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	<title>Revista Moviola - Revista de cinema e artes &#187; Ariane Mondo</title>
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	<description>Revista sobre cinema e artes</description>
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		<title>O cinema do real de Consuelo Lins</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 18:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Mondo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao se discutir a produção contemporânea de documentários no Brasil, o nome de Consuelo Lins certamente será citado, tanto se observarmos o aspecto autoral, quanto se falarmos das pesquisas sobre esse gênero cinematográfico. Além de ter dirigido documentários premiados nos últimos anos, como Lectures (2005) e Leituras Cariocas (2009), Consuelo também é professora e pesquisadora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/12/Babá-na-praia_consuelo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4192" title="Babá na praia_consuelo" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/12/Babá-na-praia_consuelo.jpg" alt="" width="490" height="276" /></a></p>
<p>Ao se discutir a produção contemporânea de documentários no Brasil, o nome de <strong>Consuelo Lins</strong> certamente será citado, tanto se observarmos o aspecto autoral, quanto se falarmos das pesquisas sobre esse gênero cinematográfico.</p>
<p>Além de ter dirigido documentários premiados nos últimos anos, como <strong><em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=3WuZzFlWVU8" target="_blank">Lectures</a></em></strong> (2005) e <em><strong>Leituras Cariocas</strong></em> (2009), Consuelo também é professora e pesquisadora da Escola de Comunicação da UFRJ.</p>
<p>Um de seus livros mais conhecidos discorre sobre a vasta obra de um ícone da história do cinema documental brasileiro. <em>O Documentário de Eduardo Coutinho &#8211; Televisão, cinema e vídeo</em> foi lançado em 2004 pela Editora Zahar. A autora concedeu entrevista para a <strong><em>Moviola </em></strong>em Leipzig (Alemanha). Entre outros temas, Consuelo Lins fala sobre seus filmes, abordando especialmente o curta-metragem <strong><em><a href="http://babasdoc.blogspot.com/" target="_blank">Babás</a></em></strong> (2010), analisa suas buscas como diretora e opina sobre a produção atual de documentários no Brasil.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.revistamoviola.com/2010/12/02/o-cinema-do-real-de-consuelo-lins/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><em>Babás</em></strong> é o seu trabalho mais recente e tem circulado em festivais nacionais e internacionais de documentários e ganhou prêmios no Festival de Cinema de Gramado, assim como no Festival Internacional de Cinema de Arquivo (Recine), realizado no Rio de Janeiro. O curta foi exibido no programa internacional do festival de documentários <a href="http://www.revistamoviola.com/2010/11/01/dok-leipzig-multiplos-caminhos-na-arte-de-fazer-documentarios/"><strong>Dok Leipzig</strong> </a>em outubro deste ano, ocasião em que gravamos a entrevista.</p>
<p><strong>Créditos:<br />
</strong>Entrevista: <a href="http://twitter.com/arianemondo" target="_blank">Ariane Mondo<br />
</a>Fotografia: Lars dos Santos Drawert<br />
Edição do vídeo: Ariane &amp; Lars<br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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		<title>Dok Leipzig: Múltiplos caminhos na arte de fazer documentários</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 15:02:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Mondo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/11/dokleipzig2010.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4162" title="dokleipzig2010" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/11/dokleipzig2010.jpg" alt="" width="490" height="276" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>De 18 a 24 de outubro cerca de 35 mil pessoas se dividiram em vários cinemas de Leipzig (cidade da antiga Alemanha Oriental) para assistir a 346 filmes de 58 países. Números suntuosos que fazem parte dofestival de documentários mais antigo do mundo e o segundo mais importante da Europa: o <a href="http://www.dokfestival-leipzig.de/v2/cms/en/home/index.html" target="_blank"><strong>Dok Leipzig</strong></a><strong> </strong>2010. No último dia do evento, tive a oportunidade de conversar com o diretor do<strong> </strong>festival, o documentarista <strong>Claas Danielsen</strong>. Entre outros assuntos, ele fala sobre a tradição da mostra e opina sobre a árdua profissão de documentarista. Danielsen adiantou que, em 2011, o evento dedicará um foco especial a documentários da Índia. E, em 2012, será a vez de lançar um olhar mais atento à produção da América Latina.</p>
