Textos publicados na seção
Ensaios
Publicado em 20 de February de 2010
Eugène Green foi citado num colóquio sobre Pasolini como um exempo de uma atual prática de cinema de poesia. Não mais “sublimação burguesa” – como nos termos do texto de Pier Paolo Pasolini, O Cinema de Poesia de 1967, mas forma estilística de “espiritualização” através da estética. Curiosa, fui procurar quem era este autor, já [...]
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Publicado em 5 de September de 2009
Dahmer é um otimista e “A Cabeça é a Ilha” seu credo
André Dahmer é um otimista. Compor personagens, extrair deles o que há de pior no espírito humano e, ainda assim, sacar o riso como resultado, somente altas doses de otimismo para esperar este tipo de reação. A Cabeça é a Ilha faz um apanhado [...]
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Publicado em 12 de May de 2009
“Porra Monteiro, pra se entender de cinema no Brasil tem que se entender de Motion Pictures”, Glauber Rocha[1]
Nessa procura do cinema moderno esse texto, que nessa primeira parte fala do mercado cinematográfico internacional do pós guerra, numa segunda parte repensa o neo-realismo e as transformações no cinema norte-americano, na terceira revisa a nouvelle-vague, a partir [...]
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Publicado em 25 de March de 2009
“How do you break free without breaking apart?”
Se você não foi ao cinema assistir Foi apenas um sonho porque o filme marca o reencontro nas telas dos atores Kate Winslet e Leonardo DiCaprio após Titanic (1997), poderia ter atentado para o fato de que o filme foi dirigido por Sam Mendes (o mesmo de Soldado [...]
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Publicado em 2 de June de 2008
Palcos e telas: dos primórdios do cinematógrafo ao teatro e cinema brasileiros modernos.
A longa tradição de diálogo entre o teatro e o cinema brasileiros data desde os primeiros tempos após a chegada dos aparelhos de projeção cinematográfica ao país, em 1896, quando, para conquistar popularidade depois do interesse inicial, o novo invento não deixou de [...]
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Publicado em 2 de June de 2008
O teórico húngaro dos anos 20 Béla Bálazs aponta as novidades do cinema em relação ao teatro: o enquadramento, o primeiro plano e a montagem, através dos quais o filme rompe com o olhar unitário imposto ao espectador pelo palco italiano e admite múltiplos pontos-de-vista dentro da narrativa. Embora a rígida separação entre tela e [...]
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Publicado em 2 de June de 2008
Sonhos são como oxigênio no coração do artista. São eles que nos fazem acordar todos os dias com alguma coisa dentro da gente pulsando, nos dizendo: “Vai em frente, não desista.”
Talvez por isso continuo caminhando e construindo uma história de artista, assim, com altos e baixos. Não que uma pessoa que não seja artista não [...]
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Publicado em 2 de June de 2008
“Uma noite, no inverno de 1965, eu levei a minha moto – e um passageiro – pro lado mais alto de uma estrada escorregadia por causa da chuva ao norte de Oakland. Eu entrei numa curva obviamente perigosa a uns 110 Km/h, esticando a minha segunda marcha. A pista molhada impediu que eu inclinasse o [...]
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Publicado em 2 de June de 2008
ou A difícil relação entre ópera e cinema
A primeira vez que entrei num teatro de ópera foi aos quatro anos. Fôramos buscar com meu pai meus avós que estavam assistindo a Aída de Verdi. Entramos no hall do teatro, subimos as escadas até a galeria onde meus avós tinham cadeiras marcadas. Meu pai falou baixo [...]
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Publicado em 20 de December de 2007
Em 28 de dezembro de 1895, no Grand Café, situado no Boulevard des Capucines, em Paris, houve a primeira exibição, com entradas pagas, do cinematógrafo – a apresentação do invento ocorrera três meses antes, no cinema Eden (que ainda existe), em Ciotat. A platéia, que incluía o prestidigitador e futuro cineasta Georges Mèliés, pôde ver [...]
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