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Bem de público, mal de crítica


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Publicado em 27 de Setembro de 2007

O seu escritório fica no bairro de São Conrado, uma área nobre da geografia carioca. Lá, além de livros, TV e computador, há uma plaquinha que o identifica. É uma dessas plaquetas que se usam em debates para que a platéia saiba quem está com a palavra. Nela há ilustrações que imitam xilogravuras com motivos sertanejos. Também lê-se “Moacyr Góes” e, logo abaixo, “diretor”. O cineasta, potiguar radicado no Rio de Janeiro desde os quatro anos de idade, levou-a para casa depois de participar de uma coletiva de imprensa para promover o filme O Homem que Desafiou o Diabo, rodado no Rio Grande do Norte em 2006 e com estréia prevista para 28 de setembro deste ano.

- Eu achei bonitinho e trouxe, talvez para eu me convencer que sou um diretor.

– Você não está convencido ainda, depois de tantos filmes?

– Eu não sei, cara.

Esse diálogo aí em cima aconteceu no fim da entrevista que dá base a este texto. Nele havia um tom de galhofa. Talvez Moacyr Góes diga ainda não estar convencido de ser um diretor por causa das constantes críticas que a imprensa especializada dedica a seus filmes. Talvez tenha sido apenas uma brincadeira.

O Homem que Desafiou o Diabo é um filme baseado no romance As Pelejas de Ojuara, de Nei Leandro de Castro, outro potiguar que se radicou no Rio. Mas Nei Leandro voltou há pouco para Natal, após uns 40 anos vivendo na terra de Machado de Assis.

Já Moacyr Góes não sai do Rio, diz que é lá que está o seu trabalho e ele não pode se dar a esse luxo. O diretor, que com O Homem que Desafiou o Diabo contabiliza nove longas-metragens, tem o sonho de levar a Natal uma escola de cinema que fosse pautada em atividades práticas. A idéia seria a de transformar as filmagens de um longa-metragem em aulas. “Você teria quatro ou cinco alunos de direção, você teria dez alunos de cenografia e figurino, você teria alunos atores que fariam papéis, junto com atores já profissionais. Você teria, na verdade, a escola prática”, elabora o cineasta. “Mas eu não sei como realizar isso. Eu não sei como desenvolver isso porque eu tenho minha vida aqui, tenho minha vida muito ligada ao Rio de Janeiro, à produção que se faz aqui. O que eu pude fazer foi levar três filmes para serem feitos no Rio Grande do Norte. A gente fez Maria (Mãe do Filho de Deus), a gente fez Irmãos de Fé e agora a gente fez o Homem que Desafiou o Diabo.”

A trajetória de Moacyr de Góes é peculiar. Todos os nove filmes que dirigiu foram rodados entre 2003 e 2006. São apenas quatro anos, o tempo médio no Brasil para que um diretor de renome prepare, filme e lance um único longa-metragem. Além disso, os quatro primeiros filmes foram todos feitos em 2003.

O primeiro foi Dom, que surgiu a partir de um convite feito pelo produtor Diler Trindade. Na época Moacyr Góes trabalhava na TV Globo e estava querendo sair, estava cansado das engrenagens de fazer novelas. “Eu não via espaço dentro da TV Globo para poder fazer alguma coisa que eu pudesse assinar, mesmo dentro do esquema comercial.” O filme saiu, mas as críticas foram ferozes, pois segundo o diretor a imprensa encarou o projeto como uma adaptação de Dom Casmurro. Ele afirma que não era o caso. Sua intenção era de proporcionar um diálogo com o romance de Machado de Assis. “Era a história de um personagem que vive nos dias de hoje e que passa a viver a experiência que o Bentinho viveu de ciúme, de obsessão, de conflitos. Era uma homenagem a Machado e a Dom Casmurro.”

Logo após, o mesmo produtor o chama para um projeto com o Padre Marcelo Rossi. A idéia: filmar a vida de Jesus. “Eu achei que era brincadeira. Eu pensei, um filme sobre Jesus no Rio de Janeiro, ou no Brasil… Isso no fundo é uma loucura. Todo mundo já filmou a vida de Jesus. É a história mais filmada. Filmaram com grana. Pasolini já filmou, Scorsese já filmou.” Mas não era brincadeira. Ficou acertado que o filme seria centrado na mãe de Jesus e seria contado a partir do ponto de vista de uma menina do interior do Nordeste brasileiro. A locação escolhida, o interior do Rio Grande do Norte. Era a primeira vez que Moacyr Góes levava uma equipe de filmagem para o Estado. “De alguma maneira a miséria de Belém, de Nazaré, era semelhante a miséria que tem no interior do Nordeste, infelizmente. Eu também queria levar um filme ao Rio Grande do Norte. Eu acho que o Rio Grande do Norte deveria investir e se transformar em um pólo de cinema. Deveria investir mais no cinema do que investe.”

