Ela começou sua carreira fazendo experimentações com vídeo, montou uma rede videocabines e fez uma Parabolic People. Inspirada pelo exílio francês, estourou com o obrigatório documentário Um Passaporte Húngaro. Em novembro de 2007 ela estreou no circuito com o singelíssimo Mutum, seu primeiro longa-metragem de ficção. A adaptação da obra Campo Geral, de Guimarães Rosa, levou o prêmio de melhor filme no Festival do Rio. Na entrevista a seguir, Sandra Kogut fala de seu processo criativo, dos percalços ao filmar no sertão mineiro e do seu olhar de nômade.
4 February, 2008| 11:33 pm
filmar guimarães rosa e de um a grandiosidade do tamanho desse BRASIL e pra ver mutum tem q ler grandes sertão veredas e ver todos os filmes desde matraga de roberto santos me falou joel barcelos em brasilia almoçando no hotel nacional e sandra kogut está de parabens pelo esforço.