra que Foi Parar na Lua na Nave dos Astronautas&#8221;. Documentário sobre o garimpo da xelita no vale do Sabugi, Paraíba. Enfoca as precárias condições de vida dos trabalhadores, que desconhecem o valor e o destino da matéria-prima que extraem: o tungstênio, utilizado nos mais sofisticados e complexos instrumentos da tecnologia nuclear.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
Sessão - Cinema Odeon Petrobras, às 21h<br />
Praça Floriano, nº 7, Cinelândia<br />
Preço: 10 Reais (inteira) / 5 Reais (meia)</p>
<p>Festa - Gafieira Elite, às 23h<br />
Rua Frei Caneca, 4, Centro (ao lado do Hospital Souza Aguiar)<br />
Tel: (21) 2232-3217<br />
Preço: 12 reais (normal) / 6 reais (com entrada do cinema)</p>
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		<title>Corpo de Bollywood</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 12:41:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Paiva Filho</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Curtas]]></category>

		<category><![CDATA[Corpo de Bollywood]]></category>

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		<category><![CDATA[Raquel Valadares]]></category>

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		<description><![CDATA[ Corpo de Bollywood, o povo quer cinema, 2008, Raquel Valadares

Em 1998, Sabine Sorrel era minha colega no curso de Cinema da UFF; na mesma época, eu era monitor do professor Roberto Moura, na disciplina Estudo Específico do Cineasta Brasileiro. Naquele ano, o cineasta brasileiro a ser estudado foi Humberto Mauro – por curiosa coincidência, admiração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <strong><em>Corpo de Bollywood, o povo quer cinema, 2008, Raquel Valadares</em></strong></p>
<p><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/08/corpo_de_bollywood.jpg" alt="Corpo de Bollywood, de Raquel Valadares" /></p>
<p>Em 1998, <strong>Sabine Sorrel</strong> era minha colega no curso de Cinema da <strong>UFF</strong>; na mesma época, eu era monitor do professor <strong>Roberto Moura</strong>, na disciplina <em>Estudo Específico do Cineasta Brasileiro</em>. Naquele ano, o cineasta brasileiro a ser estudado foi <strong>Humberto Mauro</strong> – por curiosa coincidência, admiração de ambos, professor e monitor. O resultado foram artigos bem interessantes de alguns alunos. Um deles, de Sabine: <strong><em>Paletó americano: o cinema como sonho de consumo</em></strong>, um paralelo entre o cinema brasileiro na época de Mauro com os dias atuais (no caso, atuais em 1998, mas parece que não mudou muita coisa). Mais tarde, enquanto editava heroicamente a revista de cinema <a href="http://br.geocities.com/sombraseletricas/" target="_blank">SOMBRAS ELÉTRICAS</a>, tive o prazer e a honra de publicá-los, num número especial sobre Humberto Mauro. O artigo de Sabine Sorrel ainda pode ser lido integralmente <a href="http://br.geocities.com/sombraseletricas/longmauro8.htm" target="_blank">neste link</a>, pois o que importa é o trecho final, que transcrevo aqui:</p>
<p><em>Fica a imagem geral de que os realizadores do Cinema brasileiro são como o personagem principal de <strong>O Canto da Saudade</strong>, o humilde Galdino, sonhando com seu paletó americano, cobiçado e nunca realmente seu. Um cineasta brasileiro também é um sonhador humilde que tem o Cinema como seu sonho de consumo, seu “paletó americano”, e parece pegá-lo emprestado dos irmãos estrangeiros algumas vezes para uma festa ou ocasião especial. O Cinema nos escapa por entre os dedos e insistimos em correr atrás dele.<br />
</em><br />
Sei não, mas quando terminei de ver <strong><em>Corpo de Bollywood: o povo quer cinema</em></strong>, (UFF), este trecho final me veio à memória. Talvez porque este filme de <strong>Raquel Valadares</strong> vai além de olhar a maior indústria de cinema do mundo (a Índia); a partir dela, observa, com extrema competência e sensibilidade, os contrastes deste subcontinente – especialmente entre a Índia urbana e moderna e a índia rural tradicional. De lambuja, fala sobre as mudanças desta indústria de cinema, de 1948 para cá, bem como ela se insere de modo simbiótico com a realidade e com o imaginário – e esta parece ser a chave dela para deixar apenas uns 5% de seu mercado interno para a segunda grande indústria de cinema do mundo (uma tal de <strong>Hollywood</strong>), ficando com os outros 95% para si.</p>
<p>Aliás, não é exatamente isso que o cinema brasileiro busca: ser uma roupa original que caiba no corpo de seu povo, sem precisar ser um paletó americano usado? Caso a pensar.</p>
<p><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" width="500" height="5" /></p>
<h4><a href="http://www.revistamoviola.com/fbcu-2008/">Veja a cobertura completa do XIII Festival Brasileiro de Cinema Universitário</a></h4>
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		<title>Jarro de Peixes</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 12:29:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Paiva Filho</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Salomão Santana]]></category>

