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Watchmen


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Publicado em 12 de Março de 2009

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Watchmen, de Zack Snyder, 163 min, 2009

(eu conto o fim do filme neste texto. Por favor, saiba isso antes de ler)

Não pretendo entrar na discussão de adaptações de quadrinhos pra cinema, de qual é melhor, etc. Deixo pra usar essas comparações só quando tenho preguiça pra falar mal de imbecilidades como provavelmente será The Spirit e como foram V de Vingança e 300, entre muitos outros.

Adaptar a graphic novel Watchmen é diferente de tudo isso. É o Senhor dos Anéis dos quadrinhos. É o mais importante (talvez) e um dos mais lidos quadrinhos de todos os tempos. O filme teve todo o cuidado pra ser produzido e contou com opiniões e apoio de fãs ao redor do mundo, assim como a trilogia de Peter Jackson. Era, sem dúvida, a mais aguardada adaptação do gênero, também como Senhor dos Anéis. Por algum desses motivos, e imagino que por muitos outros também, Zack Snyder foi cuidadoso no casting e na combinação fotografia/arte para a imagem do filme (principalmente na caracterização de Rorschach). Era extremamente necessário que os fãs se identificassem visualmente com o filme. Só assim poderiam abrir a cabeça, que sempre tende a achar adaptações piores que originais, ainda mais quando Alan Moore, novamente, deixou de assinar o filme.

Para quem assistiu 300, do mesmo diretor, já eram de se esperar as afetações pós-Matrix e todas as concessões à adolescência que, claro, estão presentes em Watchmen. As cenas de luta incomodam desde o começo do filme. Pense só: se umas das graças de Watchmen era tratar de heróis nada super, heróis humanos, sem poderes e com crise de meia idade, como que na primeira sequência (de uma porradaria coreografada horrivelmente) o Comediante e o seu assassino quebram paredes com as mãos? Resposta? Afetação. Outra demonstração de falta de bom gosto e de sofisticação vem da escolha das músicas do filme. All Along the Watchtower, Mrs Robinson (apesar de melhores escolhas do que muita coisa por aí) e outros grandes hits batidos fazem parte da trilha sonora do filme e, diga-se de passagem, grifam bastante a imagem pra que ninguém ache que a letra não tem a ver com o que ocorre na tela. Parece aula de montagem pra iniciantes.

Apesar de tudo isso, Snyder consegue encadear um ritmo mais maduro na maior parte do filme. Logo depois da sequência anterior, há uma grande introdução da história (dessa vez com boa música de fundo). Uma boa maneira que os roteiristas pensaram para dizer tudo o que os quadrinhos diziam nas longas páginas de texto no final de cada fascículo, conseguindo jogar o espectador pra dentro da filme. Watchmen segue com um belo roteiro, com boas atuações (destaque para o Coruja, Patrick Wilson, e Ozymandias, Matthew Goode), e algumas boas ousadias, como mostrar o pé da garotinha sendo comido pelos cães, o pênis azul do Dr. Manhattan (que só mostraram porque era azul, claro) e a cena de sexo entre Laurie e Dan na nave-coruja.

Ficou no ar então, pra quem já tinha lido os quadrinhos como eu, como seria o final do filme, qual seria a escolha de Snyder: se pelo lado mais ou menos maduro do filme. Nos quadrinhos eram extremamente chocantes as imagens do caos pós ataque mostrados no último dos fascículos, a psicose brilhante de Adrian Veidt e a complacência do Dr. Manhattan. Quando vai se aproximando o final do filme, porém, decepção atrás de decepção.

Primeiro pela mudança radical no plano de Veidt: ao invés do monstro/lula gigante tele transportado para Nova Iorque, no filme Veidt tele transporta diversos reatores nucleares para várias cidades do mundo. O sumiço do monstro foi, aparentemente, para agradar novas plateias, que ficariam desinteressadas com a solução de invasão alienígena proposta em 86 pela HQ. A ideia de globalizar o ataque até é compreensível: como não há mais monstro alienígena e sim reatores nucleares, se a explosão fosse apenas em NY como no original, os EUA poderiam pensar que o ataque partiu da União Soviética e o plano de Veidt iria por água abaixo. Mesmo assim, a nova solução de jogar o mundo contra Dr Manhattan simplesmente não funciona, não “cola”. Isso pelo fato de que o que chocava as pessoas do mundo era o fato da descoberta de que não estavam sozinhas no universo e de que não faziam a menor ideia do nível intelectual, tecnológico e militar do inimigo. Não sabiam nem quem ele era! O terror dessa descoberta totalmente imprevisível e de um inimigo comum muito maior e não identificado é que unificava o mundo em paz. E era isso que tornava tão inteligente o final, com o jornalista encontrando ao acaso o diário de Rorschach.