<p>A mostra acontece há 55 anos. Nesse tempo, estabeleceu sua importância como plataforma de exibição e, sobretudo, discussão de documentários. Desde a época em que as Alemanhas ainda eram divididas, esse sempre foi um evento simbólico de reunião de diversos cineastas e documentaristas do mundo inteiro (veja aqui o <a href="http://www.dokfestival-leipzig.de/v2/cms/en/about-dok-leipzig/page1073.html" target="_blank">trailer </a> sobre a trajetória do festival – legendas em inglês).</p>
<p>O <strong>Dok Leipzig</strong> vem se firmando como espaço híbrido, tanto porque exibe documentários e animações, mas também porque promove eventos paralelos como debates, fóruns e espaços dedicados à indústria. Tais iniciativas trazem à tona as questões que marcam a produção e a difusão dessas duas categorias de filmes em tempos de mudanças significativas na maneira de fazê-los.</p>
<p>Apesar de ser um festival consolidado e tradicional, o <strong>Dok Le</strong>i<strong>pzig</strong> faz questão de não se manter impessoal. E isso se reflete na maneira como é conduzido. O lema atual do evento já diz muito: <em>The (he)art of documentary</em>, um jogo de palavras que traduzido do inglês seria “O coração e a arte do documentário”.</p>
<p><strong>Veja a entrevista exclusiva para a <em>Revista Moviola</em>:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><iframe src="http://player.vimeo.com/video/16307545?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" width="490" height="392" frameborder="0"></iframe><br />
</strong></p>
<p><strong>Docs brasileiros no Dok Leipzig<br />
</strong><br />
O longa-metragem <strong><em>Terra Deu, Terra Come</em></strong>, de <strong>Rodrigo Siqueira</strong>, levou o prêmio principal na categoria “jovens talentos” e o curta <strong><em>Babás</em></strong>, de <strong><a href="http://www.revistamoviola.com/2010/12/02/o-cinema-do-real-de-consuelo-lins/">Consuelo Lins</a></strong>, foi exibido fora de competição na mostra internacional. Além disso, o clássico <strong><em>Ilha das Flores</em></strong>, de <strong>Jorge Furtado</strong>, integrou uma mostra paralela dedicada a colocar em reflexão o papel da economia e do dinheiro na vida contemporânea. Detalhes da programação no <a href="http://www.dok-leipzig.de/" target="_blank">site do Festival</a>.</p>
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		<title>Mostra Faróis do Cinema</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 12:27:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Mondo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De 6 a 19 de setembro, a cidade do Rio de Janeiro vai estar mais iluminada pela mostra Faróis do Cinema. Tudo começou quando o extinto DocBlog do Globo Online, concebido pelo crítico e pesquisador Carlos Alberto Mattos, publicou entre 2007 e 2008 a série “Faróis”, na qual 39 importantes documentaristas brasileiros apontaram e comentaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/09/cartaz_farois.jpg"><img class="size-full wp-image-3878  aligncenter" title="cartaz_farois" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/09/cartaz_farois.jpg" alt="" width="292" height="439" /></a></p>
<p>De 6 a 19 de setembro, a cidade do Rio de Janeiro vai estar mais iluminada pela mostra <strong>Faróis do Cinema</strong>. Tudo começou quando o extinto DocBlog do <em>Globo Online</em>, concebido pelo crítico e pesquisador <a href="http://carmattos.wordpress.com/" target="_blank"><strong>Carlos Alberto Mattos</strong></a>, publicou entre 2007 e 2008 a série “Faróis”, na qual 39 importantes documentaristas brasileiros apontaram e comentaram os filmes que consideravam decisivos na sua formação.</p>