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		<description><![CDATA[ Jarro de Peixes, 2008, Salomão Santana

Fato comum no Festival Brasileiro de Cinema Universitário são os filmes acometidos com a &#8220;síndrome de Bagata&#8221;.
O primeiro caso da síndrome apareceu na produção universitária pela primeira vez com o filme Bagata, de Lucas Margutti, então aluno da primeira turma do curso de cinema da Universidade Estácio de Sá (e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <strong><em>Jarro de Peixes, 2008, Salomão Santana</em></strong></p>
<p><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/08/jarro_de_peixes.jpg" alt="Jarro de Peixes, de Salomão Santana" /></p>
<p>Fato comum no <a href="http://www.revistamoviola.com/fbcu-2008/">Festival Brasileiro de Cinema Universitário</a> são os filmes acometidos com a &#8220;síndrome de Bagata&#8221;.</p>
<p>O primeiro caso da síndrome apareceu na produção universitária pela primeira vez com o filme <strong><em>Bagata</em></strong>, de <strong>Lucas Margutti</strong>, então aluno da primeira turma do curso de cinema da Universidade Estácio de Sá (e dá nome à síndrome. A sinopse oficial deste filme nos informa: &#8220;Bagata é uma homenagem aos grandes compositores da história do cinema&#8221;. Na verdade, o que vemos no filme é a seguinte historinha: um jovem, possivelmente problemático, come pizza e assiste a vídeos no apartamento onde vive, do tipo &#8220;a faxineira não vai lá há uns dez anos&#8221;, sujo e cheio de restos de pizzas anteriores, que possivelmente sobraram da festa de aniversário de Ramsés II. De repente (como é de se esperar num apartamento cheio de lixo), eis que aparece uma barata. E descobrimos neste instante que, além de problemático e porquinho, o rapaz tem um problema grave de dicção — trocando os Rs pelos Gs quando fala — ao exclamar: &#8220;Cagalho, uma bagata!&#8221;, antes de passar o resto do filme correndo atrás da barata, ao som de trechos de músicas de filmes, de <strong><em>Missão Impossível</em></strong> ao tema de <strong><em>Indiana Jones</em></strong>&#8230; Grande homenagem!&#8230;</p>
<p>De lá para cá, Lucas Margutti tornou-se um profissional competentíssimo, e a Estácio passou a enviar bons filmes para o FBCU (falaremos de sua última recaída daqui a pouco). Mas a &#8220;síndrome de Bagata&#8221;, infelizmente, ficou, infectando uma boa parte dos filmes universitários. E um filme acometido pela &#8220;síndrome de Bagata&#8221; é assim: uma idéia imbecil, desenvolvida de modo idiota. Só não digo que desperdiça tempo, equipamentos e película (ou fitas, no caso dos vídeos) porque proporciona prática aos estudantes. Mas supunha-se que, ao fazer um filme ou um vídeo, eles quisessem algo mais do que praticar: quisessem criar.</p>
<p>Infelizmente, o, digamos assim, &#8220;vírus&#8221; da &#8220;Síndrome de Bagata&#8221; desenvolveu várias cepas diferentes. A mais virulenta destas cepas é um cruzamento híbrido de pretensão elevada à décima potência, egocentrismo, estelionato e complexo de blindagem — também conhecido como certeza de que nunca será descoberto ou punido. <strong>Jarro de peixes</strong>, a segunda arremetida do “realizador” <strong>Salomão Santana</strong> na Mostra Competitiva Nacional do FBCU, é um exemplo claro e perigoso desta cepa. Seu “documentário”, assim como sua “obra” anterior, <a href="http://www.revistamoviola.com/2007/11/06/a-curva/">A curva</a> (2007), consiste em mais um vídeo VHS do acervo de <strong>Miguel Pereira</strong>, videomaker de Juazeiro do Norte (CE), terra natal de Salomão — no caso, uma reunião de evangélicos lendo a Bíblia. Ora, um documentário de montagem, como o nome diz, usa imagens e outros materiais de arquivo como ponto de partida e meio primordial para contar alguma história real, especialmente da história recente — do Brasil, da cidade ou mesmo pessoal. Podemos citar bons exemplos deste tipo de documentário, como <strong><em>Revolução de 30</em></strong> (1980), de Sílvio Back, <strong><em>Os anos JK</em></strong> (1980) e <strong><em>Jango</em></strong> (1984), de Sílvio Tendler. Mas ao ver <strong><em>Jarro de peixes</em></strong>, notamos o seguinte: intervenção nas imagens, de alguma forma? NENHUMA; alguma forma de diálogo com as imagens e entre elas? NENHUMA; alguma informação (porque documentário, além de outras funções, serve para informar, sem ser confundido com reportagem) sobre as pessoas (que devem ser conhecidas lá em Juazeiro, mas são ilustres desconhecidas para o espectador do festival)? NENHUMA. Jarro de peixes , assim como <strong><em>A curva</em></strong> se limita a reproduzir, devidamente digitalizado, o vídeo VHS de Miguel Pereira. PARA QUÊ? Por que é que os créditos do filme não são honestos e dizem: “realização: Miguel Pereira? Por que é que Salomão Santana assina a realização de um vídeo feito por outro? Quanto suor, realmente, foi derramado por Salomão Santana para “realizar” este “documentário”? Se a sua resposta, gentil leitor, for NENHUM, porque é uma grossa vigarice, acertou.</p>
<p>Pior de tudo: com a exceção das observações acuradas e temperadas de ironia de Cristian Borges (ex-coordenador do festival e membro do júri), foi triste ver cinéfilos e críticos sérios, como <strong>Marcelo Ikeda</strong>, discutindo esta vigarice a sério, tal qual admirassem os brocados da roupa nova do rei, quando na verdade ele estava nu.</p>
<p><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" width="500" height="5" /></p>
<h4><a href="http://www.revistamoviola.com/fbcu-2008/">Veja a cobertura completa do XIII Festival Brasileiro de Cinema Universitário</a></h4>
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		<title>Pré-estréia: Olho de Boi</title>
		<link>http://www.revistamoviola.com/2008/08/18/pre-estreia-olho-de-boi/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 19:33:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Galvão</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Mais uma vez o sertão brasileiro é apresentado na telona. O longa Olho de Boi, de Hermano Penna, montado a partir de recriação livre de Edipo Rei, exibe a trajetória de um peão que acredita que sua esposa o trai com seu irmão.
A pré-estréia do filme acontece no dia 18 de agosto, às 21h, no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez o sertão brasileiro é apresentado na telona. O longa<strong><em> <a href="http://olhodeboiofilme.blogspot.com/" target="_blank">Olho de Boi</a></em></strong>, de <strong>Hermano Penna</strong>, montado a partir de recriação livre de Edipo Rei, exibe a trajetória de um peão que acredita que sua esposa o trai com seu irmão.</p>
<p>A pré-estréia do filme acontece no dia 18 de agosto, às 21h, no Odeon. Imprima o convite abaixo (válido para duas pessoas) e vá ao cinema.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/08/olhodeboi.jpg" alt="Convite" width="470" height="454" /></p>
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		<title>Mobz: sessões mobilizadas</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 20:08:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Galvão</dc:creator>
		