Na versão do filme, o inimigo é conhecido, é um só e pode ser monitorado. Isso, por si só, já muda todas as variáveis do possível sucesso do plano de Veidt. Muda também a virada do final. A revelação do diário de Rorschach de que o inimigo não é o Dr Manhattan, mas Adrian Veidt, apenas transfere o inimigo comum de um a outro. O choque do desconhecido não acontece. É totalmente diferente.

Assim, o final deixa ninguém pasmo e surpreso, como fez o quadrinho nos anos 80. Pelo contrário, parece até meio bobo, com aquelas lutas, o homem-azul-gigante, bombas atômicas, tele-transporte e lutas coreografadas com slow-motion de novo. Parece filme B de super-herói, feio, tosco, sem-graça, sem drama algum. E não é por causa do original ser um quadrinho, é coisa de direção mesmo, de ritmo, de sofisticação ou falta dela. Quando Veidt afirma que executou seu plano há 35 minutos, lembro muito bem de ter ficado uns 5 minutos parado no quadrinho seguinte, com Rorschach e o Coruja olhando boquiabertos a tranquilidade de Veidt (eu fiquei boquiaberto também). No filme o momento é quase infantil, agitado e sem qualquer drama.

Além de tudo isso, a maior afronta de Snyder é se recusar a mostrar o momento mais impressionante dos quadrinhos, com 6 páginas de corpos mortos espalhados pela cidade. A desculpa esfarrapada é o 11 de Setembro, claro. É de uma tacanhice sem fim. Forçada pelo estúdio ou não, a solução de explodir as pessoas em bolinhas azuis é ridícula, desinteressante e mal intencionada em relação à obra de Alan Moore. Absolutamente igual o que fizeram com V de Vingança, transformando a revolução anarquista do quadrinho numa passeata pacifista da classe média.

Engraçado ver que muita gente chama Zack Snyder de visionário. Em entrevista, o roteirista David Hayter fala sobre o filme e diz que concorda com o novo final. Para ele, se o filme fosse uma produção de “meros U$ 40 milhões”, aí sim tudo bem mostrar corpos, pois seria um “filme de nicho”. Claro que seria pior ainda se o talvez ainda mais afetado Darren Aronofsky, quase contratado para fazer o filme, tivesse à frente da adaptação. Os rumores são de que ele pretendia atualizar a história para conflitos com o Iraque e terroristas. Por sorte não o fez. Por incrível que pareça,o Watchmen de Zack Snyder não é um “filme ruim”, daqueles que sequer se deve assistir. É blockbuster de assistir com gosto, pra ver a Guerra Fria exposta nas telas, heróis amargurados, com crise de consciência. Para as novas gerações, que talvez tenham uma aceitação maior ao cinema-videogame de Snyder, com certeza Watchmen lhes trará algo mais profundo do que as bobagens maniqueistas usuais. Consideração feita, o peso da balança ainda é claro. Vou ter que me render: sim, o filme é muito pior.



9 Commentários sobre 'Watchmen'

  1.  

    12 Março, 2009| 1:56 pm


     

    O cinema hollywoodiano é comandado por caípiras ricos.

    Eles estão muito longe de entender como um gênio como alan moore não está escrevendo roteiros pra eles e sim quadrinhos. Parece que eles se dão ao luxo de mudar qualquer detalhe, só pra se sentirem um pouco donos da história. O pior é quando acham que estão tornando elas bem melhores, caso de V de Vingança (veja os Extras do DVD).