<p>Mattos, que também é o curador da mostra Faróis do Cinema, destaca que o fato de o evento ter sido criado a partir de um blog “demonstra o potencial da blogosfera para gerar ideias e eventos capazes de saltar da rede virtual para o <em>offline</em> da cena cultural. Aquilo que no blog eram comentários rápidos, sintéticos, agora poderá se transformar em reflexões mais aprofundadas.”</p>
<p>A mostra que ocorre agora, deriva desse importante levantamento que nos ajuda a compreender melhor o gênero documentário praticado no Brasil.</p>
<p>Faróis do Cinema contempla o hibridismo de estilos, lançando um olhar aguçado sobre as obras e inspirações de 10 documentaristas brasileiros. Observando a programação atentamente, vemos que há ficções e documentários de todas as épocas e para todos os gostos: presentes estão o lirismo do documentarista armênio Artavazd Pelechian, a verve antropológica de <strong>Jean Rouch</strong>, o olhar inovador de <strong>Dziga Vertov</strong> e surpreendentemente, a poesia melancólica do cubano <strong>Nicolás Guillén Landrián</strong>.</p>
<p>Não poderiam faltar os clássicos <em><strong>Corações e Mentes</strong></em>, <em><strong>Cabra Marcado para Morrer</strong></em> e <strong><em>Iracema – Uma Transa Amazônica</em></strong>. Isso para citar somente alguns dos que integram a programação.</p>
<p>A mostra ainda terá duas sessões especiais: uma dedicada à memória de um participante da série Faróis original, o cineasta, diretor de fotografia e artista plástico <strong>Mário Carneiro</strong>, morto em 2007. E a sessão Novas Luzes, que dará espaço a alguns talentos emergentes do nosso cinema, mostrando curtas recentemente premiados.</p>
<p>Destaque também para a exibição de dois &#8216;Globo Repórter&#8217; da década de 70, dirigidos por <strong>Maurice Capovilla</strong>: <strong>Bahia de Todos os Santos</strong> e <em><strong>Os Homens Verdes da Noite</strong></em>. À época, a Globo acabou não mostrando este último.</p>
<p>Além de exibições de filmes, haverá também encontros entre público e realizadores, ocasiões em que poderemos entender mais claramente as influências e escolhas artísticas de cada documentarista participante da mostra.</p>
<p>As conversas realizadas sempre em duplas, serão com os cineastas <strong>Eduardo Coutinho</strong>, <strong>Vladimir Carvalho</strong>, <strong>Maurice Capovilla</strong>, <strong>Sandra Werneck</strong>, <strong>Jorge Bodanzky</strong>, <strong>Silvio Da-Rin</strong>, <strong>Eryk Rocha</strong>, <strong>Sylvio Back</strong>, <strong>Bebeto Abrantes</strong> e <strong>Octavio Bezerra</strong>.</p>
<p>Que venham, então, as luzes inspiradoras desses faróis!</p>
<p><strong>Serviço:<br />
Mostra Faróis do Cinema – Documentário Brasileiro</strong><br />
De 6 a 19 de setembro, no Rio de Janeiro<br />
Locais de exibição: Caixa Cultural RJ e Oi Futuro Ipanema<br />
Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia)<br />
Encontros com cineastas: entrada franca.<br />
Programação completa e outras informações:<br />
<a href="http://www.faroisdocinema.com.br" target="_blank">www.faroisdocinema.com.br</a><br />
Realização: Instituto Femina e Laffilmes Cinematográfica</p>
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		<title>Revista Filme Cultura</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 19:24:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Mondo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi lançada no Rio de Janeiro nesta terça-feira, 27 de abril, a revista Filme Cultura. Entre os anos de 1966 e 1988, a publicação foi referência para os que queriam ler sobre cinema no Brasil. Em abril de 2010 volta a ser publicada regularmente, a partir do número 50. Em uma era onde presenciamos o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/04/filmecultura.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/04/filmecultura1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3588" title="filmecultura" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2010/04/filmecultura1.jpg" alt="" width="472" height="247" /></a></p>
<p>Foi lançada no Rio de Janeiro nesta terça-feira, 27 de abril, a revista <em><strong>Filme Cultura</strong></em>. Entre os anos de 1966 e 1988, a publicação foi referência para os que queriam ler sobre cinema no Brasil. Em abril de 2010 volta a ser publicada regularmente, a partir do número 50.</p>