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A MovieMobz, que tem como lema Mobz é mobilização. Mobilização é poder, anuncia que na próxima sessão mobilizada serão exibidos: Fabricando Tom Zé, XXY, O cheiro do Ralo e O sabor da Melancia.
Para quem não sabe do que se trata, a MovieMobz é um portal de filmes que funciona como uma rede social dedicada aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/08/selton.jpg" alt="Divulgação" /></p>
<p>A <strong><a href=" http://www.moviemobz.com/" target="_blank">MovieMobz</a></strong>, que tem como lema Mobz é mobilização. Mobilização é poder, anuncia que na próxima sessão mobilizada serão exibidos: <em><strong>Fabricando Tom Zé,</strong></em> <strong><em>XXY</em></strong>, <em><strong>O cheiro do Ralo </strong></em>e O<em><strong> sabor da Melancia</strong></em>.</p>
<p>Para quem não sabe do que se trata, a MovieMobz é um portal de filmes que funciona como uma rede social dedicada aos cinéfilos de carteirinha e a todos que se encantam com a sétima arte. Ao entrar para a rede Mobz, você deixa de ser um mero espectador e pode incluir na programação de cinema de sua cidade o filme que você quer ver na telona – é o que garante a equipe do portal. E mais, pode mobilizar amigos para programar e assistir filmes com você.</p>
<p><strong>Programação:</strong></p>
<p><strong>Fabricando Tom Zé: </strong>Odeon Petrobrás, 17 de agosto (domingo) às 20h30.<br />
Valor do ingresso inteiro: R$6,00</p>
<p><em><strong>XXY</strong></em>: Estação Laura Alvim, 18 de agosto (segunda-feira) às 21h30.<br />
Valor do ingresso inteiro: R$8,00</p>
<p><strong>O cheiro do ralo:</strong> Unibanco Arteplex, 19 de agosto (terça-feira) às 22h.<br />
Valor do ingresso inteiro: R$ 6,00</p>
<p><strong>O sabor da melancia:</strong> Estação Botafogo, 20 de agosto (quarta-feira) às 21h20.<br />
Valor do ingresso inteiro: R$8,00</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Retrospectiva Alain Resnais</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 14:02:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Galvão</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Alain Resnais]]></category>

