Ele estava fodido. Era feio. Era negro. A perna tinha um machucado um pouco abaixo do joelho direito. Enorme. Purulento. Quando estava próximo de cicatrizar ele pegava uma chave de fenda e voltava a abri-lo. Mancava por conta da ferida. Fazia questão de acentuar o movimento capenga. Vendia doces em ônibus da cidade. Chicletes, balas [...]