<p>Em uma era onde presenciamos o crescimento constante de plataformas digitais de comunicação, a revista segue o caminho inverso e opta por sair trimestralmente em papel. No editorial, o gerente do Centro Técnico Audiovisual (CTAv) e diretor da revista, Gustavo Dahl, observa: “&#8230; Enquanto não se sabe qual será a permanência futura do armazenamento de dados em CD, DVD, servidores ou fazendas de servidores (<em>cloud computing</em>), constata-se que o papel dura séculos, talvez milênios. É coisa para se guardar. Voltar ao papel, ao prazer do toque, ao conforto da leitura será nostalgia, ou antevisão de um mundo pós-tecnológico? As coisas mudam e não mudam”.</p>
<p>Segundo o site da revista, o projeto atual “consiste, além da revista, no lançamento deste <em>website</em> e da coleção histórica em versões fac-símile e microfilmes, esta em convênio com a Biblioteca Nacional”.</p>
<p>A Filme Cultura poderá ser comprada em algumas livrarias. A lista de pontos de venda será constantemente atualizada no <a href="http://www.filmecultura.com.br " target="_blank">site</a>. Além disso, a revista será distribuída gratuitamente a bibliotecas e instituições culturais de todo o País.</p>
<p><strong>Em tempo:</strong> nos links sugeridos pelo site, a <strong><em>Revista Moviola</em></strong> tem a honra de figurar na lista. Obrigada em nome de toda a equipe. Desejamos vida longa à revista Filme Cultura.</p>
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		<title>Karim Aïnouz</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 13:41:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Mondo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Karim Aïnouz narra histórias de personagens fortes e mergulha fundo nos seus sonhos, desejos e conflitos. Com uma força e uma poesia peculiares, seus filmes representam o que de melhor tem sido feito na cinematografia brasileira atual. Seus dois primeiros longas-metragens, Madame Satã e O Céu de Suely, são exemplos inequívocos disso. Recentemente lançou em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Karim Aïnouz</strong> narra histórias de personagens fortes e mergulha fundo nos seus sonhos, desejos e conflitos. Com uma força e uma poesia peculiares, seus filmes representam o que de melhor tem sido feito na cinematografia brasileira atual. Seus dois primeiros longas-metragens, <strong><em>Madame Satã</em></strong> e <strong><em>O Céu de Suely</em></strong>, são exemplos inequívocos disso.</p>
<p>Recentemente lançou em festivais seu mais novo filme, realizado em parceria com <strong>Marcelo Gomes</strong>, <a href="http://www.revistamoviola.com/2009/09/28/viajo-porque-preciso-volto-porque-te-amo/"><em>Viajo porque preciso, volto porque te amo</em></a>.</p>
<p>Para a TV, <strong>Karim Aïnouz</strong> dirigiu a série <strong><em>Alice</em></strong>, da HBO, experiência que, como afirma na entrevista, foi possível porque não foi feita no ritmo e na linguagem que a televisão geralmente exige.</p>
<p>Nessa entrevista, realizada especialmente para a <a href="http://www.revistamoviola.com.br">Revista Moviola</a> na cidade de Berlim, o cineasta dá ainda sua opinião sobre fazer cinema no Brasil; fala a respeito de sua maneira de fazer filmes, das parcerias com <strong>Marcelo Gomes</strong> e <strong>Sérgio Machado</strong>, além de contar com exclusividade alguns detalhes de seu novo longa-metragem, <strong><em>Praia do Futuro</em></strong>.</p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/2009/11/15/karim-ainouz/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p><strong>Créditos:</strong><br />
Entrevista por <a href="http://twitter.com/arianemondo" target="_blank">Ariane Mondo</a><br />
Fotografia por Lars dos Santos Drawert<br />
Edição por Ariane Mondo &amp; Lars dos Santos Drawert</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.revistamoviola.com/wp-content/uploads/2008/05/tracejado.jpg" alt="" width="500" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.revistamoviola.com/13-mostra-de-cinema-de-tiradentes/">Veja a cobertura completa da 13ª Mostra de Cinema de Tiradentes.</a></p>
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