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		<description><![CDATA[
A retrospectiva Alain Resnais: a revolução discreta da memória apresentará, pela primeira vez ao público brasileiro, uma mostra completa das obras do cineasta francês Alain Resnais. As sessões serão realizadas de 19 de agosto a  7 de setembro,  no Centro Cultural Banco do Brasil.
A mostra celebra os 60 anos de carreira do diretor. Todos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/08/mostra-alain-resnais-cartaz1.jpg" alt="Divulgação" /></p>
<p>A retrospectiva <strong>Alain Resnais: a revolução discreta da memória</strong> apresentará, pela primeira vez ao público brasileiro, uma mostra completa das obras do cineasta francês <em><strong>Alain Resnais</strong></em>. As sessões serão realizadas de 19 de agosto a  7 de setembro,  no Centro Cultural Banco do Brasil.</p>
<p>A mostra celebra os 60 anos de carreira do diretor. Todos os filmes serão exibidos em formato original juntamente com sete cópias novas disponibilizadas pela Embaixada da França no Brasil. São elas <em><strong>Guernica</strong></em>;<em> <strong>As estátuas também morrem</strong>; </em><em><strong>Noite e nevoeiro</strong></em>; <em><strong>Hiroshima, meu amor</strong></em>; <em><strong>O ano passado em Marienbad</strong></em>; <em><strong>Muriel ou O tempo de um retorno</strong></em>; <strong><em>Stavisky</em></strong> <em><strong>ou O império de Alexandre</strong></em>.</p>
<p>Durante o evento haverá também o debate <strong>Alain Resnais, um Revolucionário Discreto?</strong>, com <em><strong>Cézar Migliorin</strong></em>, <em><strong>Consuelo Lins</strong></em> e <em><strong>Simplício Neto</strong></em>, e o curso <strong>Tempo e Memória: O Cinema de Alain Resnais</strong>, ministrado por <em><strong>João Luiz Vieira</strong></em>.</p>
<p>O cineasta é considerado um grande revolucionário discreto, conhecido por experiências singulares com temas como o tempo e a memória, realizou dois dos marcos fundadores do cinema moderno e do que viria a ser conhecido como a nouvelle vague francesa: <strong><em>Hiroshima, meu amor</em></strong>, com roteiro de Marguerite Duras e <em><strong>O ano passado em Marienbad</strong></em>, com roteiro de Alain Robbe-Grillet.</p>
<p>O acesso à retrospectiva é gratuito, mas a sala está sujeita à lotação, por isso é necessário retirar as senhas nos guichês 30 minutos antes da sessão.</p>
<p>Confira a <a href="http://mostra-alain-resnais.blogspot.com" target="_blank">programação completa</a> da mostra e aproveite a viagem ao imaginário de Alain Resnais.</p>
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		<title>Brincos de Estrela</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 12:41:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aristeu Araújo</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Curtas]]></category>

		<category><![CDATA[Brincos de Estrela]]></category>

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		<category><![CDATA[FBCU]]></category>

