
fotos divulgação/ Natalia Sahlit
O cineasta, arstista plástico e escritor Jean Cocteau ganhou mais uma adaptação do seu famoso monólogo A Voz Humana. Desta vez, montado pelo grupo Teatro Onírico e dirigido por Matheus Parizi, o monólogo conta com a voz e corpo de Helena Magon.
O texto se baseia numa conversa de telefone entre uma mulher e seu marido, que a abandonou e está prestes a casar com outra. Um trecho do texto de divulgação da peça fala sobre a importância do telefone como importante instrumento de mise-en-scène:
Cocteau dizia que o telefone como invenção é o mecanismo sintético e definitivo do drama moderno.
O grupo Teatro Onírico explora mais uma vez o uso do drama intimista como confissão pública e estranhamento, na busca do encontro do púbico com o grupo e da conseqüente obra acidental que resulta da intersecção entre esses dois universos. O telefone é a traquitana que provê a desculpa perfeita para nosso ato de encontro e confissão, ou seja, é nosso confessionário.
A Voz Humana é parte integrante do projeto multimídia Jean Cocteau, Um Olhar Contemporâneo que celebrará os 45 anos da morte do poeta e o ano da França no Brasil.
Quem não quiser perder note que este é o último fim de semana da peça!
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A Voz Humana
de Jean Cocteau
Teatro Onírico
Direção: Matheus Parizi
Com Helena Magon
de sextas à segundas
de 4 à 28 de julho
20h
$20 / $10 meia-entrada
Teatro Cia. dos Atores
R. Manoel Carneiro, 12 (Escadaria da Lapa) - Lapa