Por Paulo Ricardo de Almeida
26 de Outubro de 2011

Políssia, França, 2011, de Maïwenn Maïwenn acompanha o dia-a-dia da unidade policial que combate os crimes sexuais contra crianças. A câmera, sempre instável e contingente, flagra momentos breves, que revelam menos as investigações em si e mais as agruras psíquicas e emotivas que solapam as personagens em contato com a pedofilia. A narrativa de Políssia [...]







24 Maio, 2008| 1:27 am
Que bonito, Aristeu! E que comentário, o do Saramago! O Meirelles deve ter ficado nas nuvens.
24 Maio, 2008| 10:31 am
Pois é, meu caro. Depois da saraivada que levou da crítica, recebeu o melhor elogio que poderia esperar. Mas o melhor de tudo é o beijo na testa.
25 Maio, 2008| 10:19 am
Puxa vida… e eu perdi a sessao de estréia em cannes! Esse video é a melhor publicidade que o filme poderia ter. Depois disso, foda-se a critica! Que lindo…
1 Junho, 2008| 3:37 pm
Depois de uma reação dessas, só me resta roer as unhas, esperando a estréia.
20 Janeiro, 2009| 9:11 pm
Saramago fala demais, Meirelles é cego de espírito se não entendeu o choro e a afirmação! kkkkkkkkkk
Se fosse eu o Saramago, choraria também. Credo… o Filme é muito inacabado e higiênico! Tem que ser muito ingênuo ou ter uma capacidade de imaginação superior a de quem leu o livro pra – além de dons de “advinhação” – para pegar o fio do enredo em diversas cenas.
O filme tá a merda mais perfumada que já vi!
Porra, Saramago. Elogia denovo, só mais uma vez! Seja claro! kkkkkkkkkkkkk