		<category><![CDATA[Marcela Bertoletti]]></category>

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		<description><![CDATA[Brincos de Estrela, 2008, Marcela Bertoletti 
&#160;
Com texto carregado, Brincos de Estrela conta a história da descoberta do amor homossexuais entre duas amigas.
Uma delas, a que narra o filme, apaixona-se pela melhor amiga e o curta vai explorando os medos e receios dessa personagem à medida que seus sentimentos vão tomando conta da sua vida. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i><b>Brincos de Estrela, 2008, Marcela Bertoletti </b></i></p>
<p>&nbsp;<img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/08/brincos_de_estrelas.jpg" alt="Brincos de Estrela, de Marcela Bertoletti"></p>
<p>Com texto carregado, <b><i>Brincos de Estrela</i></b> conta a história da descoberta do amor homossexuais entre duas amigas.</p>
<p>Uma delas, a que narra o filme, apaixona-se pela melhor amiga e o curta vai explorando os medos e receios dessa personagem à medida que seus sentimentos vão tomando conta da sua vida. </p>
<p><i><b>Brincos de Estrela</b></i>, se fosse mais sutil na abordagem dos sentimentos, poderia ser um belo filme, mesmo com todos os seus pequenos problemas narrativos. </p>
<p>Seu encerramento é particularmente bem resolvido, delicado, poético até. Mas o curta pesa e é falastrão onde provavelmente deveria silenciar. </p>
<p>Em uma história que fala sobre desejo proibido, apenas o uso de olhares diria mais e de modo mais eficaz. </p>
<p><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" mce_src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" align="" border="" vspace="" width="500" height="5" hspace=""></p>
<h4><a href="http://www.revistamoviola.com/fbcu-2008/">Veja a cobertura completa do XIII Festival Brasileiro de Cinema Universitário</a></h4>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Poliedro</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 12:25:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aristeu Araújo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<category><![CDATA[Curtas]]></category>

		<category><![CDATA[curta]]></category>

		<category><![CDATA[FBCU]]></category>

		<category><![CDATA[Felipe Moraes]]></category>

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		<description><![CDATA[ Poliedro, 2008, Felipe Moraes

É com honestidade que Poliedro, de Felipe Moraes, procura retratar seus personagens. O filme se foca sobre um grupo de amigos adolescentes. É aniversário de um deles e, não tendo nada melhor a fazer, encontram-se em uma praça para beber.
Aparentemente, o curta tem pouco a dizer. Mas só aparentemente. Não trata-se de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <strong><em>Poliedro, 2008, Felipe Moraes</em></strong></p>
<p><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/08/poliedro.jpg" alt="poliedro.jpg" /></p>
<p>É com honestidade que <strong><em>Poliedro</em></strong>, de <strong>Felipe Moraes</strong>, procura retratar seus personagens. O filme se foca sobre um grupo de amigos adolescentes. É aniversário de um deles e, não tendo nada melhor a fazer, encontram-se em uma praça para beber.</p>
<p>Aparentemente, o curta tem pouco a dizer. Mas só aparentemente. Não trata-se de assumir o discurso enfadonho dos jovens como o do próprio filme. Talvez a interpretação deva ser justamente inversa, percebendo sobretudo seu protagonista que é completamente deslocado daquela realidade.</p>
<p>Um pouco mais velho que os outros, ou pelo menos aparentando um pouco mais de idade, ele pouco interage com o grupo. Apenas observa o que o filme apresenta.</p>
<p>Mas com texto e decupagem pouco cuidados, <strong><em>Poliedro </em></strong>acaba por se tornar apenas uma ratificação daquele universo banal representado. Torna-se falso ao não aprofundar seu olhar, em não se esforçar em compreender verdadeiramente seus personagens.</p>
<p><img src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" width="500" height="5" /></p>
<h4><a href="http://www.revistamoviola.com/fbcu-2008/">Veja a cobertura completa do XIII Festival Brasileiro de Cinema Universitário</a></h4>
]]></content:encoded>
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		<title>Remo Usai</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 14:13:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Galvão</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Curtas]]></category>

		<category><![CDATA[bernardo uzeda]]></category>

		<category><![CDATA[cinema universitário]]></category>

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		<category><![CDATA[remo usai]]></category>