  2.  
    webber

    15 Março, 2009| 12:52 pm


     

    Sou grande fã de Watchmen e do Allan Moore e, apesar do mago e roteirista renegar a transposição cinematográfica de sua obra, achei o filme excelente, muito superior às minhas expectativas de fã. O Zack Snyder fez um trabalho, se não impecável, pelo menos fiel e apaixonado. Grande parte do filme é a reprodução idêntica da graphic novel, sendo que os quadrinhos foram usados como storyboard e podemos ver a reprodução idêntica de vários diálogos. Logicamente, sendo uma adaptação, algumas coisas tiveram que ser omitidas e até mudadas. Afinal, seria impossível mostrar todos os detalhes que o Allan Moore e o Dave Gibbons pintaram nos quadrinhos, em apenas 2h30. Mesmo assim, o resultado foi impressionante. Um verdadeiro presente para os fãs. Entre as mudanças, a revelação do plano do Veidt foi nada menos que brilhante. Isso mesmo, achei que a mudança foi muito inteligente e interessante, e totalmente integrada ao contexto do filme e à ideia que a obra quer passar. Colocar a lula gigante na telona iria requerer muito da platéia leiga em Watchmen. Não me entendam mal, nos quadrinhos sua aparição é fantástica e cabível, mas sinceramente, ver isso em um filme não iria funcionar, mesmo. Além disso, teria que ter pelo menos mais 20 minutos de filme só para colocar toda trama que a lula envolvia, a ilha, os artistas e cientistas raptados, etc. Colocar o Dr. Manhattan como a ameaça foi uma ótima solução. Ele é quase um deus, e agora se tornara um deus caótico e vingativo. Ele não é apenas um inimigo, ele é uma entidade com poderes além da compreensão. Nada, absolutamente nada pode detê-lo, o que caracteriza uma ameaça terrível, de larga escala, e que mantém perfeitamente toda a ideia que o Watchmen de Allan Moore passa para os leitores. Quanto à explosão, não acho que a ausência dos corpos tirou tanto o impacto da cena. A destruição da cidade estava lá, NY reduzida a destroços. Na verdade, a impressão que o filme passa é de uma desolação ainda maior, já que várias outras cidades também são desintegradas. O filme teve censura de 18 anos! Nem acompanhado de responsável, um menor poderia entrar na sessão do filme. Então, se eles quisessem, a carnificina estaria toda lá, mas não colocar foi uma opção, e uma opção pensada e livre de compromissos com audiência. Evidentemente, o filme não foi perfeito, e o que menos gostei foi a estilização e engrandecimento das cenas de luta. Porém, se vermos tudo o que os produtores hollywoodianos estavam planejando para Watchmen ao longo desses 20 anos, com Guerra do Iraque, bem vencendo o mal, e outras heresias, essas pequenas concessões do belo filme de Zack Snyder não passam de uma mera sujeirinha em um trabalho grandioso que conserva toda a crítica, questionamento, ideias e a abordagem da condição humana que permeiam na obra do escritor inglês. Watchmen – O Filme é, sem dúvida, a adaptação cinematográfica mais digna, não apenas de uma obra sua, mas do próprio universo das HQs, até então.

  3.  
    webber

    15 Março, 2009| 12:54 pm


     

    Só um detalhe: na figura que ilustra o texto, a foto do ator que interpreta o Comediante está errada. O thomas Jane até chegou a ser cotado para o papel, mas o ator que o interpreta no filme pé o Jeffrey Dean Morgan.

  4.  
    Fernando Secco

    20 Março, 2009| 2:13 pm


     

    A figura foi consertada já. Valeu pelo toque.

  5.  

    30 Março, 2009| 1:58 am


     

    O filme teve censura de 18 anos por causa da sequência do cachorro e da garotinha, por exemplo. E acabo que, enfim, discordo de quase tudo o que você falou. Digo, o que importa, na adaptação, se ela é fiel às falas ou aos enquadramentos do quadrinho? Na verdade, isso é tão limitador. Tanto fazer quanto analizar uma adaptação pensando no quanto ela copiou o original. Afinal, quadrinho é quadrinho, cinema é cinema.
    Meu problema com as mudanças são que elas afetam a própria coerência interna da história, e não puramente pelo fato de terem mudado algo em relação ao quadrinho. A afronta com a obra de Alan Moore é por Snyder sequer conseguir atingir a metade da questão. Ao contrário, acho que são sujeironas e atrapalham sim (e pensando aí que já houve enorme adaptação, até nos figurinos do filme, que deixei passar pq acho que nesse caso contribuem).
    Quanto a adaptações de quadrinho para cinema, mais uma vez discordo e muito. Existem inúmeras adaptações melhores. “O Corvo”, aquele que o Brandon Lee morreu;”Batman o Retorno” do Tim Burton; e “Marcas da Violência”, do Cronenberg são alguns exemplos.
    Abraços!

