Por Paulo Ricardo de Almeida
26 de Outubro de 2011

Políssia, França, 2011, de Maïwenn Maïwenn acompanha o dia-a-dia da unidade policial que combate os crimes sexuais contra crianças. A câmera, sempre instável e contingente, flagra momentos breves, que revelam menos as investigações em si e mais as agruras psíquicas e emotivas que solapam as personagens em contato com a pedofilia. A narrativa de Políssia [...]






12 Outubro, 2007| 2:13 am
Estima-se que tenham sido vendidas, só na Grande São Paulo, 1,5 milhão de cópias piratas do filme.
Fizeram também uma pesquisa com as pessoas que assistiram o DVD pirata, e 45% desse público disse que voltará ao cinema para ver o Tropa.
Enfim, Tropa de Elite é um fenômeno midiático. Ainda não sei quais serão as consequências para o cinema nacional? Haverá alguma? De todo modo vale a pena observar a avalanche de matérias, comentários na internet, e-mails, boletins, que se proliferam por conta do filme.
12 Outubro, 2007| 12:11 pm
Pois é, David. Tropa de Elite ainda vai render muito estudo e debate. É um caso singular. Interessantíssimo.
26 Outubro, 2007| 4:02 pm
Um aspceto importante do filme, a despeito de muitas falhas que possui, é que ele pode ser visto como positivo, pois enquanto uma prática e apreensão culturais como a cinematografica, ontologicamnte massiva , realiza uma discussão coletiva de fato, sobre varias temas embelmaticos , como a violencia, o função social e histórica da policia,pois esta não se restringe tão somente ao circuito ” cinemateca-mam-ccbb”, nem apenas à academia
E um exemplo do cinema brasileiro como efeticação realização de publico, esto tão caro, até mesmo ao cinema novo.