		<category><![CDATA[trilhas]]></category>

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		<description><![CDATA[
 
O documentário Remo Usai – um músico para o cinema, de Bernardo Uzeda, aluno do curso de cinema da PUC-Rio, resgata a trajetória do compositor e maestro e vislumbra retirá-lo do esquecimento. Quando jovem, o carioca Usai vendeu seu automóvel e foi para os Estados Unidos para se especializar em trilhas sonoras para cinema. Seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img width="444" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/08/remo_usai.jpg" alt="Divulgação" height="327" /><br />
 </p>
<p>O documentário <strong><em>Remo Usai – um músico para o cinema</em></strong>, de <strong>Bernardo Uzeda</strong>, aluno do curso de cinema da PUC-Rio, resgata a trajetória do compositor e maestro e vislumbra retirá-lo do esquecimento. Quando jovem, o carioca Usai vendeu seu automóvel e foi para os Estados Unidos para se especializar em trilhas sonoras para cinema. Seu investimento, arriscado para a época, o tornou um dos compositores mais prolíficos da cinematografia brasileira nos anos 1960. Em Hollywood, Usai conta que foi aprovado no curso no qual se inscreveu e passou a ser aluno de <strong>Miklós Rózsa</strong>, compositor de trilhas para filmes como <strong><em>Spellbound</em></strong> (1945), de <strong>Hitchcock</strong>, e <strong><em>Ben-Hur</em></strong> (1959), de <strong>Willian Wyler</strong>.</p>
<p>Usai é autor de mais de 140 trilhas para longas e curtas, entre eles, <strong><em>Assalto ao Trem Pagador</em></strong> (1961), de <strong>Roberto Farias</strong>, e <em><strong>Mandacaru Vermelho</strong></em> (1961) e <em><strong>Boca de Ouro</strong></em> (1963), de <strong>Nelson Pereira dos Santos</strong>.</p>
<p>Além da entrevista com Usai, estão no filme o professor e pesquisador <strong>Hernani Heffner</strong> e o diretor Roberto Farias. A opção de Uzeda, em desenvolver a narrativa com alternâncias entre entrevistas e imagens de arquivo, torna seu trabalho bastante próximo das reportagens jornalísticas veiculadas na televisão. Não há ousadia na estética nem na narrativa do documentário. Contudo, percebe-se que o jovem diretor busca mostrar três olhares: o de Usai sobre si mesmo, o de Roberto Farias, com quem o compositor trabalhou, e o de Heffner, que lembra que Usai mudou o padrão da música para o cinema no país. </p>
<p>Com sua narrativa clássica, Remo Usai – um músico para o cinema está entre os bons trabalhos realizados nas faculdades e, sem dúvida, o seu mérito está na relevância que o trabalho do compositor tem para cinema nacional. E, se o objetivo de Uzeda, ao iniciar o seu projeto, foi reavivar a memória dos que conheceram Usai e apresentá-lo às novas gerações, o documentário cumpre seu papel.</p>
<p>O filme foi premiado na 13ª edição do festival de cinema <strong>É tudo verdade</strong>, nas categorias de Melhor Documentário da Competição Brasileira de Curta-metragem, Aquisição Canal Brasil de Incentivo ao Curta-metragem, e Prêmio Megacolor e estúdios Mega.</p>
<p><img width="500" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" height="5" /></p>
<h4><a href="http://www.revistamoviola.com/fbcu-2008/">Veja a cobertura completa do XIII Festival Brasileiro de Cinema Universitário</a></h4>
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		<title>1ª Janela Internacional de Cinema</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 11:47:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Galvão</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<category><![CDATA[curta-metragem]]></category>

		<category><![CDATA[festival internacional]]></category>

		<category><![CDATA[recife]]></category>

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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para as mostras competitivas da 1° Janela Internacional de Cinema do Recife, o formulário e o regulamento estão disponíveis online. A inscrição pode ser realizada até o dia 12 de setembro.
O festival acontece de 13 a 20 de novembro. Seu objetivo é abrir um espaço em Pernambuco para a produção independente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para as mostras competitivas da <strong><a target="_blank" href="http://www.janeladecinema.com.br/">1° Janela Internacional de Cinema do Recife</a></strong>, o <a target="_blank" href="http://www.janeladecinema.com.br/inscricao/index.php">formulário</a> e o regulamento estão disponíveis online. A inscrição pode ser realizada até o dia 12 de setembro.</p>
<p>O festival acontece de 13 a 20 de novembro. Seu objetivo é abrir um espaço em Pernambuco para a produção independente no cinema em todos seus formatos atuais, o que significa valorizar esse cinema abrindo-lhe múltiplas janelas.</p>
<p>Nessa primeira edição, o foco principal é o curta-metragem, considerado espaço privilegiado da experimentação. Busca-se ainda estimular a expressão artística e as obras de tom pessoal e trazer para o público um cinema que quebre expectativas. Recife está aberto para receber produções do Brasil e do mundo. </p>
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