Novamente as críticas não foram amenas com o filme do potiguar. Mas ao contrário do seu primeiro, que tinha angariado cerca de 130 mil espectadores, Maria, Mãe do Filho de Deus levou 2 milhões e 400 mil pessoas às salas de cinema. “Um sucesso danado”, como definiu o diretor.

Os outros dois filmes que encerrariam o primeiro ano da carreira de diretor de cinema de Moacyr Góes, foram outros dois projetos encomendados: Xuxa Abacadabra e Um Show de Verão (com Angélica e Luciano Huck). Nos anos seguintes ainda esteve envolvido em outros dois filmes da apresentadora Xuxa, outro filme religioso (Irmãos de Fé) e na comédia Trair e Coçar É Só Começar. Quase todos sucessos de público. Todos odiados pela crítica especializada.

“Na verdade nunca me perdoaram muito por fazer coisas que não eram da lógica de um diretor de teatro experimental. É que eu nunca liguei para isso. Eu nunca deixei que ninguém dissesse o que eu teria que fazer. Eu nunca fiz alguma coisa na minha carreira – ainda bem e espero que eu continue assim – que eu não quisesse fazer. Eu faço aquilo que eu acho que tenho que fazer e me agrada fazer, mesmo que aparentemente esteja tão distante das coisas que mais me agradam intelectualmente”, analisa do diretor.

Acontece que Moacyr Góes, como ele próprio falou, já foi “o queridinho da crítica”. Isso na época em que foi diretor de teatro. Ele e sua companhia de teatro montaram peças que marcaram o cenário cultural da época. “Isso foi no fim dos anos 80. Foi com esta companhia que eu estourei. Lá eu fiz trabalhos absolutamente significativos. Criamos espetáculos que foram muito importantes no momento do teatro brasileiro e particularmente no teatro carioca. Foi ali que nós fizemos Baal, foi ali que nós fizemos Brecht, foi ali que nós fizemos Fausto do Marlowe, foi ali que nós fizemos Escola de Botões, fizemos Pirandello, fizemos O Sonho de Strindberg, fizemos espetáculos que foram muito bem aceitos, que repercutiram muito no âmbito cultural brasileiro.” A companhia durou oito anos. Mas Moacyr Góes continuou dirigindo peças, só que contando, a partir de então, com nomes de peso, como Marieta Severo e Ítalo Rossi.

De queridinho da crítica, Moacyr Góes passou a ser atacado por muitos do cenário artístico carioca. Foi acusado, inclusive, de traidor do teatro, pois em 1999 ele entrou na TV Globo para integrar o elenco de diretores da televisão. O convite surgiu às vésperas dele se tornar pai. “A questão da grana não foi a maior motivação. O que foi maior, foi aprender algo que eu não sabia, aprender a mexer com uma produção audiovisual tecnológica. Disso eu não sabia nada.”

Moacyr Góes explica que não há qualquer incoerência nessa passagem dentro de sua carreira. Ele diz que entrou na TV para aprender e esse foi o mesmo motivo que o levou ao cinema. E sendo a TV Globo uma emissora comercial, a questão da autoria teria necessariamente que ficar de lado. “O que estava me interessando naquele momento não era fazer nenhum trabalho autoral. Eu não tinha condições técnicas de fazer nenhum trabalho autoral. Eu tinha que aprender a técnica, eu tinha que aprender a linguagem daquele veículo. Era isso que estava me fascinando. Eu acho uma imbecilidade se exigir uma certa autoria, uma certa pessoalidade, num veículo que tem como característica ser comercial.”

As duras críticas, no entanto, lhe trouxeram um aprendizado. “Eu que vim de uma experiência no teatro quando eu era o queridinho da crítica, tive as melhores críticas do mundo, era considerado um diretor extremamente talentoso, novo, transformador, eu rapidamente saquei que o barato não era você conquistar a cabeça dos ditos iluminados, o barato era você estabelecer uma comunicação com as pessoas simples.” Como exemplo, ele cita o dia em que foi reconhecido por um porteiro de um prédio. O porteiro lhe agradeceu porque foi para assistir Maria, Mãe do Filho de Deus que ele havia levado a sua mulher pela primeira vez no cinema. E o filme fez bem ao casal. “Eu fiquei muito comovido com aquilo. Isso é que é o bacana, esse retorno é que é o bacana.”