  6.  
    Tocaxelli

    5 Abril, 2009| 11:52 pm


     

    Seguindo uma linha de rasciocínio atualizada e linear, que atenda tanto aos fãs de “Watchmen – HQ”, quanto a uma nova geração ‘quase totalmente desatualizada sobre a Guerra Fria’, mas já viciados em cinema, não podemos ser radicais na adaptação de uma estória escrita e ilustrada a tantos anos.
    “Watchmen – O Filme”, não é Brilhante.
    Mas é uma das grandes adaptações de HQs, como “O Corvo”, “Marcas da Violência”, Batman Begins” ou o “Homem de Ferro”.

    Em comum, todas estas adaptações atualizaram os fatos ao redor dos livros originais, mantiveram as ilustrações originais como base para os storyboards e foram melhor compreendidas com o passar do tempo e quando se pode ver as longas estórias mais vezes.

    Concordo que o fato de se eliminar o excelente elemento dos corpos de mortos espalhados por New York, onde para o filme seriam cens ainda melhores por serem os ‘instrumentos’ de Adrian boiando ao redor de todo mundo, em grande nações, foi um erro ou ‘uma censura disfarçada’. Algo de impacto deixado de lado.
    Mas a troca do ‘monstro desconhecido/extra-terrestre’, pelo tele transporte diversos reatores nucleares, fez de Veidt um Gênio ainda maior para os expectadores ‘básicos’ de cinema. Sim, uma ‘Lula Gigante’, para os dias de hoje, seria algo muito mais ridicularizado do que as cenas de ação de pessoas comuns que destroem paredes, pessoas normais com forças extraídas de lugar nenhum, etc.

    Ao término, devemos reconhecer que o Filme nos contagia, nos faz escrever sobre ele, ter vontade de ler detalhes dos livros para alinhar fatos, etc.

    NUNCA, teremos uma obra adaptada 100% ao que o AUTOR escreveu ou ilustrou.

    Mas algumas chegam perto, com qualidade e a referência de inspirar outros a irem ai cinema e ver um bom filme. “Watchmen – O Filme”, merece aplausos em um tempo de filmes hollywoodianos tão ruins sem bons roteiros, atores a altura de papéis importantes e cenas que prendam o expectador a cadeira. Que venham mais filmes como “Watcmen”.

  7.  

    6 Abril, 2009| 12:08 am


     

    Veja, Tocaxelli, que não reclamo da mudança de Lula Gigante para Reator Nuclear, mas sim das implicações que isso gerou.
    Não acho que jogar a humanidade contra o Dr Manhattan tenha o mesmo efeito do que contra alienígenas. Não acho mesmo.
    Também não consigo ver o filme como “contagiante”. Sério, eu achei o final totalmente brochante. E juro que não foi por não reconhecer o quadrinho ali. Foi por clima mesmo. A sequência toda da Antártica é sem emoção, forçada e nada catártica. O que seria o climax do filme (a destruição das cidades) é, na verdade, mera pirotecnia.
    Então só reforçando: eu não tenho problemas com mudanças do quadrinho para o filme “per se”, mas sim no fato das mudanças apenas prejudicarem o todo. Mas, enfim, é melhor que “300″… :)

  8.  
    Tocaxelli

    6 Abril, 2009| 12:29 am


     

    Me desculpem, somente mais um comentário.
    Uma outra ausência muito sentida no filme, que certos Diretores como Woody Allen e o próprio Zack Snyder, por exemplo, fazem muito bem são as Estórias paralelas que em algum momento se cruzam.

    Em “Watchmen – O Livro”, é incrível como os detalhes da vida das pessoas ao Redor do Instituto de Estudos Extra-Espaciais, da Banca de Jornais e do Ponto de Taxi…O casal de lésbicas, o Psiquiatra que passa por ali todos os dias (que acaba por vir a iniciar um acompanhamento no Rorschach), etc. Estas estórias que dividem os “simples mortais” cobaias e necessários para o Adrian, de “Pessoas Vivas e com suas histórias e sentimentos”, faltaram para um maior impacto sobre os resultados do Projeto de Veidt.

  9.  
    Tocaxelli

    6 Abril, 2009| 12:33 am


     

    Secco, no tocante ao final na Antártica virou mero detalhe….Se fosse no prédio do Veidt ou ma Avenida Paulista seria o mesmo. Nisto Zack Snyder errou (e muito) tirando um “grand finale” por um final “a la” sessão da tarde.

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