Mas durante todos esses anos dentro do audiovisual (televisão e cinema), Moacyr Góes diz que nunca pôde responder “de ponta a ponta” por nenhum de seus trabalhos. Isso porque ele sempre trabalhou como diretor contratado, nunca o projeto partiu dele. Todos esses nove filmes dirigidos por ele são filmes de produtores. O que não quer dizer que ele não se envolva com os filmes. “Eu mergulho em tudo que eu faço, eu visto totalmente a camisa na realização, na construção daquilo que eu faço”, garante.

Há, porém, um novo projeto que o diretor começou há pouco a se dedicar e que, este sim, ele pretende responder “de ponta a ponta”. Trata-se de um projeto extremamente pessoal, autobiográfico. É um projeto de longa-metragem, que ainda está nas primeiras páginas do roteiro. O filme se chamará O Caminho das Formigas e é baseado na partida de Moacyr de Góes e sua família para o Rio de Janeiro.

“No teatro, eu sempre fiz os meus projetos e sempre produzi os meus projetos. No cinema eu nunca produzi um projeto meu. E quando eu digo produzir, não é que eu vá lá fazer a produção, botar a mão na produção. Mas é que eu possa dizer quais são os caminhos da produção. Se eu quiser trabalhar com atores desconhecidos, eu vou trabalhar com atores desconhecidos; se eu quiser fazer um filme todo preto e branco, eu vou fazer um filme todo preto e branco. As escolhas artísticas, todas, eu quero ter”, revela o cineasta.

Se a história do Caminho das Formigas seguir à risca a biografia do cineasta, irá contar que em 1964 o seu pai foi preso pelos militares que haviam tomado o poder. Ele era secretário de Educação e Cultura de Natal, no governo do prefeito Djalma Maranhão. O pai de Moacyr Góes passou seis meses preso. Depois seguiu para o Rio de Janeiro porque ele acreditava que assim seria mais fácil conseguir exílio, devido a proximidade que a cidade tem e tinha com as diversas embaixadas e consulados de outros países. Mas ele acabou permanecendo no Brasil, porém decidiu levar sua família para morar com ele no Rio.

Moacyr Góes lembra pouco da sua vida em Natal. Tem na memória as lembranças de um menino de quatro anos. “Eu me lembro da minha casa com quintal de areia, um quintal enorme. Eu me lembro de uma moradia feliz em Natal.” Ele morava no bairro de Petrópolis. Embora não lembre o nome da rua onde passou os primeiros anos de vida, sabe chegar na sua primeira residência. Hoje “a casa está dividida entre um restaurante e um escritório de arquitetura”, informa.

O filme irá seguir pela sua infância, já no Rio de Janeiro, até um determinado dia na sua adolescência, o qual ele não revelou. Moacyr Góes fez o primário em uma escola pública carioca. O ginásio, como se chamava na época, ele cursou no Colégio São Vicente de Paula, uma escola destinada a elite, que dava bolsas para filhos de professores. Era o seu caso. “Era uma escola, do tempo da ditadura, um pouco diferente das outras, porque era uma escola liberal, era uma escola onde toda a atividade extracurricular era muito forte, era muito incentivada. Todos os professores eram muito politizados. Era considerada até uma escola de esquerda e isso foi muito importante na minha formação, porque eu me liguei ao movimento estudantil. Acabei entrando para o teatro no Colégio São Vicente de Paula. E foi aí que começou. Talvez se eu tivesse ido para uma escola mais ortodoxa, mais severa, onde as atividades extracurriculares não fossem tão incrementadas, eu não sei se eu acabaria onde acabei”, analisa.

O cineasta relembra o dia em que decidiu entrar no teatro, já na adolescência. Ele estava em sala de aula quando entrou o coordenador dizendo que a escola, a partir daquele momento, teria um grupo de teatro. Mas havia um problema, só tinham mulheres interessadas, e eram necessários homens para compor o elenco. “Aí eu pensei, esse deve ser um lugar bacana de estar, um lugar que só tem mulher. Acabei indo por conta dessa coisa, mas acabei me encantando pelo teatro.”

Na faculdade cursou artes cênicas, onde começou, timidamente, a fazer algumas direções. Só após o término da graduação é que veio a idéia de criar uma companhia de teatro.

Hoje, Moacyr Góes se prepara para iniciar as filmagens de mais um filme. Ele vai viajar para a China no segundo semestre deste ano para rodar um filme com Lucélia Santos. Além desse, já tem engatilhado para 2008 uma nova adaptação do texto de Nelson Rodrigues, Bonitinha Mais Ordinária.

As Pelejas de Ojuara ou O Homem que Desfiou o Diabo

No final de setembro, o público poderá conferir o resultado da adaptação do romance As Pelejas de Ojuara para o cinema. O Homem que Desafiou o Diabo está quase concluído. Já existem, inclusive, trailers sendo exibidos em alguns cinemas. O filme já está montado e, no momento, passa pelo processo da mixagem de som, uma das últimas etapas para a finalização.

O filme conta a história de Zé Araújo, um “bedamerda” que aos 28 anos de idade muda de vida e de nome. Zé Araújo era boêmio, namorador. Mas um dia, se vê obrigado a casar com uma mulher, a turca, forçado pelo pai da moça. Zé Araújo torna-se um homem dominado, manicaca, cabisbaixo. Passa anos sob o poder da esposa, até o dia em que se revolta, dá uma surra na mulher e no pai da turca, um comerciante dono de armazém, e vai embora pelo sertão. Naquele dia torna-se Ojuara. Ele queria uma vida repleta e em suas andanças encontra de tudo. Luta com bicho, com gente braba e até com o diabo. Bebe de tudo, come do bom e do melhor. Faz as mulheres se apaixonarem por ele e se apaixona.

A adaptação é projeto do produtor Luiz Carlos Barreto, homem de longa data do cinema nacional. O elenco é formado por nomes globais como Marcos Palmeira, que interpreta Ojuara, Fernanda Paes Leme, Lívia Falcão, Flávia Alessandra, entre outros. Zé Tabacão, que é um brutamonte briguento que enfrenta Ojuara, é vivido pelo músico pernambucano Otto.

Alguns dos papéis secundários, no entanto, são interpretados por atores potiguares. “Tem a Quitéria Kelly que faz uma participação no começo do filme, que é uma ótima atriz de Natal”, exemplifica o diretor. Para fazer a escolha dos atores potiguares que atuariam no filme, ele promoveu uma oficina em Natal. “Eu fiz uma oficina para mais de quarenta atores, foi ótimo, encontrei pessoas extremamente talentosas que eu pude botar dentro do filme.”

Moacyr Góes diz que chegou à direção do filme por iniciativa própria. Ele procurou o produtor para conversar e se ofereceu para fazer a direção. “Ele (Barreto) tinha dois tratamentos do roteiro e não estava satisfeito. Eu propus fazer um terceiro tratamento. Se ele gostasse, eu filmaria. Durante três meses eu me foquei fazendo o roteiro e ele gostou muito. Só para você ter uma idéia, eu acabei o roteiro em Natal, numa coincidência, quando eu fui chamado para fazer o segundo Auto de Natal. Eu me lembro que eu passava as manhãs e as tardes fumando charuto dentro de um quarto de hotel, escrevendo o roteiro do Ojuara. Para mim foi muito importante, porque aquela sonoridade, o jeito de falar, estava muito presente. Então eu via aquilo tudo com muito mais clareza, foi mais fácil de escrever.”

A sua presença em Natal ajudou o cineasta a romper a dificuldade de transpor para o filme, elementos do livro que são extremamente regionais. Ele diz, no entanto, que também vê em As Pelejas de Ojuara um forte apelo universal. “Acho que a beleza do livro é que ele trabalha muito com as questões da cultura nordestina, sertaneja, de maneira muito bem construída, ao mesmo tempo que se refere da nossa herança ibérica, da nossa herança que transcende o regionalismo. Há muito ali de Cervantes, há muito de uma cultura que é européia e influenciada pela cultura árabe. Isso dá ao livro uma universalidade grande, mesmo ele mergulhado no Sertão do Rio Grande do Norte. Isso é o que me fascinou no livro.”

O filme é financiado pelas leis de incentivo, como é de praxe no cinema de hoje. Isso significa que o governo põe dinheiro na produção através de leis de isenção fiscal. O custo total do filme foi de R$ 7 milhões. De acordo com o produtor, R$ 5,5 milhões ficou no Rio Grande do Norte. O Governo do estado investiu R$ 400 mil na adaptação.

Originalmente publicado na Revista Brouhaha, edição março-abril de 2007



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